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 <title>A Baixa do Porto - 2007-07-15</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90/all</link>
 <description></description>
 <language>pt</language>
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 <title>De: Alexandre Burmester - &quot;Vistas curtas II, ou apenas Redutoras&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2542</link>
 <description>&lt;p&gt;Realmente concordo com o &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/2538&quot;&gt;nosso leitor assíduo&lt;/a&gt;, Vereador Lino Ferreira, porque ainda não temos conhecimento da versão final aprovada em reunião de Câmara. Conheço pelo menos 3 versões do Projecto, em que em todas enferma dos mesmos erros, e que foram já por diversas vezes apontados. Aguarda-se esta versão final, para naturalmente podermos fazer uma análise mais rigorosa, e naturalmente com &lt;b &gt;sugestões construtivas&lt;/b&gt;. Pena é que o debate podia ter começado antes, e o período de discussão pública apanha um tempo de férias, o que não permite que se tenha muita calma para tratar do assunto. Assim sugeria que se pudesse alargar esse período, como já &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/2534&quot;&gt;sugeriu&lt;/a&gt; o F. Rocha Antunes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A via Nun`Alvares é uma necessidade que ninguém refuta, e apenas o que se pretende é poder vir a ter uma discussão pública séria e profissional. Não há nem deverá haver aqui qualquer interpretação de confrontos, políticos ou pessoais, mas apenas aqueles que sejam de ordem urbana, e na qual acredito que todos os envolvidos apenas pretendam o melhor para a cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b &gt;Contudo sei que a largura da via mantém os 37 metros, e foi apenas sobre esse assunto que me &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/2536&quot;&gt;pronunciei&lt;/a&gt;.&lt;/b&gt; Parece que este é o único assunto no qual o Plano tem trazido as pessoas a alguma discussão. Sem dúvida que é um dos factores fracturantes e pouco contributivos para a Freguesia, mas nem é o único, nem mesmo o pior. Basta perceber que a largura da via poderá ter diferentes desenhos, sejam com a introdução de canteiros centrais, como alguém já sugeriu, sejam outros. Outras razões apresenta este Plano para que em nada contribua para a requalificação desta área mas, na devida altura e na posse dos documentos actualizados, se fará a devida análise e sugestões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda sobre a largura das vias, e sobre a falta do &lt;em &gt;“conhecimento dos factos”&lt;/em&gt;, passo a esclarecer, mesmo que o Porto em nada se assemelhe quer com Lisboa, Barcelona, Munique, ou outra cidade das referidas, e em que as avenidas referidas como por exemplo as “Novas” de Lisboa, e outras, encontram-se em zonas centrais e em áreas de prédios multifuncionais em nada se enquadram com o local de Nevogilde e as suas características:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Barcelona:&lt;/p&gt;
&lt;ul &gt;
&lt;li &gt;- Av. Diagonal – largura = 43metros x 10 Kms de comprimento e com duas placas ajardinadas;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Rambla Catalunha – largura 27 metros;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;- Lisboa – Avenidas Novas:&lt;/p&gt;
&lt;ul &gt;
&lt;li &gt;- Av. Almirante Reis – largura 25 metros x 1.700 metros;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Gago Coutinho – largura 34 metros x 2.500 metros e com separador central;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Av. João XXI – largura  30 metros x 1.300 metros.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Finalmente para responder a perguntas, que naturalmente em nada ofendem, venho esclarecer que a &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/gen.pl?p=stories&amp;amp;op=view&amp;amp;fokey=cmp.stories/7189&quot;&gt;Via em questão&lt;/a&gt; teve a sua origem no Plano Auzelle, com o intuito de ligação do Porto de Leixões à Alfândega, tema sem qualquer sentido nos dias de hoje, não só porque Leixões tem outros acessos, a Alfândega já não funciona, e o trajecto hoje é pejado de usos que não são compatíveis com vias estruturantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas hoje os técnicos (alguns) têm &lt;em &gt;“muita sensibilidade”&lt;/em&gt; à abertura de novas avenidas na requalificação dos espaços urbanos, porque já não vivemos nos anos 50 e 60, quando se acreditava que a cidade devia ser como fez Auzelle, urbanista francês que implementou uma política de zonamento citadino à base do “rolo compressor” quando, por essa Europa fora, a mesma técnica tinha sido posta de parte. Lá fora já se havia concluído que marcar zonas geográficas para as funções habitar, trabalhar e divertir era um contributo forte para a desertificação das cidades, mas nós, cá dentro, inaugurámos com pompa e circunstância essa mesma política na planta de síntese do plano, marcou-se, a azul, toda a Baixa portuense e considerou-se que a mesma reunia potencial suficiente para se tornar em Zona Administrativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E o mesmo Auzelle propôs a demolição de uma boa parte do centro histórico do Porto, com a construção de um viaduto, em granito, de seis ou sete tramos, e de quinze a vinte metros de largura de tabuleiro, que se lançasse entre o Largo da Cividade (ou da Sé) e o terreiro da Relação. Se calhar também não era nada fracturante.&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Sat, 21 Jul 2007 13:26:12 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: TAF - &quot;Isto é que era bom na Foz... ;-)&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2541</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20070721-riverside.jpg&quot; alt=&quot;Isto sim é cidade com futuro!...&quot; title=&quot;Isto sim é cidade com futuro!...&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma sugestão para inspiração dos projectistas da &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/gen.pl?p=stories&amp;amp;op=view&amp;amp;fokey=cmp.stories/7189&quot;&gt;Av. Nun&#039;Álvares&lt;/a&gt;. (Foto de Luís Reino, &lt;a href=&quot;http://abrupto.blogspot.com/2007/07/momentos-em-tempo-real-hoje-um-pouco_8956.html&quot;&gt;via Abrupto&lt;/a&gt;.)&lt;/p&gt;</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Sat, 21 Jul 2007 12:50:28 -0400</pubDate>
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 <title>De: Sérgio Aguiar - &quot;As outras avenidas e as outras ruas&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2540</link>
 <description>&lt;p&gt;Acho essencial que se discutam os projectos de novas vias para o Porto. Aguardo a organização de um encontro público onde todos possam perceber o que está em causa na nova avenida/auto-estrada da Foz e a consequência da sua implementação (a devolução da frente marítima aos peões ao fim-de-semana, por exemplo).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o que me leva a escrever é a &quot;minha&quot; avenida/rua. Vivo há 8 anos na Rua São Roque da Lameira, próximo da Praça das Flores e gostava de partilhar convosco algumas das preocupações que me afligem, quando se discute com tanto afinco novas avenidas e se esquecem as existentes ou as recentemente construídas (Alameda. 25 de Abril).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde 1999 assistiu-se ao encerramento, na Praça das Flores, de uma instituição bancária, de uma padaria, de um café e de 3 estabelecimentos comerciais. Nada floresce nesta zona da cidade, a não ser os desorganizados e maltratados canteiros (vulgo campas entre os moradores) da Pç. das Flores e a vegetação, tipo matagal, da Alameda 25 de Abril. Nem a um marco do correio temos direito. As habitações mais antigas estão degradadas e a ficarem desocupadas e não existem estruturas no troço Dragão - Pç. das Flores. Não existe saneamento (em pleno século XXI) nem estruturas para o gás, o que deve afastar qualquer pessoa que pense em investir no mercado imobiliário. E assim a Baixa abandonada vai alargando o seu raio e o abandono a tomar conta da cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estes anúncios de novos projectos fazem-me lembrar a inauguração do último jardim, feito pela Câmara: naqueles dias enviei um mail a reclamar do estado dos jardins da Pç. das Flores e da Alameda 25 de Abril e a resposta que tive foi que não há dinheiro e não é prioritário. Não há planeamento nem projecto nesta cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sérgio Aguiar&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Sat, 21 Jul 2007 09:54:51 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: Correia de Araújo - &quot;A minha (pequena) dúvida&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2539</link>
 <description>&lt;p&gt;Cada vez mais a tendência é para a especialização. Acontece assim com a Medicina (são cada vez mais as especialidades e as sub-especialidades), com o Direito e com muitos outros ramos do conhecimento. É, pois, uma questão transversal a todas elas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim sendo, pergunto: será por isso que os técnicos (arquitectos ou engenheiros) muito vocacionados para estudar a requalificação de espaços históricos, como a &quot;Baixa&quot; ou o &quot;Casco Urbano&quot; de cidades antigas, têm pouca sensibilidade para a abertura de novas avenidas, especialmente se estas vierem a ser de largura considerável? É só uma pergunta... e perguntar não ofende.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Correia de Araújo&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Sat, 21 Jul 2007 09:52:57 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: Lino Ferreira - &quot;Tenham lá calma!&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2538</link>
 <description>&lt;p&gt;Caros leitores da &quot;Baixa&quot;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Continuo leitor assíduo, muito menos interventivo do que no início. Tenho lido, com interesse, tudo que se tem dito sobre a Avenida Nun&#039;Álvares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Discussão Pública ainda não está lançada. O Executivo Municipal &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/gen.pl?p=stories&amp;amp;op=view&amp;amp;fokey=cmp.stories/7189&quot;&gt;aprovou&lt;/a&gt;, no passado dia 17, por unanimidade, a abertura do período de Discussão Pública. Ele será aberto, nos termos da lei, quando for publicado o Aviso em Diário da República. A partir dessa data, o documento estará em consulta, integralmente, em vários locais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda antes de ser público, o documento já merecia comentários no &quot;nosso&quot; blog... Havia algumas versões iniciais, que pretendi discutir com um conjunto de personalidades, cuja responsabilidade da selecção é exclusivamente minha. Mais de 90% dessas personalidades são Técnicos das áreas da Arquitectura, Urbanismo e Engenharia. A versão final (&lt;b &gt;ainda para discussão pública!&lt;/b&gt;) - a que foi presente ao Executivo Municipal no dia 17 - era conhecida apenas por 5 (cinco) pessoas. Daí que eu só possa dar razão ao Arq. Alexandre Burmester quando &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/2536&quot;&gt;diz, em 20-07&lt;/a&gt;: - &lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;&quot;É fantástico o que tanto se escreve, por vezes, com tão pouco conhecimento dos factos&quot;.&lt;/span&gt; As palavras são dele. Neste aspecto, ele tem toda a razão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Não esqueçam: quero ouvir-vos, com sugestões construtivas! Esperem até terem conhecimento integral do documento! Já houve muitas mudanças e haverá mais, sempre que haja razões para isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um abraço e bom fim de semana a todos.&lt;br /&gt;
Lino Ferreira&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Fri, 20 Jul 2007 15:57:21 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: Tiago Cortez - &quot;Vistas largas III&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2537</link>
 <description>&lt;p&gt;Caro &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/2536&quot;&gt;Alexandre Burmester&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Achei bastante útil a sua comparação entre avenidas, no entanto creio que regra geral as avenidas portuenses, mesmo as mais largas, são muito estreitas tendo em conta o que se vai fazendo mundo fora. A Avenida da Boavista na minha opinião é excessivamente pouco larga, comparando por exemplo com as avenidas novas de Lisboa (não sei quem as projectou, mas foi uma ideia brilhante), ou a diagonal de Barcelona, a Avenida Charles de Gaulle em Paris, para não falar na 9 de Julho em Buenos Aires (essa que deve ter umas 20 faixas para cada lado, mais sei lá quantos separadores, e ainda os passeios bastante largos, ao todo 140m de largura...)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num contexto portuense, efectivamente a nova avenida é muito larga. No entanto porque não fazem a placa central arborizada, sim, mas dedicada aos peões, como por exemplo nos Aliados? Ajudaria a atravessar e tornava a avenida muito simpática para os peões. Umas lombas e muitos semáforos, como é normal numa zona urbana, travam os carros certamente, e mais vale fazer neste momento larga, que depois ter filinhas de carros parados por lá, como acontece noutros locais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma via, independentemente do uso que dá ao espaço, pode ser sempre modificada, vejamos que muitas ruas foram &lt;em &gt;peatonalizadas&lt;/em&gt; na Baixa. No entanto alargar uma via implica regra geral demolições, e o Porto já sofreu muitas perdas com isso. Daqui a cem anos, se calhar o automóvel perde espaço na avenida, mas esta será sempre uma avenida larga, desde que agora a construam larga. Quanto a possíveis pormenores técnicos, espero que sejam resolvidos, mas a filosofia de avenida larga parece-me bastante correcta. E, já agora, provavelmente a avenida trará mais funções que não a residencial à zona, o que me parece óptimo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ah e, já agora, comparar o Porto a Mondim de Basto.... aí, sim deveriam ser feitas coisas à medida. Teria mais lógica comparar o Porto por exemplo a Valência, Barcelona, Lisboa, Munich, etc etc... e basta comparar as nossas avenidas com as dessas cidades... vivam os provincianos portanto! ;)&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Fri, 20 Jul 2007 15:45:08 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Alexandre Burmester - &quot;Vistas curtas e visões provincianas&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2536</link>
 <description>&lt;p&gt;É fantástico o que tanto se escreve por vezes, com tão pouco conhecimento dos factos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ninguém é contra a Via Nun&#039;Álvares. O desacordo quanto ao seu dimensionamento, que é de 37 metros de largura, só tem a ver com as seguintes constatações:&lt;/p&gt;
&lt;ul &gt;
&lt;li &gt;- A via, ao ligar a Praça do Império com a Boavista, estabelece a ligação entre vias com quatro faixas de rodagem para seis, sem ser sustentado em nenhum estudo de tráfego. Isto é, de nada serve uma faixa larga que liga dois afunilamentos;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- O separador central apresenta 1 metro de largura, o que nem para a plantação das árvores que se encontram representadas no desenho pode servir;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- A largura da via não apresenta nenhum desenho que promova urbanidade, mas sim puro rodoviarismo, a sua largura é igual à da VCI. A título de exemplo, a Av. do Brasil tem 27 metros com 13 de passeios, a Av. da Boavista 30m com 5 de passeios, a Av. M. G.C. tem 33, mas com 12,5 de separador ajardinado e 5 de passeios. Imagine-se o atravessamento pedonal desta via, e a sua completa descaracterização pedonal. Imagine-se a velocidade do tráfego, a semaforização dos cruzamentos, o ruído, e a transitoriedade.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Pela sua dimensão; pela escala introduzida, pelo contexto residencial; Será muito difícil de perceber o que significa fracturante?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vistas curtas é não olhar às mais-valias do local, considerado como excelente área residencial, de recreação e lazer para toda a cidade, e ao invés de trazer mais-valias, introduz conceitos errados e desenhos sem qualquer sensibilidade urbana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Provinciana, porque o pensamento de querer fazer “grande” é o mesmo, neste caso, das inúmeras cidades do nosso interior, que constroem arranha-céus em Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Albufeira, ou Praia da Rocha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje ainda bem que nos deixamos de Salazares e de Marqueses de Pombais, as suas largas visões, tanto rasgaram avenidas como judeus e esquerdistas. &lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;“Porque não pensar um bocadinho sobre isso?”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nota: A Av. Brasil e Montevideo, estou de acordo que seja redesenhada nas vias, e com a introdução dos eléctricos, mas que apenas se feche ao trânsito aos fins de semana, porque durante a semana não tem movimento nem de automóveis, nem de pessoas, que o justifique.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alexandre Burmester&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Fri, 20 Jul 2007 12:06:51 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Correia de Araújo - &quot;O seu a seu dono!&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2535</link>
 <description>&lt;p&gt;Como havia prometido não me meter muito pela Nun´Álvares dentro, embora tenha opinião, e seja também um daqueles que defende que a &quot;coisa&quot; não deve acabar transformada num mero caminho de servidão ou passagem, digo apenas que concordo com a opinião &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/2533&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; vertida pelo Armando Peixoto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contudo, se é verdade que o Porto tem perdido (leia-se, declinado), ultimamente, alguns importantes investimentos, como foram os casos &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2007/05/08/porto/segunda_ikea_pais_abrir_publico_vera.html&quot;&gt;do Ikea&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://dn.sapo.pt/2006/05/18/cidades/o_comercio_o_porto_acabou_rejeitar.html&quot;&gt;do El Corte Inglés&lt;/a&gt;, também não é menos verdade que em relação a esta última recusa (teimosia) ela já vinha de trás e não pode ser assacada, em exclusivo, a Rui Rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Correia de Araújo&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Fri, 20 Jul 2007 12:00:07 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: F. Rocha Antunes - &quot;Vistas largas II&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2534</link>
 <description>&lt;p&gt;Meus Caros&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho importante perceber que a diversidade de opiniões é, regra geral, enriquecedora. A ideia de cidade que cada um de nós tem é necessariamente diversa e devemos fazer um esforço para perceber a ideia de cidade que os outros têm, pois têm tanta legitimidade como nós a pensar a cidade de todos. Há quem veja a apresentação da proposta para a Avenida Nun’Álvares como uma afronta, outros como uma coisa que já vem tarde, e cada um dos que se importa com estas coisas (felizmente vamos sendo cada vez mais) tem vontade de perceber melhor o que é.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu gostaria que fosse uma coisa normal: há um plano urbanístico que foi feito pelos técnicos, que é apresentado aos cidadãos de forma clara e generalizada como proposta que é para ser discutida, os interessados analisam e opinam, os argumentos são trocados, as propostas de alteração são apresentadas e no fim o plano, com as alterações que forem consideradas pertinentes, entra em vigor e é para ser cumprido. Não temos grande experiência nesta matéria e por isso ainda não apreciamos devidamente os méritos que um processo destes pode ter. Sugiro que façamos todo o esforço de participar com boa fé e bom senso e seguramente a proposta pode ser melhorada, como todas as propostas podem ser melhoradas. Eu, por exemplo, estou muito interessado em perceber como é que se propõe funcionar, neste caso concreto, os mecanismos de perequação de benefícios e encargos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A primeira parte, decisiva para a qualidade das restantes, é a publicação no site da Câmara da proposta, com todos os elementos que permitam avaliar e perceber as opções tomadas. Aguardemos serenamente pela sua publicação para depois de a analisarmos podermos pronunciar-nos sobre a mesma. Como sugestão, e uma vez que estamos a entrar num período de férias, proponho que o período de discussão pública não se fique pelo mínimo legal e seja estabelecido de forma a vigorar até ao fim da primeira semana de Setembro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Francisco Rocha Antunes&lt;br /&gt;
Promotor imobiliário&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Fri, 20 Jul 2007 11:32:47 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Armando Peixoto - &quot;Vistas largas&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2533</link>
 <description>&lt;p&gt;Senti necessidade de me pronunciar sobre o que diz respeito ao projecto da nova via (avenida) Nun&#039;Álvares. Infelizmente não posso concordar com as críticas que muita gente neste blog vem tecendo relativamente ao mesmo. Na minha opinião, uma cidade, sobretudo com a dimensão do Porto, necessita de ter algumas vias (largas) para facilitar o trânsito automóvel e não comprometer o futuro. Já para não falar que esta via pode retirar muito trânsito às ruas estreitas do miolo do &quot;quarteirão&quot;! Do meu ponto de vista, acho correcto que a nova avenida tenha 4 faixas de rodagens para automóveis, não posso discordar das duas faixas bus (que tanta falta fazem à cidade), de passeios largos e de ciclovias. E muito menos de um separador central arborizado! Não entendo as críticas de quem diz que vai criar um fosso naquela zona da cidade por se tornar difícil (???) atravessar a mesma avenida. Tal será semelhante a dizer que os Aliados criam um fosso na baixa, porque não me parece que a nova via vá ser mais larga que os Aliados. E não me lembro de ninguém que se queixasse que os Aliados são muito difíceis de atravessar...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também me parecem erradas as críticas a Rui Rio de dar prioridade a este projecto relativamente à Baixa. Parece-me errado estarmos a comprometer o desenvolvimento de outras zonas da cidade para tentar obrigar os investidores a apostar na Baixa. A Baixa tem de se fazer valer pelas suas virtudes e não por decreto. Julgava que isso já tinha ficado bem claro no célebre caso do El Corte Inglés, que por tanta birra que o Rui Rio fez para que fosse construído na Baixa que acabou por ir parar à margem sul!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, consigo ver nesta nova via virtudes que me parecem passar ao lado do blog... Surge-me a ideia de, com este projecto, ser possível desviar a maior parte do trânsito da Avenida Brasil (marginal) para esta nova via. Dessa forma poderiamos, por exemplo, reduzir a circulação na marginal para uma faixa, um único sentido, trazer o eléctrico de novo para a marginal e aumentar de forma considerável os passeios e jardins. Teríamos assim uma marginal muito mais agradável e uma via de ligação muito mais funcional! Porque nao pensar um bocadinho sobre isto?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abraço&lt;br /&gt;
Armando Peixoto&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Fri, 20 Jul 2007 10:11:23 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Sérgio Aguiar - &quot;Governo aprova criação do Centro Hospitalar do Porto&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2532</link>
 <description>&lt;p&gt;O Conselho de Ministros &lt;a href=&quot;http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=62&amp;amp;id_news=286911&quot;&gt;aprovou&lt;/a&gt; (19/07) hoje a criação do Centro Hospitalar do Porto EPE, por fusão do Hospital Geral de Santo António, EPE, com o Hospital Especializado de Crianças Maria Pia e a Maternidade Júlio Dinis.&lt;br /&gt;
--&lt;br /&gt;
Sérgio Aguiar&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Fri, 20 Jul 2007 10:07:16 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;Apontadores&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2531</link>
 <description>&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2007/07/20/opiniao/o_exemplo_rio.html&quot;&gt;O exemplo de Rio&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://diariodigital.sapo.pt/dinheiro_digital/news.asp?id_news=83943&quot;&gt;Privatização parcial da recolha do lixo vai avançar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=faf00f8da1c290c67ad1ff81dd19acca&quot;&gt;Candidatura conjunta a fundos&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2007/07/20/porto/metro_constroi_edificio_bolhao.html&quot;&gt;Metro constrói edifício no Bolhão&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2007/07/20/porto/equipamentos_sociais_zona_historica_.html&quot;&gt;Equipamentos sociais da Zona Histórica em risco&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2007/07/20/porto/toxicodependentes_e_tecnicos_porto_f.html&quot;&gt;Toxicodependentes e técnicos do &quot;Porto Feliz&quot; com futuro incerto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2007/07/20/porto/universidade_e_cdup_perto_resolver_c.html&quot;&gt;Universidade e CDUP perto de resolver conflito&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2007/07/20/porto/queda_varanda_assustou_bairro_s_roqu.html&quot;&gt;Queda de varanda assustou Bairro S. Roque da Lameira&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2007/07/20/porto/ponte_movel_abre_30.html&quot;&gt;Ponte móvel abre dia 30&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=c20ad4d76fe97759aa27a0c99bff6710&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=c41573fa8c6329e544b4bbd55dba8947&quot;&gt;Dinamarca em força no Fantas 2008&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.bodyspace.net/noticia.php?id=00259&quot;&gt;Reggae Beach Party estreia-se no Porto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&amp;amp;op=45c48cce2e2d7fbdea1afc51c7c6ad26&amp;amp;id=8afb0c1ed6c02235dad2da6f3427b630&quot;&gt;Região do Porto recebe Férias Náuticas e Ambientais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2007/07/20/cultura/ritmos_cidade_encheram_praca_casa_mu.html&quot;&gt;&quot;Ritmos da cidade&quot; encheram praça da Casa da Música&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=834649&amp;amp;div_id=291&quot;&gt;Concurso: construam os edifícios e espaços da ilha Second Life&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Fri, 20 Jul 2007 10:02:18 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;Mais um casal visonário...&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2530</link>
 <description>&lt;p&gt;Para vós meus amigos, que permaneceis em cima dos limoeiros, sem visão sem fé, abandonai a acidez, descei a esta cidade onde habitamos, confirmai com os vossos olhos o que é possível fazer e o que a Câmara não pode fazer por nós.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Acreditai que o benefício é de todos, se pararmos de nos queixar e fizermos um &lt;em&gt;mini-cluster&lt;/em&gt;, mesmo que não nos conheçamos. Eis mais um casal com 2 filhos no centro da nossa cidade. Está de facto a acontecer, só não vê quem não quer ver. Desçam os Aliados, sigam para São Bento vejam as esplanadas, o movimento, o sol. E depois se continuardes a pensar o mesmo, então já não tendes salvação. :-)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um abraço a todos, Bom fim-de-semana!&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20070720-casa01.jpg&quot; alt=&quot;Casa recuperada&quot; title=&quot;Casa recuperada&quot; /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;img src=&quot;files/20070720-casa02.jpg&quot; alt=&quot;Casa recuperada&quot; title=&quot;Casa recuperada&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Fri, 20 Jul 2007 09:55:08 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;As pessoas, os carros, a Baixa e as prioridades deles&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2529</link>
 <description>&lt;p&gt;O debate a respeito da Avenida Nun&#039;Álvares centra-se basicamente em dois aspectos:&lt;/p&gt;
&lt;ul &gt;
&lt;li &gt;- Quem deve ser privilegiado no projecto da Avenida, o peão ou o automóvel?&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- O que deve ter prioridade, o povoamento da Baixa ou o da Foz/Nevogilde?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Um ponto que eu não percebo é como é que se consegue projectar uma via sem se saber ao certo onde começa e onde acaba...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b &gt;PS:&lt;/b&gt; Por falar em Baixa - &lt;a href=&quot;http://www.patioluso.com/&quot;&gt;Pátio Luso&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Thu, 19 Jul 2007 14:29:18 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Correia de Araújo - &quot;Largas visões&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2528</link>
 <description>&lt;p&gt;O Marquês de Pombal teria feito falta ao Porto? Talvez! Já por alturas do nascimento da nossa Rua do Almada, em meados do século XVIII, e segundo rezam algumas crónicas, o responsável por &quot;tamanha largura&quot; de via chegou, ao que consta, a ter de andar fugido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Correia de Araújo&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/90">2007-07-15</category>
 <pubDate>Thu, 19 Jul 2007 14:26:30 -0400</pubDate>
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