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 <title>A Baixa do Porto - 2007-04-29</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79/all</link>
 <description></description>
 <language>pt</language>
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 <title>De: TAF - &quot;Leituras&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2083</link>
 <description>&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://jornal.publico.clix.pt/main.asp?dt=20070505&amp;amp;page=27&amp;amp;c=B&quot;&gt;Apenas um concorrente à reconversão da Praça de Lisboa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jornal.publico.clix.pt/main.asp?dt=20070505&amp;amp;page=26&amp;amp;c=B&quot;&gt;Campus S. João vai continuar nos tribunais&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=26894a776b3b21827c1c3a102ff3aed6&quot;&gt;Polémica na associação dos comerciantes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2007/05/05/porto/neve_leva_esqui_a_baixa.html&quot;&gt;Neve leva esqui à Baixa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- Sugestão de TeoDias: &lt;a href=&quot;http://www.somosportugueses.com/modules/news/article.php?storyid=27&quot;&gt;O Erro da Ota e o Futuro de Portugal&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Sat, 05 May 2007 11:48:37 -0400</pubDate>
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 <title>De: Sérgio Costa - &quot;Partido Regional do Norte!?&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2082</link>
 <description>&lt;p&gt;O Sr. &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/2077&quot;&gt;António Alves&lt;/a&gt; terá conhecimento que a &lt;a href=&quot;http://www.parlamento.pt/const_leg/crp_port/&quot;&gt;Constituição da República Portuguesa&lt;/a&gt; proíbe a existência de partidos regionais?&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Sat, 05 May 2007 11:27:51 -0400</pubDate>
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 <title>De: Pedro Aroso - &quot;Portugal!!!&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2081</link>
 <description>&lt;p&gt;Em Portugal, existem dois países: o dos jornais e telejornais... e &lt;a href=&quot;http://www.iade.pt/drs2006/wonderground/portugal.pps&quot;&gt;este&lt;/a&gt;!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu prefiro o segundo, por isso deixei de frequentar o primeiro.&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Sat, 05 May 2007 11:17:18 -0400</pubDate>
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 <title>De: TAF - &quot;Paço Episcopal&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2080</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20070504-paco.jpg&quot; alt=&quot;Paço Episcopal&quot; title=&quot;Paço Episcopal&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Fri, 04 May 2007 18:01:09 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: Correia de Araújo - &quot;Ai Capital... capital... capitalzinha!&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2079</link>
 <description>&lt;p&gt;Lisboa no seu melhor!&lt;br /&gt;
Na Câmara, na Univ. Independente, outrora na Univ. Moderna, mais o escândalo Casa Pia, etc., etc., ... é assim a vida na Capital (deverei escrever com maiúsculas?). Fechem a capital à chave... isolem-na! Afinal de contas já fizeram um pequeno ensaio quando recentemente isolaram Lisboa (protegendo-a da perigosíssima e bárbara invasão dos 120 superdragões). Não há pachora para tanto!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Correia de Araújo&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Fri, 04 May 2007 17:48:52 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: Rui Valente - &quot;Chamem-nos pessimistas!&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2078</link>
 <description>&lt;p&gt;A avaliar pelas recentes declarações dos nossos iminentes &quot;protagonistas&quot;, a regionalização não passa de uma bola de ping-pong onde cada qual se vai entretendo a dar algumas raquetadas e cujo único ponto de consenso consiste tacitamente no compromisso entre as partes de nunca terminarem a jogada. Explico-me: com tanta parcimónia para avançar com o tema Regionalização, sai ainda mais reforçada a percepção de que nenhum deles está verdadeiramente interessado na causa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deste grupesco tímido de bem intencionados e de mentes aparentemente baralhadas, distingue-se a voz avisada do reitor da Universidade do Porto, Marques dos Santos, com apelos confrangedores &lt;strong &gt;À UNIÃO&lt;/strong&gt;, mas sem que,  até hoje, ninguém o tenha levado a sério (já não é a primeira vez que o faz). Uns, dizem que querem o referendo, outros afirmam que não é necessário e outros que nem por  isso. E é com toda esta prodigalidade intelectual e política que se germinam os condimentos perfeitos para &quot;cozinhar&quot; na opinião pública a confusão e o receio que poderá mais tarde resultar noutro rotundo &lt;strong &gt;NÃO&lt;/strong&gt; às regiões administrativas. Se não é essa intenção, então é burrice, da mais entranhada e retinta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda assim, não deixa de ser espantoso como há pessoas, com responsabilidades políticas no passado, a lançar  para o ar e para os jornais (no &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/&quot;&gt;JN&lt;/a&gt; de hoje, pag.10) asneiradas como esta: &lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;&lt;strong &gt;&quot;não defendo a Regionalização, é um disparate total. Só pode vir de quem tem vontade de ocupar lugares&quot;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Fri, 04 May 2007 15:11:32 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: António Alves - &quot;O Partido do Norte&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2077</link>
 <description>&lt;p&gt;Os últimos tempos têm sido prolíferos, muito por causa da campanha que o &lt;a href=&quot;http://www.jn.pt/&quot;&gt;JN&lt;/a&gt; actualmente promove, em notícias e análises sobre a depauperada situação socioeconómica do Norte. A maioria dos opinadores e entrevistados são os mesmos de sempre. Muitos com culpas directas no actual estado das coisas. Uns porque tiveram responsabilidades políticas em governos que promoveram a concentração em Lisboa e nada fizeram para o obstar; outros porque fizeram - e continuam a fazer - incompreensíveis erros de análise (ex: Referendo à Regionalização, Ota, traçado do TGV, etc.). Todos porque continuam a confiar que o actual sistema político-partidário poderá ser veículo da almejada solução. Quando ela chegar já nada haverá para solucionar. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho para mim que a solução só chegará quando o Norte for capaz de fazer emergir um novo partido político que tenha como objectivo principal a união e a autonomia do Norte. Sem esse instrumento, que se quer arrojado e dinâmico, não acredito em soluções satisfatórias. Mesmo que os partidos do sistema venham a promover a sua &quot;regionalização&quot;, será uma regionalização feita à medida dos seus interesses e moldada à imagem dos seus comités centrais dominados pelos interesses centralistas. Outros protagonistas são necessários. Protagonistas que não se vendam por um prato de lentilhas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, lá longe, Jardim prepara-se para dar início à sua via catalã sentado naquela que, dizem, poderá ser a sua mais alargada maioria de sempre. Tempos politicamente interessantes se adivinham.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;António Alves&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Fri, 04 May 2007 13:22:57 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: Rui Encarnação - &quot;A Regionalização&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2076</link>
 <description>&lt;p&gt;Nunca pus em causa, ou sequer duvidei, que a gestão e aplicação dos recursos financeiros públicos pode ser melhor conseguida a nível regional, pois que o centralismo da gestão nacional gera &lt;em &gt;perdas&lt;/em&gt; inexplicáveis e demonstra, até hoje, uma arrasadora ineficiência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As ligações da região norte à Galiza são tão evidentes, e naturais, que só me espanta a sua ténue e espartana concretização nas últimas décadas. Contudo, não creio que o discurso &lt;em &gt;anti-lisboa&lt;/em&gt;, puro e duro, conduza a qualquer resultado positivo. A contestação ao centralismo, e à &lt;em &gt;lisboetização&lt;/em&gt; não se faz com preconceitos mas com factos. É que, contra factos (e o centralismo é um deles), não valem preconceitos, mas, sim, acções, convicções e, especialmente, outros e melhores factos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não creio ser necessário uma revolução e um levantamento de armas contra a &lt;em &gt;centralidade alfacinha&lt;/em&gt; para demonstrar a mais valia de uma verdadeira regionalização. Necessário era demonstrar, por a+b, que conseguimos gerir melhor os nosso recursos, estar mais próximos das populações, fazer política mais participativa, mais empenhada e, sobretudo, mais certeira na aplicação dos dinheiros e diferente na escolha dos agentes e actores da coisa pública.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta última questão, era fundamental demonstrar-se que, mesmo com luta ideológica, a região norte pauta-se por critérios de competência e capacidade, sem jobs, nem boys. Como fundamental era, demonstrar-se que, aqui, a discussão das coisas políticas, e as coisas políticas, são claras e transparentes, sem ligações, corrupções, interesses ocultos e outras das maleitas que se apontam, e bem, ao aparelho central.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, é exactamente aqui que nos falham os políticos e os protagonistas de semelhante discurso. É que a nossa política é exactamente igual à central. Mais pequenina, mais acanhada e envergonhada, mas igual. Tão igual que chega a parecer parola e saloia, como sempre o parecem as cópias &lt;em &gt;fajutas&lt;/em&gt; e pequeninas das grandes realidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mudem-se os políticos e as políticas, faça-se o que se pode fazer, mostre-se que a região é melhor, mais eficiente e produtiva que o Estado central e, certamente, as pessoas não deixarão de apoiar quem encabeçar essa pretensão. O que não podemos é aspirar a essa regionalização com uma classe política que tem o nacional como miragem e aspiração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, com os actores políticos regionais que temos, especialmente os do Porto, vamos, como se diz nesta tripeira urbe, &lt;em &gt;esperar sentados&lt;/em&gt;, a ver se nos cai alguma coisinha do céu...&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Fri, 04 May 2007 08:45:15 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: José Silva - &quot;Diz que são uma espécie de Portuenses&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2075</link>
 <description>&lt;p&gt;É inevitável. Anos a fio de falsas expectativas, de banhos de água fria, treinam-me para detectar estas situações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ontem o Eng.º Valente de Oliveira concedeu uma &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2007/05/03/dossier/_Precisamos_de_l_deres_n_o_s_.html&quot;&gt;entrevista ao JN&lt;/a&gt; onde, novamente, defende a Regionalização. Melhor que a entrevista foram os livros que publicou sobre o tema há anos. Ontem também, foi publicada uma sondagem que dá o Grande Porto como o principal opositor à negociata da OTA, potencial factor de drenagem de desenvolvimento para sul, como todos os residentes reconhecem. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É assim chocante constatar a defesa do projecto OTA pelo Portuense Regionalista Valente de Oliveira. Porque será? Como podemos ver &lt;a href=&quot;http://www.mota-engil.pt/portal/Mota-Engil/_specific/public/allbrowsers/images/upload/Consolidado1206MotaEngil(3).pdf&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt;, (página 115) Valente de Oliveira é administrador de uma &lt;a href=&quot;http://www.mota-engil.pt/portal/mota-engil/_specific/public/allbrowsers/asp/projucontact.asp?stage=1&amp;amp;i=23&quot;&gt;empresa portuense&lt;/a&gt; que «&lt;a href=&quot;http://diarioeconomico.sapo.pt/edicion/diarioeconomico/nacional/empresas/pt/desarrollo/965543.html&quot;&gt;considera a Ota como a única solução para ter aeroporto em 2017&lt;/a&gt;».&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pode-se dizer que são uma espécie de Portuenses. Em privado usaria outras palavras.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Fri, 04 May 2007 08:25:38 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;Apontadores&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2074</link>
 <description>&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Politica/Interior.aspx?content_id=32430&quot;&gt;Bragaparques processa Hospital S. João por alegada dívida&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2007/05/04/porto/habitacoes_muito_caras_levam_a_fuga_.html&quot;&gt;Habitações muito caras levam à fuga de moradores da cidade&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=4c1f5757e7608d2c8cd5362c9f6c28e0&quot;&gt;Uma cidade de informação&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.meiosepublicidade.pt/noticias_do_dia/marketing/noticias/2007/05/04/realizar_instala_pista_de_neve_n/realizar_instala_pista_de_neve_n.html&quot;&gt;Realizar instala pista de neve no Porto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.fabricadeconteudos.com/?lop=artigo&amp;amp;op=6512bd43d9caa6e02c990b0a82652dca&amp;amp;id=41a077b12928367dc592ad66c20c2875&quot;&gt;«A Guitarra e Outras Cordas» no Porto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=4&amp;amp;id_news=274448&quot;&gt;Porto: Peça de Pablo Neruda abre festival «Fazer a Festa»&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://expresso.clix.pt/Actualidade/Interior.aspx?content_id=390609&quot;&gt;Carmona Rodrigues não renuncia ao mandato&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.elpais.com/articulo/internacional/escandalo/urbanistico/salpica/alcalde/Lisboa/elpepuint/20070504elpepiint_12/Tes&quot;&gt;Un escándalo urbanístico salpica al alcalde de Lisboa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.luisfilipemenezes.blogspot.com/&quot;&gt;Lá vai Lisboa&lt;/a&gt; - (Agora que Marques Mendes caiu o Dr. Filipe Menezes não diz nada, então já não devia estar na ponte a exigir a sua demissão e a subtituição por um lider capaz de defender Portugal por inteiro. Não temos sentido de oportunidade...)&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Fri, 04 May 2007 08:20:55 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;A oportunidade&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2073</link>
 <description>&lt;p&gt;Marquês Mendes deu uma queda fatal, dentre os possíveis sucessores estão vários políticos do Norte, que têm aqui uma oportunidade para liderar a oposição e negociar contrapartidas para a nossa região. Como conhecedores saberão expor ao país a urgência de uma regionalização, apontando flagrantes sociais e económicos a que Marques Mendes tem sido alheio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta é uma oportunidade que não pode ser perdida, pode ser o início de um novo caminho, assim o PSD não seja preconceituoso face aos políticos do Norte. Vamos ver.&lt;br /&gt;
--&lt;br /&gt;
Cristina Santos&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Thu, 03 May 2007 18:59:36 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;Gente do Centro Histórico&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2072</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20070503-ch1.jpg&quot; alt=&quot;Na Vitória&quot; title=&quot;Na Vitória&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20070503-ch2.jpg&quot; alt=&quot;Nos Caldeireiros&quot; title=&quot;Nos Caldeireiros&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20070503-ch3.jpg&quot; alt=&quot;Nos Lóios&quot; title=&quot;Nos Lóios&quot; /&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Thu, 03 May 2007 12:50:59 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;Pagar e percorrer 300km para receber&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2071</link>
 <description>&lt;p&gt;Quem vai governar as regiões que venham a ser aprovadas não é prioritário nem deve funcionar como desincentivo ao processo. O que está em questão é simples: o Governo recolhe impostos de forma indiferenciada, que redistribui conforme os seus projectos e a capacidade que cada cidade tem para recorrer a eles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos pagamos o mesmo, a diferença é que uns têm melhores acessos e condições à distribuição da receita. A maioria dos Ministérios e Instituições públicas estão sedeadas em Lisboa, é natural que a proximidade gere desproporcionalidade na utilização de recursos. Os empresários e habitantes de Lisboa têm uma condição privilegiada de acesso a incentivos e formalidades públicas, absorvem parte substancial da economia do país.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O empresário de Chaves paga tanto como o de Lisboa, no entanto para ter direito a qualquer tipo de incentivo tem que lidar com uma série de intermediários, sujeitar-se a informações serôdias e nem sempre correctas. Regridamos uma década: os agricultores do interior, por falta de informação e acesso, poucos apoios obtiveram para a modernização, no entanto muito Lisboeta e Portuense se deu ao trabalho de elaborar um projecto altamente comparticipado, com recurso a todo o tipo de cláusulas e majorações, comprar casas rústicas nas aldeias desses concelhos, receber a comparticipação e abandonar o local de seguida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto aconteceu porque eram privilegiados no acesso à informação e aos meios, tratavam os projectos no local de residência, enquanto que os do interior tinham que percorrer centenas de quilómetros para acelerar e tomar conhecimento pessoal da situação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto a questões de outra natureza convém estranhar :&lt;/p&gt;
&lt;ul &gt;
&lt;li &gt;- Campanhas de insulto aos portugueses;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Controlo dos média (TVI);&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Futuro controlo da CM Lisboa;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Bombardeamento com programas nostálgicos na Tv pública;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Perseguição a empresas;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- OPA sobre a PT&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Thu, 03 May 2007 12:18:48 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Correia de Araújo - &quot;Sempre... La Féria&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2070</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;files/20070503-laferia.pdf&quot;&gt;Recebido hoje via e-mail&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
Atente-se no suculento palavreado e na escovadela dada ao Porto e ao norte do país (maravilhosa região).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Correia de Araújo&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/79">2007-04-29</category>
 <pubDate>Thu, 03 May 2007 11:18:22 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Carlos Araújo Alves - &quot;Regionalização - incompreensão e pavor&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/2069</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a title=&quot;regionalização&quot; href=&quot;http://ideias-soltas.net/seccao/regionalizacao/&quot;&gt;Já várias vezes me pronunciei&lt;/a&gt; favoravelmente à regionalização de Portugal, apesar de ter votado contra no referendo que foi feito com esse mote porque &lt;a title=&quot;regionalização&quot; href=&quot;http://ideias-soltas.net/2005/11/25/regionalizacao-soares-e-cavaco-como-ha-25-anos-atras/&quot;&gt;o que defendo&lt;/a&gt; é tão-só e apenas que o poder central assuma as regiões há muito inscritas e aceites na União Europeia - Norte, Centro, Área Metropolitana de Lisboa, Alentejo e Algarve, no continente, mais as já assumidas Madeira e Açores - e não esquartejar o país em talhões como o que foi a referendar, tenho notado que muitos amigos meus que habitam em Lisboa não se sentem à vontade com o assunto: &lt;strong &gt;não compreendem a necessidade, não aceitam os factos, nomeadamente o de que todas as regiões do país estão em franca recessão com excepção de Lisboa e Madeira, mostrando mesmo alguns sinais de desnorte como se pavor sentissem&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;
A princípio ainda pensei que poderia ser devido a uma defesa intransigente de Lisboa, o não querer abrir mão de nada, o medo que a capital de Portugal se esvaziasse mas, de facto, ponderada esta reacção, sou levado a crer que não há maldade nenhuma neste seu pavor epidérmico. Há, isso sim, uma rejeição clara ao discurso de alguns patetas que defendem a regionalização, seja ela qual for, com o único intuito de prejudicar Lisboa e, por outro lado, terem como dado adquirido o que a comunicação social foi passando ao longo de décadas - que o poder autárquico é uma fonte de corrupção e que é por isso que eles não quererão estar sob o controlo do poder central.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em relação ao primeiro óbice é evidente que há que ter muita cautela com os patetas, repito, que pretendem com a regionalização dividir a Nação. &lt;strong &gt;A regionalização só deve ser feita se a Nação Portuguesa (toda ela sem excepções) dela tirar proveito e sair beneficiada&lt;/strong&gt;. É que, contrariamente ao que recentemente ouvi através de um aderente a um recém-constituído movimento pela regionalização, de que o país está tombando para estibordo (numa alusão clara sobre a clivagem entre litoral e interior), a verdade é que já há muito ultrapassámos esse estádio - hoje, a clivagem ou assimetria é entre Lisboa e sua área metropolitana e todas as restantes regiões, sendo absurdo que uma das regiões que há bem pouco tempo todos reconheciam como a mais empreendedora do país seja agora a 3ª região mais pobre da União Europeia - a do Norte! (&lt;a title=&quot;regionalização e centralismo&quot; href=&quot;http://ideias-soltas.net/2007/02/22/lisboetizacao-e-joao-jardim/&quot;&gt;ver quadro neste post&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;
Assim sendo e tudo indicando o agravamento desta tendência, &lt;strong &gt;fácil será compreender que a muito breve prazo a região de Lisboa e sua área metropolitana virá ser a mais prejudicada&lt;/strong&gt;, pois não conseguirá acolher nem fornecer qualidade de vida aos milhares de portugueses que todos os anos para lá emigram na vã esperança de conseguir trabalho e uma vida melhor. &lt;strong &gt;A Área Metropolitana de Lisboa deveria ser a principal interessada em que as restantes regiões se desenvolvessem para travar o surto de imigração que está a sofrer e que colocará, inevitavelmente, em sério risco os seus actuais habitantes!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
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 <pubDate>Thu, 03 May 2007 10:06:22 -0400</pubDate>
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