2007-12-02

De: Cristina Santos - "Superavit de 5,2 milhões de euros"

Submetido por taf em Quarta, 2007-12-05 14:07

Os mais sinceros parabéns à CMP por este triunfo. Dirão os pessimistas «pois, mas não se tem investido na cidade, assim é fácil», dirão isto em vez de reclamar em força e união, como ontem fizeram, uma atenção do Governo, que premeie os municípios que se esforçaram para o equilíbrio das contas do país. O Porto merece ser recompensado com bons projectos, com a confiança de um Governo que se deve mostrar imparcial.

Quanto à questão dos arrumadores, seja pela época, seja pelo fim do programa, certo é que estão de volta aos passeios da cidade e em força. Principalmente nas zonas mais sombrias, reocuparam antigos postos e não temem a Polícia, este panorama é facilmente constatável entre as 18H e as 19H na Praça da República, no Largo da Paz, na Rua da Paz em frente à entrada secundária do Hospital Privado da Boavista, etc.

Na Praça da Republica temos a BT a mandar encostar as viaturas no âmbito das operações de prevenção rodoviária do Natal, e simultaneamente a mandar dispersar os arrumadores, que mesmo perante a brigada continuam o seu trabalho. Dirão que sempre aí existiram 1/2 arrumadores, pois é verdade só que agora são novamente um grupo bem grande, é difícil ficar indiferente perante a algazarra. No Largo da Paz, que praticamente não tem luz pública, também são mandados dispersar pelas brigadas que aí fazem prevenção, ou circulam. Não obstante, mal a brigada dissipa, os arrumadores reocupam os seus postos. É uma zona de passagem para centenas de jovens e crianças, que saem das escolas muitas vezes já depois das 18H.

Claro está que isto, para a maioria, não significa mais do que uma derrota para Rui Rio. Para mim e como a Cidade vai muito além de Rui Rio, como ontem se viu, significa que por meia dúzia de tostões e um Governo que insiste em pensar que todos os arrumadores são toxicodependentes, temos num Natal onde somos ponto de atracção nacional, «gárgulas humanas» em todos os recantos a pedir comparticipações a quem nos vista, isto somado ao clima de insegurança que tem vindo a ser divulgado nos media, parece-me extremamente negativo e lesivo dos nossos interesses.

Mas talvez seja melhor continuar a atirar pedras ao Executivo, do que defender os nossos interesses gerais, porque isto de admitir que os arrumadores estão de volta e em peso pode configurar um apoio directo a Rui Rio e não parecer nada um motivo de defesa da imagem da nossa Cidade. Que se hade fazer?! Dar de novo a moedinha?!

De: F. Rocha Antunes - "Algumas centenas de Cidadãos do Porto"

Submetido por taf em Quarta, 2007-12-05 11:51

Meus Caros,

Volto à escrita na Baixa para saudar as centenas de cidadãos do Porto que saíram do quentinho das suas casas numa fria noite para celebrar o Porto Património da Humanidade.

A responsabilidade que todos temos na preservação do Património não é algo que se possa enjeitar e atirar para cima dos outros. Como em todas as questões de cidadania, é a cada um de nós que cabe o essencial dessa preservação, e nós temos a particular responsabilidade de tomar conta de um Património que, pela sua importância, é de toda a Humanidade. Somos todos muito rápidos a acusar os outros de tudo o que acontece, mas era importante metermos a mão na consciência e lembrarmo-nos do que fazemos ou não para que as coisas sejam melhores do que são.

Ontem celebrou-se a classificação, e correu bem.
Hoje temos que continuar a importarmo-nos.

Francisco Rocha Antunes
Promotor imobiliário

De: Pedro Lessa - "Eu imPORTO-me."

Submetido por taf em Quarta, 2007-12-05 11:48

Parabéns Porto.

Apesar de terem sido 11 anos em que pouco ou nada se fez para a sua preservação, o Património Mundial que é a nossa cidade, deve ser celebrado. Não nos assustemos com o passado mas sim, tenhamos o entusiasmo necessário para o futuro. Todos, sem excepção, deveremos arregaçar as mangas para que o marasmo desapareça.

E por favor, deixem-se de discussões de parolices e respectivos afins. Quem gosta de parolices, não as atire aos olhos dos outros. É que realmente as rodas da Concorde e do Tamisa tem tudo a ver com a da Cordoaria…

Apesar do frio, todos à Baixa!!!

Cumprimentos.
Pedro Santos Lessa.
pedrolessa@a2mais.com
--
Nota de TAF: post recebido ontem, já depois de eu ter saído para a festa.

De: Fernando Dionísio - "Projectos em formato digital"

Submetido por taf em Quarta, 2007-12-05 11:39

Esta notícia publicada num site de Arquitectura por João Lacerda fala de Lisboa, contudo o tema é válido para qualquer Câmara. Depois da citação coloco as minhas questões...

«Já é possível apresentar projectos urbanísticos para aprovação e licenciamento na autarquia lisboeta em formato electrónico e com base em ficheiros DWF, uma medida que segunda a câmara é "pioneira a nível Mundial". Desta forma, a Câmara Municipal de Lisboa torna-se o primeiro organismo público no Mundo a colocar em funcionamento uma aplicação de software à medida para aprovação e licenciamento de projectos urbanísticos.

Depois de quatro anos a desenvolver soluções que permitam desburocratizar este tipo de processos, a Câmara Municipal de Lisboa colocou em funcionamento a aplicação "ePaper" desenvolvida para conseguir uma mais fácil gestão e uma maior segurança dos ficheiros ao longo de todo o processo de aprovação dos projectos urbanísticos.

"A Câmara Municipal de Lisboa é um dos primeiros Organismos Públicos do Mundo a implementar um processo electrónico de aprovação de projectos e ainda uma solução para aprovação e cálculo de impostos utilizando o Autodesk Design Review" - refere Amar Hanspal, Vice-Presidente da Divisão PSEB da Autodesk. "Disponibilizando o Design Review a mais de (…) 2 000 colaboradores (…) e integrando electronicamente os projectos submetidos a aprovação directamente no seu sistema de aprovação e revisão de projectos, a Câmara Municipal de Lisboa desenvolveu uma solução de baixo custo e de fácil utilização que permite uma rápida revisão e aprovação dos projectos urbanísticos, indo assim ao encontro das necessidades de uma Comunidade autárquica em rápido crescimento", sublinha o mesmo responsável.»

..., leva-me a três perguntas:

  • 1 - Sabe a CML o que é uma norma ISO?
  • 2 - Sabe a CML que o DWF não é uma norma ISO?
  • 3 - Sabe a CML que o PDF vectorial é uma norma ISO?

Pergunto eu, que gosto de perguntar coisas...

Fernando Dionísio

De: TAF - "A Festa"

Submetido por taf em Quarta, 2007-12-05 01:07

Tenho aqui vários posts que me chegaram para publicação, mas é tarde e para já ficam só estas fotografias da festa desta noite. Como sugestão de melhoria para o próximo ano, sugiro uma interpretação mais ousada da peça de piano escolhida, talvez uma versão a quatro mãos. :-)


eu imPORTO-me

eu imPORTO-me

eu imPORTO-me

eu imPORTO-me


Também gostei do vinho. :-)

De: Alexandre Burmester - "Eu imPORTO-me"

Submetido por taf em Terça, 2007-12-04 16:52

Hoje é dia de comemoração, faz 11 anos que o núcleo histórico do Porto foi considerado Património da Humanidade.

Porto Antigo

“De olhos postos no Atlântico e mãos dadas com as terras de Espanha, ergue-se o Norte de Portugal. Um Norte que é o tronco antigo e robusto de Portugal, um núcleo duro de Portugalidade. Aqui, onde um Porto de rio e de mar marca um pilar desta nação de gentes com alma cheia.
O Porto é um dos locais onde a memória e os sentidos se avivam, onde os murmúrios dos granito nos contam... do passado, uma história que hoje persiste, gravada nas pedras e nos olhares das gentes.
O Porto é olhado, à beira de um mar antigo, cheio de destinos infinitos, mas agora tornado por Património Cultural da Humanidade o Porto é olhado universalmente.”

O dia em que se festeja o seu aniversário e sendo comemorado pelos cidadãos, e não por qualquer entidade pública, não pretende por isso ser contra ninguém, e é bom que isto esteja bem claro. Ninguém está contra qualquer Partido, Câmara, Ministério, seja lá o que for. A culpa se ela existe é de todos. Incluindo nós os simples cidadãos Portuenses ou Portugueses, porque não damos o valor necessário e devido ao Património que temos.

A Festa pretende apenas chamar a atenção para este enorme Património, que se encontra em degradação e parcialmente esquecido.
Mas tenhamos todos a consciência que a sua reabilitação não é tarefa simples e fácil. É complexa, depende das entidades, e depende fundamentalmente de todos nós, habitantes e cidadãos.

De: TAF - "HOJE"

Submetido por taf em Terça, 2007-12-04 09:55

De: Jorge Azevedo - "Rodas inauditas e não inauditas..."

Submetido por taf em Terça, 2007-12-04 09:31

Londres - London Eye  Paris - Place de La Concorde

Rodas há para todos os gostos e feitios e em todos os locais: Património da Humanidade, Património Nacional e veja-se até em "pequenos" vilarejos como Paris e Londres!

É claro que também há Rodas e Rodas, mas se houver por aqui alguém que esteja tomado por uma onda "anti-piroseira" e queira mostrar serviço, então patrocine (que é como quem diz, chegue-se à frente), e sou capaz de arranjar a transferir estas rodinhas que estão na Place de la Concorde, Paris ou até o conhecido «London Eye» junto ao Tamisa em Londres, para o Passeio da Cadeia da Relação...! E então sim, acabávamos com a invasão dos "parolos" e teríamos a invasão dos "snobs"!

A Ordem dos Arquitectos Secção Regional do Norte (OASRN) associa-se à celebração das comemorações do 11º aniversário da classificação do Porto como Património Mundial com a abertura da sua sede na Rua D. Hugo, N.º 5-7, no próximo dia 4 de Dezembro, Terça-feira, das 16:00h às 19:00h.

A classificação de Património Mundial atribuída pela UNESCO ao centro histórico da cidade do Porto a 4 de Dezembro de 1996 constituiu motivo de orgulho e de esperança relativamente à qualidade universal deste património, à necessidade de o preservar e às novas possibilidades que se abriam com essa consagração.

A celebração pública do aniversário deste reconhecimento internacional é, naturalmente, uma iniciativa que merece o apoio da Secção OASRN, felicitando os seus autores, e felicitando ainda a espontaneidade da sua acção, a qual, sem a participação de instituições públicas ou privadas, conseguiu, num curto espaço de tempo, e fruto da sua pertinência e partilha colectiva do sentimento de imPORTância do seu apelo, reunir apoios significativos e montar o ambicioso programa que agora se anuncia.

A arquitectura é uma componente estratégica da intervenção neste património, seja em trabalhos de restauro, de renovação ou de intervenção contemporânea.

A sede da OA-SRN, sita à Rua de D. Hugo, 5-7, nas traseiras da Sé, integra esse património e constituiu igualmente exemplo de referência de intervenção nesse Património. Inaugurada em 1993, resultado de um concurso público aberto a todos os arquitectos, de que resultou vencedora a equipa dos arquitectos Maria Helena Rente, José Carlos Portugal e Tiago Falcão, o edifício abriga vestígios arqueológicos da fundação da cidade do Porto, e foi, em 1994, distinguido com o Prémio João Almada.

Mais informações em anexo.

Com os melhores cumprimentos,
Carolina Medeiros
Assessora do Pelouro da Cultura
Ordem dos Arquitectos Secção Regional Norte

De: Pedro Menezes Simões - "Sugestão de Leitura"

Submetido por taf em Segunda, 2007-12-03 23:58

- O impacto negativo dos monopólios privados na gestão aeroportuária - estudo do caso do Reino Unido

Enquanto no Reino Unido estão a pensar no desmembramento do monopólio existente na gestão aeroportuária, nós por cá pensamos em copiar esse modelo que tão maus resultados tem dado...

Cumprimentos,
Pedro Menezes Simões

Cara Cristina Santos

O foco da sua entrada está deslocado, na minha modesta opinião. O que está em questão não são as motivações, nem a educação estética daqueles que demandam à urbe para apreciar as festividades. Também não está em causa a importância da animação da cidade, enquanto instrumento para o seu desenvolvimento sócio-económico. Não se está a inventar nada. As feiras medievais também tinham subjacente o negócio em parceria com o lúdico e a sociabilidade.

O que está em causa é o conceito estético dos promotores destas iniciativas. Decerto concordará comigo de que o desiderato pretendido é possível de obter, valorizando a estética (apesar da sua subjectividade implícita). Durante anos, já distantes, as iluminações e as actividades desenvolvidas tornavam a cidade expoente de cosmopolitismo e de criatividade. Quantos se recordam das extraordinárias exposições da Associação das Ludotecas na Praça Gen. Humberto Delgado? E das iluminações sóbrias e de grande qualidade estética que os "Castros" desenvolviam para a cidade?

Não será possível dar festa e arraial acrescentando valor económico e cultural? Será que são as nossas criancinhas quem nos deve indicar o seu percurso formativo e o que deverão apreender?
--
Vítor Vieira Alves

De: Cristina Santos - "Apontadores"

Submetido por taf em Segunda, 2007-12-03 12:58

De: João Medina - "Arrumadores - as desculpas de Rio"

Submetido por taf em Segunda, 2007-12-03 12:56

Nos últimos anos, quando me desloquei de carro à Baixa, à Ribeira, à Foz, a Campanhã, ou a dezenas de outros locais do Porto deparei-me SEMPRE com arrumadores. Desde que foi notícia o fim do programa Porto Feliz, não me têm aparecido nem mais nem menos arrumadores nas ruas do Porto. Eles sempre estiveram lá.

Tenho claro que toda esta polémica não passa de uma desculpa de Rui Rio para o não cumprimento da sua promessa eleitoral de acabar com os arrumadores. Assim, do cimo da sua soberba, empurra com a barriga a culpa para outros, evitando reconhecer a sua manifesta e comprovada incompetência nesta área.

De: Cristina Santos - "As crianças são parolas?"

Submetido por taf em Segunda, 2007-12-03 12:50

A invasão de «parolos» na nossa Baixa representa um enorme contributo para o espírito natalício. Esses parolos são pessoas que, atrás de ver uma árvore, acabam a gozar o Porto e que do Porto vão mais alegres para o aconchego das suas pequenas cidades, vilas e aldeias, onde o espírito de Natal se reduz a um anjinho iluminado na Praça.

É pena que neste blog não participem crianças, seria interessantes perguntar-lhes se acham a árvore parola, a pista de gelo pirosa, se não gostam de passear à noite sobre um céu coberto de renas, estrelas, tomar um galão quentinho com torradas, num café aconchegado por muitas gente e lambuzar com os dedos as montras que oferecem aquilo que desejam receber no dia 25. Este ano os enfeites até podem ser fraquinhos, poucos, mas se todos aproveitassem, talvez para o ano houvesse verba para fazer algo diferente, que pudesse animar as pessoas cultas, com sentido crítico apurado, para que também elas sorrissem no Natal e se orgulhassem da cidade, usufruindo com gosto de tudo o que ela tem para oferecer.

É pena que os comerciantes embarquem na onda da parolice e piroseira, e optem por não iluminar as suas montras, depois queixam-se que vão todos comprar ao shopping, onde há luzes, renas, presentes e nada falta para que o comprador se emocione e acabe por desembolsar. Por conta da árvore, muitas famílias vão receber mais visitas, mais alegria, e a Avenida há muito que merecia uma árvore daquela envergadura.

De: Vítor Vieira Alves - "O Porto dos Pirosos"

Submetido por taf em Domingo, 2007-12-02 23:57

Se dúvidas houver, importa tornar pública a minha declaração de interesses: Não gosto da actual regência da Câmara Municipal do Porto, não concordo com a sua orientação estratégica, envergonha-me a postura da oposição socialista e tenho uma alergia visceral ao estilo moralista do Dr. Rui Rio! Talvez por isso, sou muitas vezes confrontado com a acusação de sectarismo nas apreciações que faço dos mandos e desmandos da actual regência autárquica. Seja! No entanto, não posso deixar de expressar o meu desencanto por mais esta opção estética dos senhores da CMP e satélites municipais: As celebrações natalícias!

A cidade não pode ser indiferente ao desenvolvimento económico daqueles que nela criam emprego e riqueza. Deve acarinhá-los, incentivá-los e facilitar-lhes a iniciativa, no escrupuloso cumprimento da lei e regulamentos. Daí que as acções conducentes à atractividade da cidade, em sadia concorrência com o resto do país, é uma estratégia desejada e que deve ser apoiada. Ora, mas vale tudo? É legítimo e aconselhável, nesse desiderato, transformar a cidade numa "feira"? Não sendo da autarquia o papel de "grande educador", pode, no entanto, explorar e incentivar a piroseira e o mau gosto?

Começando pelo aborto estético da Feira dos Aliados. Refiro-me obviamente à famosíssima Maior árvore de Natal da Europa. Para além da monstruosidade da sua dimensão e animação luminosa, é toda a ocupação do espaço envolvente. Eles são barraquinhas de pipocas, castanhas, comes e bebes,... e a desinteressada presença publicitária do patrocinador. Dir-me-ão que o povo gosta e ocorre em peregrinação para olhar de espanto tão magnífica obra da engenharia. É verdade! A notícia de excursões dos concelhos circundantes e dos longínquos Trás-os-Montes e região duriense dão nota desse inusitado interesse. Eles acotovelam-se na busca da melhor perspectiva e, seja do passeio, seja dentro das viaturas que entopem o trânsito da Avenida, procuram captar tão inefável imagem!

A segunda nota desta saga, vai para a inaudita Roda que ocupa o passeio da Cadeia da Relação. Confesso a minha estupefacção quando vi tamanha barbaridade. O que é isto? Será snobismo da minha parte, inferir que tais equipamentos não têm lugar num espaço que é património nacional? Agora se percebe o desprezo com que esta regência camarária trata o espaço Património da Humanidade.

Para terminar, devo referir a iluminação das ruas. Ano após ano o Porto mais parece uma qualquer aldeia ou vila do interior que, sem desprimor para o esforço destas autarquias face aos recursos humanos e financeiros que dispõem, ornamentam as suas ruas com combinações estéticas de gosto muito duvidoso. As combinações cromáticas encontradas levantam-me suspeitas sobre as qualidades oftalmológicas dos seus desenhadores. Ou será que é o nosso edil quem define os modelos e cores a utilizar?

O Porto, cidade Invicta, baluarte de lutas memoriais, que erigiu a Torre dos Clérigos, o Museu de Arte Contemporânea, a Casa da Música, entre outras, está a tornar-se no Porto da Pirosice!

No entanto há sempre excepções! Os meus parabéns a quem desenhou a iluminação da Rua Galeria de Paris. A sobriedade, tão inscrita no património portuense, e a forma como tiraram partido da coloração das folhas das árvores (não perceptível na imagem) merece o destaque e a felicitação aos seus autores e patrocinadores.

Rua Galeria de Paris

De: TAF - "Apontadores, incluindo alguns atrasados"

Submetido por taf em Domingo, 2007-12-02 18:24

- Ter ou não ter, eis a questão - "(...) o novo shopping situado ali numa cratera aberta em plena Rua de Fernandes Tomás, afinal, não vai ter cinemas, ao contrário do que tinha sido anunciado em tempo de projecto. Ora, essa hipótese (...) foi considerada uma "contrapartida" (?) oferecida à cidade quando se percebeu que todo aquele quarteirão ia ser completamente preenchido e cimentado. Ao menos, ia voltar a haver cinema na "Baixa". Puro engano. Sabemos agora que não vai. Apenas lojas e mais lojas. Explicações? Nem privadas nem públicas!"

- Prevista obra na Rua de Miguel Bombarda
- Uma loja só para corredores: runporto.com

- Baixa do Porto em alta no Natal
- "Gosto que o Porto não seja famoso"
- Operação antidroga na Sé
- Concurso de Saltos Internacional Porto - 6 a 9 de Dezembro
- Dois andares de Leitura na refundação de uma das livrarias históricas do Porto
- A Companhia dos Vinhos na toponímia de Miragaia

- Finanças penhoraram 4600 imóveis no distrito do Porto
- Aeroporto em Alcochete agrada ao Ministro do Ambiente

Lisboa:
- Lisboa tem cada vez mais casas vazias e menos residentes
- "Congelar rendas é como bombardear uma cidade"
- Volte-face
- No centro da cidade, um tesouro...

(Nota: o site do Janeiro está agora inacessível.)

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