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De: TAF - "Bairro do Aleixo: como era evidente..."

Submetido por taf em Sexta, 2012-05-18 04:00

- Falta de verbas põe em causa negócio do Bairro do Aleixo

Eu avisei, e avisei, e avisei, e avisei, e avisei...

Pela positiva, aqui ficam também as ligações para outros três posts meus: Aleixo, Aleixo, finalmente! e As minhas sugestões para o Aleixo.
Lembro também esta iniciativa de 2005.

Para contextualizar o negócio: Alguns dados sobre o Aleixo, Aleixo e outros apontadores e Negócio do Aleixo.

De: Ricardo Fernandes - "Ruas sem carros"

Submetido por taf em Sexta, 2012-05-18 03:07

A propósito do projecto que tem em vista a alteração da Rua das Flores para uma rua pedonal suscita-me a dúvida da pertinência deste tipo de pensamento de que, de forma unívoca, o corte de trânsito é necessariamente uma mais valia. Obviamente que não nego o carácter lesivo do automóvel dentro da cidade. No entanto não posso deixar de achar que a questão não pode ser pensada sob um ponto de vista linear. Veja-se Sta. Catarina, Cedofeita, ou mesmo várias ruas de Lyon, que resultam como percursos pedonais dado o cariz dos serviços que as ladeiam. Não obstante, a Rua das Flores pode muito bem tornar-se uma artéria comercial viva e rica, não pode é cair na desregulação que se vê em Miguel Bombarda.

Em jeito de conclusão, não concordando integralmente, cito esta passagem:

“[...]Por outro lado, há o risco de a Rua do Chiado passar a ser exclusivamente reservada a peões, como já o são algumas das ruas da Baixa. Sou contrário a isso porque agrava os problemas do tráfego, e , ao mesmo tempo, torna as ruas mais inseguras durante a noite, provocando a fuga dos habitantes. Basta observar as ruas reservadas a peões na Holanda, por exemplo em Haia, para nos apercebermos deste problema. Prefiro a convivência entre peões e automóveis, que é tão viva em Roma, na multiplicidade dos diálogos e porventura dos insultos. Considero que é indispensável evitar pontos de ruptura na continuidade da cidade. Esta insistência paternalista em reduzir ou eliminar os perigos é contraproducente, porque quando uma pessoa sai de uma rua reservada a peões encontra repentinamente todas aquelas ameaças das quais está menos habituada a defender-se. O peão sabe mover-se na cidade, sem serem necessárias protecções obsessivas, como demonstram os quilómetros de canais em Veneza, sem parapeitos e sem vítimas. A piscina de Leça da Palmeira funciona ilegalmente porque não foram aplicadas algumas medidas de segurança; não obstante, nunca ali se verificou qualquer incidente.”

Álvaro Siza, Imaginar a Evidência, Edições 70, Lisboa, 2000, Pág. 101

De: Pedro Figueiredo - "Maquetas do Porto na Estação de S. Bento"

Submetido por taf em Quinta, 2012-05-17 23:55

Na Estação de S. Bento  Em Campanhã

“O Porto em Miniatura” é uma exposição de maquetas dos magníficos monumentos do Porto e que estará na Estação de S. Bento (na ala Esquerda, com acesso pela gare da estação) até ao Verão (pelo menos). Quero com estas fotografias apelar aos Portuenses que visitem em massa esta exposição… Ficaremos a conhecer melhor esta cidade a partir destes modelos à escala feitos por um senhor – já falecido – que se dedicou a este métier com afinco e dedicação durante vinte e oito anos (28!) da sua vida! É muito amor a esta causa que está ali em jogo, feita em madeira, cola e cartolina.

  • “Como é a Estação de S. Bento?” (está lá na exposição, comparar por favor o modelo à escala e o edifício ele próprio)
  • “Como era o antigo Palácio de Cristal?” (está lá na exposição)
  • “Ter uma noção mais global da forma e composição do magnífico conjunto igreja e torre dos Clérigos!” (está lá na exposição)
  • “Ter uma noção mais global da forma e composição do magnífico conjunto Sé Catedral – Palácio Episcopal” (estão lá na exposição, com o amplo terreiro com o pelourinho (da Sé) e o claustro a unirem e envolverem o conjunto)
  • “A cadeia da Relação é “mesmo” triangular?” (está lá na exposição – magnífica implantação de um edifício magistral, original, austero, imponente, ainda hoje funcionante e funcional…)
  • “Como eram - e são ainda - os antigos urinóis e quiosques do Porto? Imperdíveis peças de design urbano – nossa filiação nas escolas francesas do séc. XIX – o estilo “Beaux Arts”” (estão lá na exposição)

Algum merchandising alusivo aos monumentos - “bom e barato” - acompanha a exposição. Obrigatório comprar. Passo a publicidade. O Porto merece. O turismo precisa de “ideias” destas para ganhar corpo e expressão em acontecimentos que à cidade digam respeito.

... Ver imagens em PDF.

--
Nota de TAF: Tal como noutro post anterior, este texto estava pendente para publicação há já algum tempo. As minhas desculpas ao Pedro.

Como se entende submergir uma linha ferroviária centenária, cheia de história e que é a coluna vertebral de Trás-os-Montes, passando pelo complexo a reactivar no Cachão e devendo é ser ligada de Bragança a Puebla de Sanábria, onde chegará a Alta Velocidade Espanhola, colocando-nos a 1h30 dos turistas e empresários de Madrid?

Isto é desenvolver o País, que só “miúdos patetas” que fazem projectos a partir do Terreiro do Paço e em Google Maps, que devem achar que Mirandela fica nas Beiras, não entendem. Como é possível que Miguel Sousa Tavares, um portuense de nascimento, venha falar de linha de bitola europeia em vez de TGV? Caro senhor, TGV é uma marca de comboios que circula em linhas de bitola, isto é, de largura entre carris, europeia. Não tem nada a ver com TGV's, mas com a substituição da tradicional bitola ibérica que impede a continuidade de circulação na entrada em França.

Não percebem que o despovoamento do interior Norte está directamente ligado ao encerramento das linhas ferroviárias do Corgo, Sabor, Tâmega, Tua e agora Minho e Douro? Que demora 3h40 a ir do Porto a Vigo por Caminho de Ferro? E depois temos os autarcas sem coluna vertebral a quem uma independente e forte liderança política regional, não a dos favores da CCDR, muito bem faria.

José Ferraz Alves
Futuro Partido do Norte

De: Alexandre Burmester - "Leis caras e estúpidas para países pobres"

Submetido por taf em Quarta, 2012-05-16 19:05

Na VCI

Se há alguma coisa de agradável na VCI, que aparentemente nada tem, são algumas das suas bordas verdejantes. Aparentemente e por conta da poluição sonora, a Estradas de Portugal, ou lá que entidade é, está a colocar barreiras acústicas, preparando-se para emparedar esta parte da cidade como se de alguma auto-estrada se tratasse. Chama-se a isto substituir uma poluição por outra, quanto a mim bastante pior.

Ao menos tivessem o cuidado de escolher outras barreiras acústicas.
Ao menos colocassem outras cores.
Ao menos vamos ter ao longo da VCI uma exposição permanente de graffitis.
Ao menos houvesse bom senso...

De: José Ferraz Alves - "Mais do que urgente, o Banco Social!"

Submetido por taf em Quarta, 2012-05-16 18:56

"Caixa financia até 83,5 milhões na OPA à Brisa", em Diário Económico de 2012.05.15

Esta Caixa… é a Geral de Depósitos, o único Banco Público, logo a que mais devia promover o desenvolvimento, algo que não se decide por decreto mas que necessita de projectos e de fundos para o investimento. A Caixa Geral de Depósitos é a entidade financeira que tem sido partilhada pelo PS e pelo PSD e que, recentemente, com o BCP tomado pelo PS, é de uma paz financeira e convivência que agrada a "todos". O apoio à OPA da Brisa é troca de dinheiro entre accionistas, que muito provavelmente será colocado logo fora do país.

É a Caixa que devia apoiar os PPP – Pequenos Projectos Possíveis, esquecidos pelos capitais de risco público e Business Angels - que vivem do dinheiro dos primeiros – e que julgam que vai aparecer na esquina mais uma Google, uma Apple, um Facebook, que lhes renderá muitos milhares de milhões. E que só investem acima de 1 milhão de euros, dado não têm tempo nem paciência nem humildade para coisas pequenas. Nem são apoiados pelo “crédito-micro” que temos no País, sem carências de juro e mínimas de capital e com spreads aviltantes, dado que são garantidos pelo Sistema de Garantias Mútuas do Estado. Portugal não apoia o empreendedorismo. Diz que sim. O que se passa nestas cabeças dos decisores económicos e políticos? “Fetiches” do tempo em que jogavam monopólio na infância - E como o humorista Bruno Nogueira muito bem retratou, deveria ter muitos recursos de Isaltino Morais quando saía a carta “vá para a cadeia” -.

O Movimento Partido do Norte, futura Federação de Partidos com sedes em várias Regiões do País, o Partido Português das Regiões, aprova a constituição de um Banco de raiz privada, sem intervenção pública, com cariz social e que terá intervenção nas regiões. Mas coloca-se longe dele, apenas o apoiará na guerra forte que lhe será movida para a sua constituição. Não precisa de intervenção pública, porque será auto-regulado pelo mecanismo das Empresas Sociais criado pelo Yunus e ficará fora do apetite dos jogadores de monopólio.

No MPN, aprendemos com o Governo Britânico, que aprovou uma comissão liquidatária que percorreu todo o sistema financeiro do país, em busca de contas com dinheiros de dividendos e juros de obrigações, e que acumularam 20 mil milhões de libras para o apoio à acção social neste país. Aprendemos com o Hospital Psiquiátrico de Girona, que se converteu no terceiro maior produtor e vendedor de produtos lacticínios na Catalunha e cujos colaboradores ajudam as suas famílias, com os salários que auferem (empreendedorismo social). Aprendemos com o que se passou com as Caixas Espanholas, cuja intervenção dos políticos na sua gestão está na raiz dos seus problemas financeiros.

Aprendemos com Muhamnad Yunus, em que ser Empresa Social tem apenas quatro regras estatutárias que fazem a diferença toda: 1º O capital dos accionistas é remunerado como se de um financiamento com risco accionista se tratasse; 2º Não pode distribuir dividendos, tendo de reinvestir os existentes na sua missão ou praticar preços que os eliminem; 3º Tem de ser sustentável económico e financeiramente; 4º Os gestores recebem “success-fee”, não pelos lucros, mas pelos novos empreendedores sustentáveis que apoiem, pelo número de empregos que ajudem a criar, pelo número de casas habitadas que consigam financiar na reabilitação.

José Ferraz Alves
Secretário Geral Movimento Partido do Norte

De: Pedro Figueiredo - "O grau 200 da participação cidadã"

Submetido por taf em Domingo, 2012-05-13 23:45

Em Campanhã  Em Campanhã

Continuam a realizar-se os “passeios JN pelo Porto”, aos últimos domingos de cada mês, passeios magnificamente guiados pelo Germano Silva. Este aqui relatado foi em Campanhã e muito se aprende ouvindo Germano Silva. Foi uma autêntica missa protestante, com Germano como Pregador (aos peixes…). Nas imagens:

  • A Praça da Corujeira, espelho da degradação do espaço público desta “zona Oriental”… excluída do glamour e pseudo-glamour do “West Side”, sempre o preferido da CMP laranja…
  • Os bairros do Falcão e do Monte da Bela, a provar que os edifícios com os materiais à vista se revelam bem mais expressivos que outros que conhecemos: Betão, Pedra, Tijolo e Madeira… também a provar a feliz ideia da CMP – incluída na renovação das fachadas dos bairros – que é a execução das obras de fecho das entradas e caixas de escada exteriores dos bairros sociais… faz sentido, dada a devassa da entrada a que os inquilinos nestas situações estão sujeitos.
  • Impressionante foi o número de pessoas – cerca de 200 – que acabou por participar nesta “autêntica acção de Cidadania” que é “Conhecermos a nossa cidade”… ”Mestre Germano não dura para sempre. Portuenses, aproveitai a sua sabedoria!”

... Ver resto do texto e imagens em PDF.

--
Nota de TAF: Este texto estava pendente para publicação há já algum tempo (atrasei-me...), mas não perdeu actualidade.

De: TAF - "Viagem no tempo"

Submetido por taf em Domingo, 2012-05-13 23:11

De: TAF - "Sugestões e apontadores"

Submetido por taf em Sábado, 2012-05-12 23:49

- Via de Cintura Interna recebe obras segunda-feira
- Os donos do passeio, sugestão de Miguel Barbot
- Discursos sobre a Cidade Contemporânea | Conferência em trânsito #041, 20 e 21 de Maio, sugestão da OASRN
- Sabia quantos municípios existiam em 1899?, sugestão de Cristina Santos
- Agricultura urbana
- Tuk-Tuk turístico são novidade em Vila Nova de Gaia
- Matana Roberts e um domingo muito especial no Gallery Hostel Porto, sugestão de André Gomes
- O pintor e a cidade, 1956, Manoel de Oliveira, sugestão de Teodósio Dias

- Get Bus: Dois amigos criaram ligação direta entre Braga e o aeroporto Sá Carneiro
- Senhor de Matosinhos: Cidade espera um milhão de visitantes
- Porto recebe "O Maior Estendal de Fotografia"
- O Futuro do Jornalismo, reportagem da TVU
- Porto vai receber a maior aula de judo do mundo - 14 de Maio
- HubPorto promove inovação social em Paranhos
- FITEI reduzido a metade dos dias e com arranque na Guimarães 2012
- Mais de 500 artistas e 40 horas de arte contemporânea no Serralves em Festa
- Alegado "monopólio" na colagem de cartazes abre polémica no Porto

- Estado recusa transferir bairros para Câmara e avança com obras em Junho
- IHRU não tem dinheiro para continuar obras no Lagarteiro
- Programa Bairros Críticos estava moribundo e acabou por falta de verbas

- IHRU admite Rui Moreira num novo Conselho Geral da Sociedade de Reabilitação
- Manual de Apoio ao Projecto de Reabilitação de Edifícios Antigos
- Festa na Baixa 2012 - Programação
- Cerâmica das Devesas ao abandono
- Reserva natural do Estuário do Douro passa a área protegida

De: Luís Gomes - "Quando a «festa da democracia» termina..."

Submetido por taf em Sábado, 2012-05-12 23:45

... devemos ser cuidadosos em não perder nada pelo caminho.

Cartaz do PDA / Partido do Norte

Rotunda do Castelo do Queijo

Caro Luís Gomes

Claro que não gosto da actuação da Câmara, mas não percebo são os seus argumentos:

  • 1. Em primeiro não sou contra os regulamentos, sou é a favor que se façam, mas com os interessados e não contra as pessoas, aliás o que expliquei sobre o tema anteriormente;
  • 2. Os comportamentos da Queima são os mesmos da Baixa, até porque são as mesmas pessoas. Não percebo é porque a Câmara utiliza o mesmo pau com duas medidas diferentes;
  • 3. Quanto a quem chegou primeiro, foram se calhar as carroças com os bois, mas como hoje há os automóveis e já não se anda de carroça.

Eu, como munícipe do Porto, é que não aceito de bom ânimo que se endividasse a Câmara ao longo destes e dos próximos anos, para resgatar os direitos de construção e a seguir construa 10 vezes mais área em impermeabilização do Parque da Cidade. Quanto às regras de boa vizinhança, isso é para mim um principio de educação e não um motivo de pagamento.

De: Ricardo Fernandes - "A razão perde-se num instante"

Submetido por taf em Quarta, 2012-05-09 17:17

Caro Luís Gomes

Saliento que concordo com regulamentação. Só não posso aceitar quando esta afecta claramente a base das empresas em questão. Fechar estes estabelecimentos às 2h da manhã, ou 4h excepcionalmente, em nada vai resolver o cerne do problema. Os próprios moradores dizem que o problema é “o barulho feito na rua”. Os frequentadores dos bares encontram-se no exterior e para estes problemas existem meios de insonorizar os espaços.

Estas acções autistas apenas demonstram a falta de sensibilidade causada pela inexistência de comunicação entre a autarquia e a população, apesar da primeira afirmar a viva voz ter impulsionado a movida...

Cumprimentos.

De: Carlos Oliveira - "Um disparate de obras!"

Submetido por taf em Quarta, 2012-05-09 17:15

Estas obras, na minha opinião, são um autêntico DISPARATE. Numa altura em que aquela zona começa a ter movimento, novas lojas e restaurantes a abrir, levam com ano e meio de obras... Tenho a certeza que quando a Rua das Flores for pedonal terá menos gente a passar por lá do que tem actualmente e será uma rua de sem-abrigos e lixo no chão...

Uma nota: "Câmara do Porto estuda melhor solução para a limpeza da cidade" - mais um negócio muito mal explicado!

De: Luís Gomes - "A razão perde-se num instante"

Submetido por taf em Quarta, 2012-05-09 16:52

Caro Alexandre

Pelos seus comentários, denoto que não gosta da actuação da CMP. Está no seu direito. Não entendo são os seus argumentos:

  • 1. Ninguém está a "asfixiar" os horários na noite da Baixa. Criam-se regras e garante-se o seu cumprimento. Eu não vivo na Baixa mas não gostaria de morar ao lado de uma discoteca que estivesse a funcionar às 6 da manhã.
  • 2. Os barulhos e comportamentos verificados na Queima não são melhores nem piores do que os verificados na Baixa: atira-se o lixo para a rua, urina-se onde calha e o ruído será desagradável em ambos os lados.
  • 3. Estou em crer que o Queimódromo "chegou primeiro" do que 4/5 dos prédios construídos em frente a ele. Quem comprou ali sabia ao que ia, não lhe parece?

E eu como munícipe do Porto não posso aceitar de ânimo leve que a CMP se endividasse ao longo destes anos para "resgatar" os direitos de construção no parque anteriormente emitidos, quando o cidadão de Matosinhos beneficia do parque muito mais do que os portuenses. Não me consta que, em algum momento, Matosinhos tenha contribuído para o bem comum que é o parque. E os juízos de valor da "má vizinhança" dão para o lado que se quiser, argumentos certamente não faltarão.

Resta-me dizer que em relação às regras para a noite na Baixa acho muito bem que se legisle, actue e fiscalize. Não se pode ter diversão, comércio, turismo, e gente a viver no centro histórico agradando a todos. Não é por acaso que a noite de Barcelona é associada ao botellon e a outros fenómenos ilícitos e que isso, se num primeiro momento é captador de turismo, num segundo momento vira-se contra esse mesmo destino.

O grande problema deste país como da Grécia é a economia paralela e a falta de cumprimento/fiscalização das leis. Vejam-se as Lojas de Roupa no Porto com avisos de "Montras em Execução" ad-eternum, sem exporem os preços como manda a lei. Eu nunca fui a uma discoteca no Porto em que me dessem um recibo ou uma factura pelo serviço prestado. E creio que não tive azar...

O executivo da Câmara do Porto é composto por 13 elementos, sendo que 7 têm funções executivas (os eleitos pelo PSD/CDS) e 4 não têm.

O Vice-Presidente e 1º representante do CDS, saiu para as Águas de Portugal... O outro representante do CDS saiu para director da Segurança Social... De referir que durante os 2 mandatos nunca teve nenhuma função nesta área na Câmara do Porto. Será que estava desaproveitado, ou o importante era agora ser colocado em qualquer coisa? A Vereadora do PSD Guilhermina vai a tribunal por este caso. Mais uns negocios das sucatas... O novo vereador do CDS está falido, e não podia sequer fazer parte da lista; apenas suspendeu e promete que vai voltar... Como vai voltar para um lugar onde não podia ser eleito? Pouco sobra para dar alguma credibilidade a este executivo. Temos um executivo em frangalhos. Ou estão à espera que acabe o mandato, ou então não servem mesmo para nada e por isso fica tudo igual!

Este último mandato tem sido um Titanic a afundar, mas muito devagar... demora 4 anos. Pior só mesmo o silêncio de Rui Rio sobre estas confusões todas. Será que quer mesmo que o barco afunde, para criar problemas ao próximo candidato do seu Partido?! Sendo o cenário Luis Filipe Menezes cada vez mais real, não tenho dúvidas!

De: Alexandre Burmester - "A razão perde-se num instante..."

Submetido por taf em Segunda, 2012-05-07 17:04

A mesma Câmara que quer regulamentar a movida nocturna da Baixa, asfixiando os seus horários, admite a festa da Queima no “Parque asfáltico da Cidade” até às quinhentas da madrugada, com barulho e comportamentos, que para além de incomodar os muitos mais residentes locais dos que os da Baixa, ainda por cima pratica a política de má vizinhança com a Câmara de Matosinhos. Haja moral...

Nota: Vá-se lá saber porque a Justiça Portuguesa é capaz de rejeitar a providência cautelar interposta pela Câmara de Matosinhos, por achar que esta não representa a população. Será que a Justiça sabe o que são eleições?

De: TAF - "Alguns apontadores e sugestões"

Submetido por taf em Segunda, 2012-05-07 02:57

- Duas moções do BE aprovadas na sessão de 26 de Abril da Assembleia Metropolitana do Porto: ex-SCUTs e indemnizações compensatórias nos transportes, informação de José Machado de Castro
- Apresentação do livro "A Europa em Crise" e colóquio, 9 de Maio às 19h00 no ISCET, sugestão de Miguel Gonçalves
- Propostas para o Mês da Arquitectura - Outubro 2012, candidaturas até 22 de Junho, sugestão de Carolina Medeiros da Ordem dos Arquitectos SRN
- Peça de Teatro "Adivinhe Quem Vem Para Rezar", em cena até 3 de Junho, convite de Nina Teodoro do Seiva Trupe
- portopatrimoniomundial.com, sugestão de Paulo Pinto de Almeida

- Número de hotéis no Porto quadruplicou em 4 anos e o sector está preocupado
- Reabilitação do bairro do Lagarteiro em risco, diz o PS
- Milhares de finalistas da Universidade do Porto benzeram as pastas - fotografias
- Queima das Fitas 2012: Primeira noite foi tardia mas animada
- Matosinhos não se conforma com a Queima das Fitas
- Requalificação urbana do Eixo Viário Mouzinho/Flores arrancou

De: TAF - "Como rebentar com a cidade, poupando em bombas II"

Submetido por taf em Sábado, 2012-05-05 21:17

Elevador da Lada


Este é o estado da entrada do Elevador da Lada, na Ribeira, desde há mais de 4 (quatro!) meses. Entaipado como a Escola da Fontinha. Em manutenção. Das portas. Desde o início de Janeiro. Durante a semana o ascensorista continua lá, a tomar conta do equipamento parado, e a explicar simpaticamente aos turistas (os residentes já nem estranham) aquilo que não tem explicação.

Há dias um jovem casal, com bebé, queria arrendar o apartamento de uma vizinha minha, aqui nas Escadas do Barredo. Desistiu. Provavelmente vai para fora do Centro Histórico. Sem elevador, carregar todos os dias bebé e carrinho escada acima escada abaixo, sol ou chuva, e familiares mais idosos sem acesso viável ao apartamento...

De: TAF - "Um PS mais inteligente"

Submetido por taf em Sábado, 2012-05-05 21:11

De: Vítor Silva - "Atividades da Campo Aberto em Maio"

Submetido por taf em Sábado, 2012-05-05 20:55

Com os dias cada vez maiores a atividade da Campo Aberto também aumenta.

9-maio – Repensar a Relação Criança/Natureza Brincadeiras de Antes e de Agora / Projeto Mil Escolas Ciclo Pedagogia Ecológica
Nesta primeira sessão, a Dr.ª Celeste Silva, autora de uma tese de mestrado em Ciências da Educação sobre a transmissão da herança cultural de pais para filhos no domínio das brincadeiras, sobretudo em meio rural, apresentará as linhas mestras desse trabalho sobre BRINCADEIRAS DE ANTES E DE AGORA.

16-maio – O Som e o Ser com Inês Soares
Uma sessão com Inês Soares, em que são abordadas atitudes perante o som e o ser, diferentes forma de respirar, de relaxar, de sentir e transmitir a vibração do som.

19-maio – Jardins do Porto – Palácio, Casa Tait – Ciclo II: visita
Jardins da Cidade do Porto – Ciclo II (Jardins do Palácio, Jardim Casa Tait)
Convidados para orientar a visita: Dra. Isabel Moreira e Prof. Rubim de Almeida (docente e investigador da Universidade do Porto – CIBIO & Dept. de Biologia)

23-maio – Lançamento do livro Verdes Anos – História do Ecologismo em Portugal 1947-2011, de Luís Humberto Teixeira, apresentado pelo Autor e por José Carlos Marques
A apresentação pelo Autor de um livro (único na matéria até agora) que traça a história em Portugal dos movimentos e ideias ecológicas, de 1947 a 2011, com relevo para a intervenção institucional e parlamentar, desde o recente PAN (Partido dos Animais e da Natureza), passando antes pelo MPT (Movimento Partido da Terra) e antes ainda pelo PEV (Partido Ecologista Os Verdes), além de algumas outras, menos conhecidas.

26 e 27-maio – Douro Internacional / Alto Douro, Flora e Fauna, Observação de Aves
A Campo Aberto programou para 26-27 de maio (sábado-domingo), sob orientação dos Professores Antonio Crespi e Paulo Travassos, da UTAD – Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, uma visita ao Douro Internacional, incluindo Centro de Valorização do Burro de Miranda (Atenor, Sendim), cidade de Miranda do Douro, passeio de barco e observação de pássaros nas Arribas do Douro em Miranda, passeio pedestre à Faia da Água Alta e Peredo dos Castelhanos (Lamoso, Mogadouro), e passeio pedestre ao Penedo Durão, em Freixo-de-Espada-à-Cinta, com conclusão na antiga estação de Barca d´Alva.

Vitor Silva
Campo Aberto

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