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 <title>A Baixa do Porto - 2006-11-19</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56/all</link>
 <description></description>
 <language>pt</language>
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 <title>De: Alexandre Burmester - &quot;Inundação II&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1202</link>
 <description>&lt;p&gt;A &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1198&quot;&gt;inundação da Av. da Boavista&lt;/a&gt; e do Castelo do Queijo diz bem das excelentes obras de que foram objecto no passado. Agora é a vez do rio Douro, parece que uma vez mais salta fora das suas margens, como comprova a foto tirada às 15:00 de hoje.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20061125-douro.jpg&quot; alt=&quot;Rio Douro&quot; title=&quot;Rio Douro&quot; /&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Veremos também para que servem os Molhes…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alexandre Burmester&lt;/p&gt;</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Sat, 25 Nov 2006 13:48:07 -0500</pubDate>
</item>
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 <title>De: Cristina Santos - &quot;O estado do tempo&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1201</link>
 <description>&lt;p&gt;No Centro Histórico do Porto voam telhas, caleiras e objectos não identificados.&lt;br /&gt;
Na Rua do Monte Cativo uma cratera impede a circulação.&lt;br /&gt;
Na Rua da Boavista a chuva, finalmente, lava os passeios.  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, vamos estar caladinhos a torcer para que a Cidade resista a esta angústia que é o medo de a ver cair.&lt;br /&gt;
--&lt;br /&gt;
Cristina Santos&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Fri, 24 Nov 2006 14:14:49 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;Árvores e cidadãos&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1200</link>
 <description>&lt;p&gt;Neste Blog sempre se deu voz à CMP ou aos cidadãos para que dissessem de sua justiça, para que defendessem as suas posições, e penso que continua disponível para isso, uma vez que é um blog livre para qualquer pessoa e para qualquer profissão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da minha parte encaro a &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1191&quot;&gt;participação do Vereador Lino Ferreira&lt;/a&gt; como a participação de mais um cidadão do Porto, interessado na Cidade. A profissão que exerce ao momento só sobressai, na medida em que beneficia a imagem dos políticos, demonstrando que muitos deles estão abertos ao diálogo, interessados em ouvir o povo e transmite um certo aconchego a todos aqueles que pensam que falar para o actual Executivo é falar para o tecto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não obstante, preferia a participação de um Lino Ferreira Cidadão livre, com ideias sem coacção, porque todos os políticos deviam ser livres: livres para darem opiniões, livres para comentarem, livres para contestarem. Infelizmente nem sempre pode ser assim e, não sendo possível, já é bom que Lino Ferreira tal como outros vereadores, políticos ou profissionais, retirem daqui ideias, ou conjecturem soluções que melhorem a cidadania, sem por isso serem obrigados a assumir esse facto publicamente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este raciocínio só para dizer que naturalmente no caso das &lt;a href=&quot;http://64.233.183.104/search?q=cache:pVOfPA2LAWMJ:jornal.publico.clix.pt/noticias.asp%3Fa%3D2006%26m%3D11%26d%3D22%26uid%3D%26id%3D108690%26sid%3D11980+substitui%C3%A7%C3%A3o+de+67+arvores+avenida+dos+aliados&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;gl=pt&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;cd=1&amp;amp;lr=lang_pt&quot;&gt;árvores da Avenida dos Aliados&lt;/a&gt; todos percebem que foi uma manobra para entregar a obra rapidamente e sem levantar mais contestações. Mas em rigor o que deveríamos ter feito era comprar umas árvores em plástico, que agora serviriam de pinheiros de Natal iluminados por toda a Cidade, ou no mínimo tínhamos comprado uns vasos, ou plantado uns vidoeiros. Não sei, mas em rigor deveríamos ter assumido a problemática, explicado de forma transparente o que se passava, ou então, e se não estava em causa entregar a Avenida com umas pobres sombras, isso significa que quem escolheu o tipo de árvore escolheu mal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em suma ou fomos enganados ou alguém se enganou, mas engano existiu de certeza, e quem paga? E quem garante agora que as novas árvores terão folhas no Verão, quem garante que não vão existir mais erros de palmatória?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se o povo fosse tão rigoroso como o Presidente afirma ser, a esta altura estávamos todos agarrados a esse lapso, pedíamos explicações nos jornais e cortávamos relações. Pedíamos desmentidos, temos mais provas e alegações que algum dia a CM poderá utilizar na contestação ao JN.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Que este erro da Avenida sirva de lição a Rui Rio, todos erram, raramente conseguimos ser perfeitos e rigorosos como desejaríamos, nem por isso saltamos para a punição rigorosa, tentamos perceber e esperamos a evolução face ao erro. Claro está, que se o erro se mantiver, não restará hipótese senão pagar na mesma moeda, com o mesmo rigor e a mesmíssima mesquinhez de tirar a limpo qualquer afirmação que publicamente se faça.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto à TVTEL e Porto Canal estão a perder uma boa hipotese de lobby, e o que não der frutos no lugar onde foi plantado raramente pode ser exportado.:-)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um abraço a todos e vão pensando em questões para o &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1192&quot;&gt;debate no Ateneu&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cristina Santos&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Fri, 24 Nov 2006 12:59:56 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Rui Valente - &quot;Resquícios da centralização?&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1199</link>
 <description>&lt;p&gt;A &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1197&quot;&gt;explicação&lt;/a&gt; que o Sr. Paulo Pereira da &lt;a href=&quot;http://www.tvtel.pt/&quot;&gt;TVTel&lt;/a&gt; teve a cortesia de nos dar, acerca dos &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1156&quot;&gt;meus comentários&lt;/a&gt; a essa estação, é de louvar, mas não me surpreende.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Efectivamente, sabe-se, o grupo &lt;a href=&quot;http://www.portugaltelecom.pt/&quot;&gt;Portugal Telecom&lt;/a&gt; à qual a &lt;a href=&quot;http://www.tvcabo.pt/&quot;&gt;TV Cabo&lt;/a&gt; pertence tem-se notabilizado por uma prática comercial um tanto ou quanto abusiva e monopolista com frequentes aumentos de preços junto do consumidor final. À margem disto, o braço de ferro que a PT vem mantendo tenazmente com a &lt;a href=&quot;http://www.sonae.pt/&quot;&gt;SONAE&lt;/a&gt;, na tentativa de dificultar ao máximo a OPA que esta propôs, parece ultrapassar, tudo indica, a defesa natural dos seus legítimos interesses e ajuda-nos a perceber melhor como funciona.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com isto, não pretendo sugerir que os métodos da SONAE sejam muito diferentes, mas apenas duvidar se toda esta resistência pela parte da PT à referida OPA seria tão obstinada se o comprador não fosse um magnata nortenho. Belmiro de Azevedo (goste-se ou não) provoca muita &quot;azia&quot; nas chamadas elites sulistas, não tenhámos dúvidas (só é incompreensível é que nunca tenha apostado &lt;em &gt;seriamente&lt;/em&gt; numa televisão regional).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, quanto às dificuldades colocadas à TVTel por alguns municípios regionais (embora não concorde com elas), são naturais e previsíveis. A TVCabo chegou primeiro ao mercado e como tal beneficiou de todas as &quot;facilidades&quot; de quem é pioneiro numa actividade com tão pronta aceitação pública. É assim em todos os negócios e em todas as regiões do país. Para quem pretende lucrar com o que já existe e quer competir, só tem é que investir previamente e em força na divulgação da sua empresa (publicidade) e depois apresentar ao consumidor alternativas interessantes, quer na qualidade, quer no preço. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para falar verdade, o meu caso pessoal - que como já &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1156&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; disse, troquei a TVCabo pela TvTel e dei prioridade à proximidade dos empreendimentos - não é paradigmático e até certo ponto é um tanto voluntarista, porque não é assim que as pessoas por sistema reagem. O mercado precisa cada vez mais de ser apelativo para ser conquistado, e o que me quer parecer é que a TVTel, apesar de agora estar a conquistar o seu espaço, não soube (ou não pôde) entrar com a energia e a visibilidade necessárias para conquistar mais confortavelmente clientela à concorrência. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, e quanto à impressão do Sr. Paulo Pereira da TVTel acerca do (maior) número de clientes que supostamente teria se a TVTel fosse de Lisboa, também não me admira, mas apenas pelas razões que aqui tenho insistido em apontar e não por questões meramente geográficas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rui Valente&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;PS-Uma forma de angariar mais clientes para a TVTel seria por exemplo, colocar a InvictaTV a competir saudavelmente com a Porto Canal. Tal como está é que não vai a lado nenhum, é como se não existisse.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Fri, 24 Nov 2006 12:48:45 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: José Pedro Lima - &quot;Inundação&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1198</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20061124-boavista1.jpg&quot; alt=&quot;Av. da Boavista&quot; title=&quot;Av. da Boavista&quot; /&gt; &lt;img src=&quot;files/20061124-boavista2.jpg&quot; alt=&quot;Av. da Boavista&quot; title=&quot;Av. da Boavista&quot; /&gt; &lt;img src=&quot;files/20061124-boavista3.jpg&quot; alt=&quot;Av. da Boavista&quot; title=&quot;Av. da Boavista&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste momento corre um autêntico ribeiro de água Av. da Boavista abaixo... note-se o quase 1 metro de água em altura que um dos bueiros debita... Peço desculpa pela qualidade das fotos, foram de telemóvel... dava-me jeito aqui agora a &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1172&quot;&gt;máquina do Tiago&lt;/a&gt;! :-)&lt;/p&gt;
 
&lt;p&gt;Sobre a &lt;a href=&quot;http://www.tvtel.pt/&quot;&gt;TVTel&lt;/a&gt;: a &lt;em&gt;Baixa&lt;/em&gt; não é o local apropriado para discutir operadoras de Tv por Cabo, mas o que é certo é que moro em Lavra (Matosinhos) e já contactei duas vezes a TvTel e não só não tenho cobertura como nem sequer me sabem dizer quando a poderei ter ou o que estará a ser feito para um dia ter cobertura TvTel...&lt;/p&gt;
 
&lt;p&gt;José Pedro Lima&lt;/p&gt;</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Fri, 24 Nov 2006 12:36:58 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Paulo Pereira - &quot;TVTEL&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1197</link>
 <description>&lt;p&gt;Boa Noite&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Queria deixar um comentário sobre a &lt;a href=&quot;http://www.tvtel.pt/&quot;&gt;TVTEL&lt;/a&gt; e a &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1156&quot;&gt;referência&lt;/a&gt; feita pelo Sr. Rui Valente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tendo iniciado a sua actividade em 2001, concorrendo com a &lt;a href=&quot;http://www.tvcabo.pt/&quot;&gt;TV CABO&lt;/a&gt; e com todo o Grupo PT, tivemos grandes obstáculos na nossa expansão: a própria PT por obstrução na disponibilização de condutas para passagem dos nossos cabos e com quem temos um processo judicial; a TV CABO por prática sistemática de preços predatórios e com quem temos outro processo, a Câmara do Porto, também com quem temos um processo judicial por cobrança de taxas a nosso ver ilegais, e também a baixa adesão dos habitantes do concelho do Porto onde iniciamos a actividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tivemos ainda muitas vezes por parte de alguns outros municípios limítrofes do Porto atitudes que beneficiavam na prática a TV CABO. Ou seja, de nada nos serviu no Porto sermos do Porto, pelo contrário. A impressão que temos na TVTEL é que se fossemos de Lisboa teríamos mais clientes!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro caso absurdo aconteceu com a NTV, pois tivemos que ameaçar a NTV (detida em parte pela empresa pública RTP) com um processo, para que essa empresa nos VENDESSE o canal. Era Administrador o Sr. Bruno Carvalho, que está a liderar no Porto Canal, e que há poucos meses disse que o Porto Canal é para ser distribuído em exclusivo pela TV CABO.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Lisboa estamos a instalar uma rede nova e como é natural será mais avançada que a que temos e que todos os outros têm no Porto, e que será a mais avançada e arrojada em Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atentamente&lt;br /&gt;
Paulo Pereira&lt;br /&gt;
TVTEL&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;--&lt;br /&gt;
&lt;strong &gt;Nota de TAF:&lt;/strong&gt; era interessante esclarecer melhor um ponto. O Porto Canal não está na Tvtel por recusa do próprio Porto Canal? Por ausência de acordo quanto às condições? Por imposição do contrato com a TVCabo? Outra razão qualquer?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Thu, 23 Nov 2006 18:55:55 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: JA Rio Fernandes - &quot;Vereador Lino Ferreira&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1196</link>
 <description>&lt;p&gt;Independentemente das divergências que tenho com a maioria que a partir da Câmara governa (ou era suposto governar) a cidade e sem ter qualquer comentário a fazer relativamente a casos concretos que têm estado em debate recentemente no &lt;em &gt;Baixa do Porto&lt;/em&gt; (os factos falarão por si mesmo), quero cumprimentar o &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1191&quot;&gt;Vereador Lino Ferreira&lt;/a&gt; (que não conheço pessoalmente), pela sua disponibilidade a abrir-se ao debate no espaço electrónico e nos &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1151&quot;&gt;convidar&lt;/a&gt; ao seu gabinete, dando provas de uma cultura democrática e espírito de abertura que muito se saúda, mais ainda em contraste com o comportamento do seu “chefe” que recusa o confronto de ideias e fala pelo site que devia ser da instituição. Esta atitude contrasta também com a dos &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/pagegen.asp?SYS_PAGE_ID=449466&quot;&gt;outros vereadores&lt;/a&gt; que talvez um dia venhamos a ter o prazer de conhecer através de qualquer medida que venham eventualmente a efectuar e que ultrapassem em alcance a colocação de sacos para as fezes dos cães.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que a sua atitude, caro vereador, não permite fazer esquecer a apatia imobiliária em que a cidade caiu (encontra para tal alguma explicação? Ou é apenas uma “impressão” da oposição?), nem ajuda a explicar as contradições do pelouro entre o senhor, o seu antecessor Paulo Morais e o antecessor deste, Ricardo Figueiredo (como se viu por exemplo no caso da Quinta da China).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quatro perguntas que talvez possa responder, ou permitir audiência para me esclarecer:&lt;/p&gt;
&lt;ul &gt;
&lt;li &gt;1. Quantos e quanto somam os pedidos de indemnização por impossibilidade de construir?&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;2. Qual o tempo médio entre a entrada de um processo de construção e a sua aprovação (sabendo-se o que a “gestão do tempo” suscita em termos de corrupção)?&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;3. As árvores escolhidas por Siza Vieira e que ele garantiu estarem para durar, foram afinal retiradas meio ano depois da Avenida dos Aliados e substituídas por outras que vão agora dar muita sombra, aparentemente porque as primeiras foram colocadas no Verão. Qual o custo do disparate e porquê tal lapso? (Não me diga que foram necessidades de inauguração ou que não se sabia que a altura era pouco propícia a plantações, porque eu não quero acreditar que o nosso super-gestor/contabilista de trazer por casa anda a fazer mais desperdícios além dos que fez na Avenida da Boavista com a trapalhada dos carros antigos por conta do ovo (Metro) que haveria de sair do cu da galinha (Governo).&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;4. Como explica que na cultura a prioridade seja atribuída aos ralis de carros antigos e se como explica a sua cumplicidade com uma incompreensão política em relação à importância estratégica da cultura, que como &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1195&quot;&gt;lembra Alexandre Burmester&lt;/a&gt; (e qualquer livrito menos antigo que trate o desenvolvimento recente de Nova Iorque, Paris, Barcelona ou Bilbao, esclarece) é absolutamente fundamental?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Cumprimentos. E a melhor sorte do mundo (a cidade bem precisada está), Rio Fernandes&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Thu, 23 Nov 2006 18:53:03 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Alexandre Burmester - &quot;Cultura o que és e para que serves?&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1195</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;em &gt;Pegando no tema da Cultura e num post que aqui foi colocado e pouco comentado, de &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1160&quot;&gt;Carlos Araújo Alves em 16/11&lt;/a&gt;, e porque na altura tive outros “valores que se levantaram” relacionados com o post: “&lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1164&quot;&gt;Ao Vereador - «Leitor Activo»&lt;/a&gt;”, não tive oportunidade de comentar este tema. Mas como nunca é tarde, faço-o agora.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Analisando os dias que correm, em que a Indústria zarpou para a exploração da mão de obra dos países ex-comunistas como a China e outros, os Serviços administrativos para os países “Call Center” como a Índia, as empresas estão sedeadas nos paraísos fiscais, e são dominadas pelos cada vez maiores grupos económicos tradicionalmente Europeus e Americanos, mas que se vão tornando Russos, Japoneses, Árabes, ou tão Globais por pertencer a tantos… que a pergunta que sobra é onde a Europa e nós em particular em Portugal nos devemos situar no futuro próximo? Qual a aposta a fazer?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A solução é óbvia e tem quase só uma resposta – &lt;strong &gt;Cultura&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em &gt;(Este é um tema demasiado complexo para poder ser exposto num post de um Blogue, mas assim mesmo vou levantar alguns aspectos, na expectativa de acrescentar alguma coisa à discussão que actualmente se faz por aqui.)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E é a Cultura porque:&lt;/p&gt;
&lt;ul &gt;
&lt;li &gt;- Pelos anos de Conhecimento de que somos depositários da nossa História;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Pela forma e estrutura educacional, que nos faz culturalmente “revolucionários”, “contestatários”, “conceptualistas” e “criativos”;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Pelo Património da nossa civilização que continuará a atrair cada vez mais forasteiros. (O Egipto ainda nos leva a visitá-lo pelas suas Pirâmides.) Se a nossa civilização baseada nas Pirâmides ou Templos passou por Gregos, Romanos, Idade Média, Renascimento, Idade Moderna, Revoluções Industriais, e a tantos outros movimentos mais ou menos modernos, continua a criar e a produzir um sem número de objectos que são referência no panorama Mundial;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Pela capacidade de vender Mundialmente a “Imagem”, a “Marca” e o Status. (Por muito que o Toyota se pinte de vermelho nunca será um Ferrari);&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Pelos padrões estéticos que orientam o desenho, a música, a imagem, a moda…, que regulam as tendências mundiais, e que serão sempre a origem da “mais-valia” criativa do artista, independente da produção industrial do produto;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Pela fasquia de qualidade que atingimos, e que se situa bastantes furos acima da geral;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Pela forma de vida “civilizada” que serve de padrão comportamental mesmo nos países mais díspares culturalmente;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- E finalmente, pelos padrões sociais e políticos que a Europa atingiu, e que a maioria dos outros Países anseia e que dificilmente concretizarão.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Pelas razões, em tópicos, acima apontadas deveria entender Portugal, porque a Europa e os Países civilizados já o entenderam há muito, que o investimento na Cultura é bem mais importante e mais lucrativo que os TGVs e as OTAs. E que se a Festa da Música poderá só dar 1% dos proveitos do Euro do Futebol, só custará 0,01% deste. (Sem desprestigiar o Futebol, que também é cultura.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por estas razões acho que a Câmara do Porto faz o investimento correcto na Reabilitação da Baixa, na tentativa de privatizar o Rivoli (embora apenas apresente razões monetárias), e uma avaliação completamente incorrecta, porque ignora e é ignorante, dos investimentos Culturais que deveria fazer na cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alexandre Burmester&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Thu, 23 Nov 2006 11:56:21 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Pedro Aroso - &quot;Tapar o Sol com a Peneira&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1194</link>
 <description>&lt;p&gt;Exmo. Senhor&lt;br /&gt;
Vereador do Urbanismo&lt;br /&gt;
Dr. Lino Ferreira&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parafraseando o &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1175&quot;&gt;Arq. Ricardo Blanc&lt;/a&gt;, também não entendo o seu &lt;em &gt;&quot;nervosismo, agressividade e falta de educação&quot;&lt;/em&gt;. Vamos por partes:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;Serviços Camarários&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Como &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1177&quot;&gt;aqui&lt;/a&gt; referiu o Arq. José Pulido Valente, com &lt;em &gt;&quot;serviços destes, o Dr. Lino Ferreira não necessita de inimigos&quot;&lt;/em&gt;. Com excepção do Ricardo Blanc, todos os intervenientes que citou no &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1191&quot;&gt;seu post&lt;/a&gt; já manifestaram publicamente o apreço pela sua abertura e mudança de atitude em relação aos seus antecessores.&lt;br /&gt;
Há cerca de um mês e meio encontrei o Dr. Rui Rio na Exponor e transmiti-lhe essa opinião que temos a seu respeito. Mas também lhe contei que um certo &quot;engenheiro&quot; que trabalha na CMP não perdeu a oportunidade para o &quot;sacanear&quot;, fazendo tábua rasa do compromisso que V. Exa. assumiu comigo, na frente de várias testemunhas. Recorda-se?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;Insinuações&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Tem razão quando diz que as minhas &lt;em &gt;&quot;insinuações não servem de nada e não servem a ninguém&quot;&lt;/em&gt;. Apenas uma correcção: não são insinuações, são afirmações. Se V. Exa. estiver interessado em averiguar, posso fornecer-lhe dados concretos. É fácil, porque os casos estão à vista de todos. É lá consigo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;Caso antigo, do passado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
O &lt;em &gt;&quot;caso antigo, do passado&quot;&lt;/em&gt;, como lhe chamou, passou-se em 2002. Indiquei o nome da minha estagiária porque, ao contrário de outros colegas que reivindicam para si a autoria de todos os projectos que saem dos seus gabinetes, eu respeito a &quot;paternidade&quot; das ideias dos meus jovens colaboradores.&lt;br /&gt;
A minha tensão arterial sobe todos os dias quando passo naquele local, que fica a poucas centenas de metros do prédio onde moro e vai continuar a subir enquanto me lembrar que podia ter ganho uns milhares de contos com aquele projecto… Mas o que mais me revolta, é saber que o projecto foi aprovado pelo Dr. Paulo Morais, de quem sou amigo e que sempre tive na conta de uma pessoa íntegra. A única explicação que encontro é dada pelo Zé Pulido Valente: o &lt;em &gt;&quot;mal é que os seus comportamentos (do vereador) são condicionados pelas informações que (os serviços) lhe prestam&quot;&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;Falta de educação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Já sei que vai dizer que não me reconhece autoridade moral para o acusar de falta de educação, mas o último parágrafo do seu post, além de pouco elegante, contrasta com a postura expressa em posts anteriores. Se para si é um prazer &quot;passear&quot; na &lt;em &gt;Baixa do Porto&lt;/em&gt;, então estávamos todos iludidos acerca do seu relacionamento com a única tribuna realmente preocupada com o descalabro a que chegou a nossa cidade e que, na área da construção civil, se traduz num imobilismo sem fim à vista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pedro Aroso&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Thu, 23 Nov 2006 11:45:39 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;Actualizações&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1193</link>
 <description>&lt;p&gt;- Acrescentei o &lt;em &gt;feed&lt;/em&gt; do &lt;a href=&quot;http://aptus.gotdns.org/nml/nortugal.info/&quot;&gt;Nortugal&lt;/a&gt; no menu esquerdo.&lt;br /&gt;
- A &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1172&quot;&gt;máquina fotográfica do blog&lt;/a&gt; teve nos últimos dias mais dois contribuintes, com um total de 15 euros, a acrescentar aos 52 dólares anteriores. Mais um sinal de que este espaço é mesmo uma obra colectiva. :-)&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Thu, 23 Nov 2006 11:34:22 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;Investir na cidade&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1192</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;«A Ordem dos Economistas, através da sua Delegação Regional Norte, em parceria com a Sociedade de Reabilitação Urbana Porto Vivo e com o apoio do Ateneu Comercial do Porto, &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=76e9c8e955f04a0d5fb9869c6de1d56a&quot;&gt;vai promover uma Conferência/Debate&lt;/a&gt; subordinada ao tema &quot;Investir no Centro da Cidade”, no próximo dia 29 de Novembro, pelas 18h30. A entrada é livre.»&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Thu, 23 Nov 2006 06:17:25 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Lino Ferreira - &quot;Ainda «O Calvário do Arquitecto Lisboeta»&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1191</link>
 <description>&lt;p&gt;Em 15 de Novembro, “&lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1151&quot;&gt;vim à Baixa do Porto&lt;/a&gt;” a propósito do &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/11/15/porto/viver_calvario_para_recuperar_casa_b.html&quot;&gt;tal artigo do JN&lt;/a&gt; sobre o Arq. Ricardo Blanc e dos comentários que sobre ele foram feitos por &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1145&quot;&gt;Pedro Aroso&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1137&quot;&gt;Manuela Regueiras&lt;/a&gt;. Nessa altura, desafiei Pedro Aroso e Manuela Regueiras a virem ao meu gabinete para consultarem o processo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Depois disso:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
 &lt;li&gt;&lt;strong&gt;1. &lt;/strong&gt;Pedro Aroso, em 16-11, &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1162&quot;&gt;veio dizer&lt;/a&gt; que já não fazia sentido ir ao meu gabinete uma vez que se considerava &lt;em&gt;esclarecido&lt;/em&gt; com a &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/document/449218/484545.pdf&quot;&gt;carta&lt;/a&gt; já enviada ao JN, &lt;em&gt;esclarecendo&lt;/em&gt;.&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;strong&gt;2. &lt;/strong&gt;Pedro Aroso, nesse mesmo &lt;em&gt;post&lt;/em&gt;, veio, uma vez mais, avançar com um conjunto de insinuações que não servem de nada e não servem a ninguém. É lá com ele.&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;strong&gt;3. &lt;/strong&gt;Manuela Regueiras nada disse.&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;strong&gt;4. &lt;/strong&gt;Alexandre Burmester aproveitou ver-me como &lt;em&gt;“leitor activo”&lt;/em&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1164&quot;&gt;apresentou&lt;/a&gt; um &lt;strong&gt;caso antigo&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;do passado&lt;/strong&gt;. Não insinuou... disse o nome, o número, etc... Aceitei o desafio e já lho comuniquei telefonicamente. Estou a analisar... (continuo, porém, a considerar prioritário &lt;strong&gt;o presente&lt;/strong&gt;)&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;strong&gt;5. &lt;/strong&gt;Pedro Aroso, logo no dia 17, &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1166&quot;&gt;voltou a falar&lt;/a&gt; e &lt;em&gt;“sublinhou”&lt;/em&gt; o que já tinha dito Alexandre Burmester. Juntou, apenas, a sua &lt;em&gt;estagiária suíça&lt;/em&gt; e o seu estudo de volumes. Claro que depois de &lt;em&gt;“analisar”&lt;/em&gt;, também lhe comunicarei o resultado da minha análise. Espero poder contribuir para lhe “baixar a tensão arterial”...&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;strong&gt;6. &lt;/strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1175&quot;&gt;Ricardo Blanc&lt;/a&gt; veio à Baixa do Porto dizer que o meu esclarecimento demonstrava “nervosismo, agressividade e falta de educação”. Por tudo que pude apreciar, no processo e nos textos e afirmações do Senhor Arquitecto Ricardo Blanc, creio bem não ser merecedor de lições, de sua parte, nem no capítulo do nervosismo, nem na agressividade e, muito menos, na educação... O Senhor Arquitecto Ricardo Blanc tem também a minha porta aberta para verificarmos, página a página, o processo da sua obra ilegal. Mas olhe que gosto de tratar os assuntos com frontalidade e com &lt;strong&gt;VERDADE!!!&lt;/strong&gt; Não se pode &lt;em&gt;“falar”&lt;/em&gt; para um Jornal, mentindo, dar origem a uma página contra o programa de recuperação do edificado da Baixa da Cidade e achar que ainda merece uma estátua... E quanto à insinuação da aprovação na véspera do seu artigo... Oh, Senhor Arquitecto, venha ver e não continue a insinuar malevolamente... Fica-lhe mal! É uma questão de boa educação... Venha ver para crer! Não preciso desses expedientes. Não faço despachos com datas ilegais...&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;strong&gt;7. &lt;/strong&gt;No dia 20 foi Pulido Valente quem &lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1177&quot;&gt;veio a terreiro&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;, perdão, à Baixa do Porto, falar mais uma vez &lt;em&gt;“a sentimento”&lt;/em&gt;. Já o ouvi falar assim no &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/495&quot;&gt;jantar da Baixa&lt;/a&gt;, sobre as flores que foram substituídas nos canteiros... (lembra-se?), sobre a Quinta da China (lembra-se?). Hoje, como sempre, venha ver! Volte ao meu gabinete, desta vez acompanhando o “seu” colega Ricardo Blanc... Diga-lhe como foi recebido. Prometo que voltará a ser bem recebido, como merece, aliás.&lt;/li&gt;
 &lt;li&gt;&lt;strong&gt;8. &lt;/strong&gt;Antes que alguém aceite &lt;strong&gt;VIR VER&lt;/strong&gt; para, depois, falar &lt;strong&gt;COM VERDADE&lt;/strong&gt;, não voltarei a este assunto, mesmo que venha a ser &amp;quot;desafiado&amp;quot;. Quem tem medo da &lt;strong&gt;VERDADE&lt;/strong&gt;???&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Mas a Baixa do Porto animou-se, manteve o seu espírito de diálogo construtivo e, sobretudo, o seu “bom ambiente”. É um prazer “passear” na Baixa do Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um abraço para todos.&lt;br /&gt;
Lino Ferreira&lt;/p&gt;</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Thu, 23 Nov 2006 06:00:09 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;Campanhas, jornadas e informação&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1190</link>
 <description>&lt;p&gt;A &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/&quot;&gt;SRU do Porto&lt;/a&gt; já promoveu imensos debates, desde o &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/sub_menu_2_1.php&quot;&gt;Masterplan&lt;/a&gt;, aos projectos de reabilitação, aparentemente já conhecemos todo o discurso. Mas existiu uma quebra enorme na informação, divulgação, publicidade, o projecto Porto Vivo continua a ser confundido com o Cruarb, a Porto Vivo não nasceu para morrer. Tem que continuar, agora cumpria-lhe fazer uma jornada para mostrar transparentemente como correu &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/flores.php&quot;&gt;na Rua das Flores&lt;/a&gt;, qual foi a experiência, as dificuldades, como vai reinvestir o retorno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Independentemente de virmos nós próprios a fazer jornadas, troca de experiências, a Porto Vivo tem ainda muita gente para convencer, ou então arrisca-se a que daqui a 3 anos continue tudo na mesma. A Banca, por exemplo, tem que ser parceiro nesta reabilitação e falta informação e campanha nessa matéria. Em cada projecto que a Banca se mostrar renitente resulta num investidor desmotivado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As campanhas têm que continuar, a publicidade, os folhetos, a divulgação. A Porto Vivo pode continuar à espera dos privados, lá sentadinha, a receber muito bem, numas boas instalações, mas se não continuar a insistir no projecto, na reabilitação, corre o risco de morrer lá sozinha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Houve uma quebra enorme no investimento promocional, e com tantos projectos de reabilitação da Baixa que falharam ao longo dos anos, não chega um ano de publicidade para mudar mentalidades. A Porto Vivo tinha que divulgar, fazer campanhas de como está a decorrer o processo, toda a sua experiência, alertas. Já sabemos que dá boas condições e esta instalada na Sé do Porto, mas se parte do princípio que já convenceu os investidores e que agora tudo se faz por moto próprio, engana-se. Além de ter que continuar a promover-se, tem também que puxar questões, como a segurança, como vai investir o retorno da Rua da Flores... bem, ninguém lhe pede um tostão, pedem-lhe que continue a divulgar, a incentivar, a promover. Dizer uma vez não chega, senão nunca teríamos necessitado da SRU.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Wed, 22 Nov 2006 14:29:15 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: António Alves - &quot;Apontamentos finais sobre TGV&#039;s...&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1189</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;strong &gt;&quot;... onde também aproveito para abordar a esquecida Linha do Douro&quot;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;1)&lt;/strong&gt; O T deitado é de facto a melhor solução porque reune num só troço o tráfego proveniente do Porto com o proveniente de Lisboa. Pode ainda captar tráfego na Galiza. Outra vantagem seria contrapor um universo de mais de 6 milhões de pessoas que vivem nas margens do traçado em T aos 5,5 milhões da região de Madrid. Uma infra-estrutura ferroviária destas leva mais do que a vida duma geração a amortizar-se. Mas isso não implica que a sua operação deva ser hiperdeficitária: a reunião de tráfegos num só troço contribuiria certamente para a redução dos mais que prováveis défices de exploração. E ainda com a vantagem de não prejudicar o tempo de percurso de Lisboa a Madrid e reduzir o tempo do Porto a Madrid. Enfim, manda quem pode. Mas manda mal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;2)&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1184&quot;&gt;Miguel Oliveira&lt;/a&gt; diz que a rede em Pi invertido é &lt;em &gt;&quot;sem dúvida a mais completa (ligando dois portos e desenvolvendo o Alentejo e o Centro) e vantajosa quando totalmente construída&quot;&lt;/em&gt;. Mas o problema reside mesmo aí: nunca será construída. Se o Governo tivesse tal intenção, a linha prioritária seria Aveiro-Salamanca, que é o traçado que nos ligaria verdadeiramente à Europa e por onde as nossas mercadorias circulariam em direcção ao norte do continente sem ter que prestar tributo à capital espanhola. Pelo que se vê, não existe qualquer intenção de a construir e nunca passará dum traço no mapa. A linha Lisboa-Badajoz-Madrid não liga Portugal a nada. Liga apenas Lisboa a Madrid. Transforma também Badajoz na capital de facto do Alentejo. Mas isso, no actual estado das coisas, até deve ser vantajoso para os alentejanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;3)&lt;/strong&gt; Nestas circunstâncias o Porto e o Norte de Portugal devem agarrar com ambas as mãos a ligação Porto-Vigo e manter a pressão e vigilância para que não haja retrocessos neste projecto. Resta-nos ainda um problema: ligar os portos de Leixões e Aveiro à rede europeia. Tal pode ser feito religando a Linha do Douro a Salamanca. Esta região espanhola transformar-se-á em breve numa importante plataforma intermodal. Uma plataforma intermodal fluvio-ferroviária no Douro superior colocaria &lt;a href=&quot;http://pwp.netcabo.pt/0165582701/artigo1.html&quot;&gt;o Atlântico a 150 Km de Salamanca, 220 Km de Valladolid e 350 Km de Madrid&lt;/a&gt;. As oportunidades que se abririam a Leixões, ao Porto e à Região do Douro seriam imensas. A Linha do Douro tem ainda uma outra potencialidade que não pode ser desperdiçada: a turística. Esta linha, umas das mais belas e espectaculares do mundo, liga uma vetusta cidade cujo centro histórico é património mundial - o Porto - a outra de igual quilate: Salamanca que, por sua vez, também é classificada como património mundial. Por fim, mas não por último, a ligação entre estas duas cidades atravessa toda uma região que igualmente faz parte do inolvidável património cultural da comunidade humana: o Douro. Se isto não vende turisticamente nada se vende.&lt;br /&gt;
Existem sinais de que o governo pretende encerrar a Linha do Douro entre a Régua (ou o Pinhão) e o Pocinho para o serviço de passageiros mantendo apenas, e enquanto for necessário, os comboios de mercadorias com cimento da &lt;a href=&quot;http://www.cimpor.pt/&quot;&gt;CIMPOR&lt;/a&gt; para o terminal do Pocinho. Tal facto representará o golpe mortal final desta linha. Espero que a &lt;a href=&quot;http://www.cciporto.com/&quot;&gt;Associação Comercial do Porto&lt;/a&gt;, instituição que esteve na génese da construção desta extraordinária via férrea, esteja atenta e se oponha violentamente àquilo que António Barreto já classificou como um acto criminoso numa das suas crónicas no &lt;a href=&quot;http://www.publico.pt/&quot;&gt;Público&lt;/a&gt;: pensar o desenvolvimento do Douro sem o Caminho-de-Ferro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;António Alves&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Wed, 22 Nov 2006 14:19:30 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: David Afonso - &quot;Jornadas&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1188</link>
 <description>&lt;p&gt;Bom dia&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por acaso era minha intenção publicar este texto &lt;a href=&quot;http://odoloeventual.blogspot.com/2006/11/responsabilidade-dos-agentes-culturais.html&quot;&gt;A responsabilidade dos agentes culturais&lt;/a&gt; também aqui n&#039;&lt;em &gt;A Baixa do Porto&lt;/em&gt;, mas o Tiago antecipou-se e &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1182&quot;&gt;linkou-o&lt;/a&gt; :-)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não o publiquei de imediato porque queria acrescentar uma pequena nota a propósito da sugestão de &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1141&quot;&gt;F. Rocha Antunes&lt;/a&gt;. Parece que o meu caro, a avaliar pelo entusiasmo que despertou, desta vez acertou na mosca. Concordo com a &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1187&quot;&gt;Cristina&lt;/a&gt; e também acho que seria uma pena deixar cair esta ideia. No entanto, se me permite, só não estou de acordo quando faz um apelo à &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/&quot;&gt;PortoVivo&lt;/a&gt; para que seja esta a organizar as &lt;strong &gt;Jornadas Temáticas de Reabilitação&lt;/strong&gt;. Não podemos andar sempre a empurrar as nossas responsabilidades para cima. A minha sugestão é que organizemos nós próprios essas Jornadas, nas quais a PortoVivo terá, certamente, um papel central. Do meu ponto de vista esta seria uma oportunidade de demonstrar que a sociedade civil ainda está viva no Porto. Seria um trabalho dos diabos, mas perfeitamente exequível. É apenas uma questão de coordenação e divisão de tarefas. Vamos a isso?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;David Afonso&lt;br /&gt;
attalaia@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;--&lt;br /&gt;
Nota de TAF: Aproveito para sugerir também à Porto Vivo e à CMP que usem essa oportunidade para estudar e debater a questão dos &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1185&quot;&gt;fundos de investimento&lt;/a&gt;. Já agora, a Universidade do Porto estaria certamente na disposição de colaborar nestas Jornadas, se calhar até nos aspectos logísticos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/56">2006-11-19</category>
 <pubDate>Wed, 22 Nov 2006 07:27:53 -0500</pubDate>
</item>
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