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 <title>A Baixa do Porto - 2006-10-29</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53/all</link>
 <description></description>
 <language>pt</language>
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 <title>De: TAF - &quot;A falta de jeito&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1076</link>
 <description>&lt;p&gt;Rui Rio tem um talento especial para ser deselegante e desagradável, mesmo quando toma medidas eventualmente acertadas. É que, da maneira que as anuncia e aplica, agrava o clima de aparente guerrilha constante entre o Executivo e a cidade… Um Presidente de Câmara que cria tão má imagem da (e na) região não percebe qual a missão que lhe foi confiada pelos munícipes. Tratando-se de quem se trata, nem vale a pena tentar explicar-lhe.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Veja-se o caso do &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/pageGen.asp?SYS_PAGE_ID=455902&amp;amp;ID=1967&quot;&gt;fim dos subsídios&lt;/a&gt;. Parece-me genericamente bem. Sem conceder subsídios uma Câmara não cai tão facilmente em tentação de fazer favores aos amigos, não se calam possíveis vozes contestatárias com um apoio “simpático”, não se criam vícios nem dependências que são piores do que drogas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas faz sentido anunciar a decisão &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/document/449218/484489.pdf&quot;&gt;neste tom&lt;/a&gt;, qual &lt;em &gt;Guardião da Virtude&lt;/em&gt;? Como se todos os subsídios fossem mal utilizados? Para logo de seguida dizer que afinal pode haver &lt;em &gt;“situações altamente excepcionais”&lt;/em&gt;?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não me canso de repetir que &lt;a href=&quot;http://taf.net/opiniao/2006/04/o-empreendedorismo-social.htm&quot;&gt;é a sociedade civil&lt;/a&gt; que tem de &lt;a href=&quot;http://www.taf.net/opiniao/2005/12/sugestes-para-o-porto.htm&quot;&gt;resolver os seus problemas&lt;/a&gt;, até porque da Administração Pública já não há muito a esperar (eu já ficava contente se não nos complicasse a vida…) E o que faz a Oposição? Em vez de se mexer e mostrar que é capaz de resolver os problemas com imaginação, limita-se a queixar-se dele, &quot;o Mau&quot;, e a entrar em depressão. Estão bem uns para os outros...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo, haverá alguns grupos de Teatro (mas provavelmente apenas uma minoria deles) que merecem apoio. Por que razão não hão-de ser os próprios cidadãos e empresas do Porto a angariar as verbas que completem as receitas insuficientes de bilheteira? Se o caso é assim tão importante para a cidade, não existirá sequer uma minoria mais esclarecida com capacidade para suportar estes custos, num mecenato nem que seja informal? Das duas uma: ou a cidade não merece os artistas que tem, ou os artistas não merecem o apoio que reclamam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Obriguemos a autarquia a concentrar-se nos assuntos que &lt;strong &gt;exclusivamente&lt;/strong&gt; lhe cabem, e avaliemos o Executivo pelo seu desempenho nisso.&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Sat, 04 Nov 2006 16:46:14 -0500</pubDate>
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 <title>De: Cristina Santos - &quot;Foi o fim dos samurais&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1075</link>
 <description>&lt;p&gt;Há vários tipos de cultura, a cultura empresarial, a cultura das gentes, a cultura do homem culto, a cultura da batata, até há cultura de esquerda... Chama-se cultura a uma ideia ou tradição que passa de geração em geração. A cultura do povo é tomar conhecimento pela representação de mitos, tradições, de usos e costumes, que ao encerrar a tela nos deixam uma moral de vida, um problema ou uma resolução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao Governo compete criar esses parâmetros. É cultura mostrar-nos a vida da Amália, assim como será cultura representar a vida das gentes do Centro Histórico, será cultura uma peça sobre Fernando Pessoa, será cultura um espectáculo sobre o pequeno ditador. Será repetitivo outro espectáculo de Shakespeare. Será cultura a vida dos Almada, a do Chico Fininho, a de D. Pedro, o homem que nos deixou o coração na Lapa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora não sei o quem tem a ver a cultura, que é uma coisa subjectiva, com a cedência a privados de um teatro municipal, nem Rui Rio cedeu o espaço por problemas financeiros, nem sequer com isso deixou de subsidiar espectáculos. O que esta aqui em causa, é uma má ideia, uma estupidez completa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Numa época em que se pretende prender o povo à Baixa, não se dão esses exemplos e por mais que queiramos entender isto como uma questão de ordem financeira ou liberal, traz-nos mais prejuízos que lucros, o Francisco pode pensar que agora vamos ter mais gente nos espectáculos do Rivoli, eu diria que não era preciso isto para se conseguir, os privados vão inventar novas companhias, ou os bilhetes vão ser mais baratos, vamos fazer no Rivoli o que já se faz no &lt;a href=&quot;http://www.tnsj.pt/&quot;&gt;TSJ&lt;/a&gt;?!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi uma má resolução, a atitude correcta seria recuperar o Rivoli, todos os que promovessem espectáculos sobre o Porto, a História do Porto, seriam apoiados, todos os outros plágios ou cultura em rede teriam lugar em outros locais, seria uma aposta no Porto, nas gentes, na auto-estima. Seria pelo menos uma ideia sobre a aposta cultural do executivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto à atitude do Hélder em &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1072&quot;&gt;afirmar&lt;/a&gt; que é a última vez que vem a este blog, diria que é esse tipo de atitude da malta da cultura que afasta o povo, um homem que promove cultura está sempre disponível para a discussão, as discordâncias servem de inspiração. A cultura tem que aceitar, muitas das críticas são justas, resta-lhe criar sátiras sobre isso e analisar-se a si própria, mas nunca abandonar a discussão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quer dizer, é a minha opinião, mas também não sou exemplo nesses embrenhados culturais, cultura para gente fina como eu é o &lt;em &gt;Mingos &amp;amp; Os Samurais&lt;/em&gt; e cá vai um grande abraço de parabéns a Rui Veloso e a Carlos Tê que tão longe levaram o nosso Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;«Cantou baixinho no comboio&lt;br /&gt;
Ganhou uma força secreta&lt;br /&gt;
E nesse dia lá no bairro lembro-me eu&lt;br /&gt;
Falou-se da partida do berto poeta»&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
Cristina Santos&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Sat, 04 Nov 2006 13:21:54 -0500</pubDate>
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 <title>De: TAF - &quot;Um concerto privado na noite do Porto&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1074</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20061104-concerto3.jpg&quot; alt=&quot;Concerto no Porto&quot; title=&quot;Concerto no Porto&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20061104-concerto7.jpg&quot; alt=&quot;Concerto no Porto&quot; title=&quot;Concerto no Porto&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20061104-concerto2.jpg&quot; alt=&quot;Concerto no Porto&quot; title=&quot;Concerto no Porto&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20061104-concerto1.jpg&quot; alt=&quot;Concerto no Porto&quot; title=&quot;Concerto no Porto&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20061104-concerto4.jpg&quot; alt=&quot;Concerto no Porto&quot; title=&quot;Concerto no Porto&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20061104-concerto6.jpg&quot; alt=&quot;Concerto no Porto&quot; title=&quot;Concerto no Porto&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20061104-concerto5.jpg&quot; alt=&quot;Concerto no Porto&quot; title=&quot;Concerto no Porto&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20061104-concerto8.jpg&quot; alt=&quot;Concerto no Porto&quot; title=&quot;Concerto no Porto&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Sat, 04 Nov 2006 08:44:53 -0500</pubDate>
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 <title>De: F. Rocha Antunes - &quot;Surpresa atrás de surpresa&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1073</link>
 <description>&lt;p&gt;Caro &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1072&quot;&gt;Hélder Sousa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se calhar supreeendo-o de vez se lhe disser que também não percebo para que existe um Ministério da Economia. Pelo menos nisso estamos de acordo. Aliás, se reparar bem, também me parece que o próprio Ministro da Economia não percebe muito bem para que aquilo serve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, quanto à Cultura, não me atrevo a dizer-lhe o que é. Mas ocorre-me falar de diversidade, tolerância, serenidade, capacidade de abstração, gosto, tudo isto a propósito da facilidade com que disparou sobre a pretensa ignorância alheia, neste caso a minha. Mas isso é o menos. O mais é a reacção. E a facilidade com que se classificam os outros. Deve ser a  tal doença dos carimbos, que afecta tanta gente neste País.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aprender a viver em comunidade é um exercício de cidadania. E dizem que a Cidade e a Cultura se confudem. Às vezes dá para duvidar. Mas eu não duvido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Francisco Rocha Antunes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;PS. É escusado promover-me a ilustre que eu de ilustre não tenho nada: não pertenço a nenhum partido ou agremiação colectiva com interesses gerais, não pertenço a nenhuma Igreja ou seita, trabalho por conta própria e faço prédios.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Fri, 03 Nov 2006 18:42:04 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Hélder Sousa - &quot;Surpresa das Surpresas&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1072</link>
 <description>&lt;p&gt;Há algumas opiniões que nos surpreendem porque são ou inesperadas, ou originais, ou controversas, ou elaboradas, ou sugestivas, ou porque estão em desacordo com as nossas mas nos fazem pensar sobre outros pontos de vista. Depois há aquelas que não fazem qualquer sentido e que deviam ficar com quem as tem para não estragar o bom nome das pessoas. A &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1064&quot;&gt;opinião&lt;/a&gt; que o ilustre F. Rocha Antunes dá sobre o Ministério da Cultura não só é original, excêntrica, despropositada e reaccionária mas tolamente ignorante de toda a história das sociedades contemporâneas e daquilo que se passa no Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Poderíamos pegar num dos parágrafos e substituir algumas palavras simples e teríamos outra opinião idêntica mas, por exemplo, sobre o Ministério da Economia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A saber:&lt;br /&gt;
«Eu nunca percebi para que serve o Ministério da &lt;em &gt;Economia&lt;/em&gt;. É seguramente uma limitação minha, porque acho tão estranho existir um Ministério da &lt;em &gt;Economia&lt;/em&gt; como acharia estranho se existisse um Ministério do &lt;em &gt;Comércio Justo&lt;/em&gt; ou um Ministério da &lt;em &gt;Convivência Pessoal&lt;/em&gt;. Mas se há alguma coisa para que devia servir era para ajudar a que fossem convenientemente usados &lt;em &gt;processos de intercâmbio&lt;/em&gt; para todos os tipos de expressões colectivas que se dedicassem à importantíssima tarefa de nos &lt;em &gt;fazer perceber a importância de gerir a nossa vida pessoal&lt;/em&gt;.»&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(pois é: é tão ridícula esta nova versão como a original!)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na verdade o ilustre F. Rocha Antunes anda tão longe da realidade que nem sequer se apercebeu que a Cultura não serve para “NOS ENTRETER CONVENIENTEMENTE”. Esta proximidade entre Cultura e entretenimento colectivo é algo que não se vê desde, pelo menos, os tempos da velha senhora!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Está também longe da agenda cultural da cidade, porque apesar de todas as tentativas que têm sido feitas ainda há muitas coisas nesta terra que ultrapassam a esfera do teatro experimental – o Sr. Antunes lá deve saber o que é teatro experimental! – para além do ‘entretenimento’ que nos chega do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas vá lá: citar Woody Allen (um AUTOR ‘experimental’, no sentido mais abrangente da palavra ‘experiência’, penitencia-o de algumas penas.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hélder Sousa – pela última vez neste blogue&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;--&lt;br /&gt;
&lt;strong &gt;Nota de TAF:&lt;/strong&gt; Caro Hélder, receio que não tenha compreendido a natureza deste blog. &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/&quot;&gt;A Baixa do Porto&lt;/a&gt; é um &lt;strong &gt;espaço público&lt;/strong&gt; onde escreve qualquer pessoa que assim o deseje, desde que seja sobre o Porto e cumpra regras mínimas de civismo. Aquilo que é colocado online não é filtrado em função da opinião que expressa nem de quem escreve. É o mais democrático, no verdadeiro sentido do termo, que consigo imaginar. Qualquer opinião, em Democracia, é legítima. Tanto a minha, como a sua, como a de FRA. Têm todas lugar aqui. Espero que voltem sempre. Bom fim de semana! :-)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Fri, 03 Nov 2006 13:31:57 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Rui Valente - &quot;A Praça Marquês de Pombal&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1071</link>
 <description>&lt;p&gt;Caros participantes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já passaram pela Praça Marquês de Pombal? Não? Então, façam o favor de por lá passar e de olhar bem para aquilo que é suposto serem canteiros para flores e plantas. É de uma tristeza confrangedora! Aquela praça já está concluída há uns meses e o ambiente &quot;típico&quot; de inacabado permanece a olhos vistos. De que estará à espera a autarquia? Será assim tão dispendioso o arranjo digno daquele jardim?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Numa época em que as consciências parecem finalmente começar a despertar para as questões ambientais, por cá persiste o desprezo pela natureza. Tal como na nova marginal de Matosinhos, na marginal de Leça também não querem nada com árvores. Cimento e alcatrão, para certos &quot;experts&quot; da nossa praça, são o paradigma do progresso e do bem estar social. Se calhar, as árvores toldam os horizontes dos ambiciosos...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ah, se eu fosse árvore... A ser tão secamente renegada por alguns humanóides, fazia-lhes a vontade suprema, desaparecia das suas vistas cegas e insensíveis, ia para bem longe, deixava-os em paz na companhia dos seus &lt;em &gt;bunkers&lt;/em&gt; e das suas inóspitas avenidas, até sentirem o ar rarefeito comprimir-lhes os pulmões e perceberem definitivamente que não é através do betão que se obtém o oxigénio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pena é que quando a natureza responde a estas agressões (como, de ano para ano, se constata acentuadamente) seja injusta e arraste nos seus flagelos reactivos milhares e milhares de inocentes. Pena é que a natureza ainda não seja capaz de fazer justiça de forma selectiva. Aí outro galo cantaria... &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rui Valente&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;PS-De facto, Luís Filipe Menezes devia estar do lado de cá do Douro. Mas, tanto melhor para o outro lado do Porto. Tanto melhor para os gaienses.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Fri, 03 Nov 2006 13:26:55 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TeoDias - &quot;Trânsito e peões&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1070</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20061103-carlosalberto.jpg&quot; alt=&quot;Carro da Polícia em transgressão em Carlos Alberto&quot; title=&quot;Carro da Polícia em transgressão em Carlos Alberto&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta foto foi feita esta manhã, ainda não tinha dado a minha olhadela quotidiana à &lt;em&gt;&quot;Baixa do Porto&quot;&lt;/em&gt;. Dois ou três passantes comentavam o facto, do género: &lt;em&gt;&quot;bom exemplo&quot;&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;&quot;merecia uma foto&quot;&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;&quot;e em frente de uma passadeira&quot;&lt;/em&gt;. Não era tarde nem era cedo, tirei a máquina do bolso e...&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O título veio depois: &quot;Atribulações de um peão nas praças do Porto&quot; ( não sei como, talvez o título de um livro de Jules Verne lido na juventude) - Praça Carlos Alberto - 3 de Novembro 2006, pelas 11h15m&lt;/p&gt;
 
&lt;p&gt;Abraço e bom fim de semana.&lt;br /&gt;
TeoDias&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;&lt;a href=&quot;http://ruasdoporto.blogspot.com/&quot;&gt;Ruas do Porto&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Fri, 03 Nov 2006 13:09:23 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Lucília Pinto - &quot;O Granito e o Ferro de PortoGaia&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1069</link>
 <description>&lt;p&gt;Junto enviamos notícia relativa à inauguração da exposição polinucleada do V Safari Fotográfico Juvenil, subordinada ao tema &lt;em &gt;&quot;O Granito e o Ferro de PortoGaia&quot;&lt;/em&gt;, acto que decorrerá nas instalações do Instituto Multimedia (Rua das Taipas, nº 76 – Porto), no dia 6 de Novembro, 2ª feira, às 15.30 horas, presidido pelo Senhor Vereador do Pelouro da Juventude e Educação da CMP, Dr. Gonçalo Gonçalves.  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gratos pela atenção dispensada, subscrevemo-nos, atenciosamente.&lt;br /&gt;
O Departamento de Comunicação&lt;br /&gt;
Lucília Pinto&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.imultimedia.pt/&quot;&gt;Instituto Multimédia&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;verdeitalico&quot;&gt;(...) A selecção das fotografias foi efectuada por um júri composto por Maria do Carmo Serén, representante do Centro Português de Fotografia, e por conhecidos fotógrafos (Manuel Magalhães, Pereira de Sousa e Viana Basto).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;verdeitalico&quot;&gt;A mostra estará distribuída por vários locais: Instituto Multimédia, BoganiCafé, Café Âncora D’Ouro, Café do Cais, Café Guarany, Café Progresso, Livraria Lello e Restaurante Chez Lapin a partir da próxima 3ª feira e ficará patente até finais de Dezembro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;verdeitalico&quot;&gt;Apenas na sede da entidade organizadora (IM), na Rua das Taipas Nº 76, será possível ver-se o conjunto das fotos premiadas pelo júri. Apenas fazendo o percurso por todos os locais será possível apreciar todos os trabalhos seleccionados. (...)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;--&lt;br /&gt;
&lt;strong &gt;Nota de TAF - &lt;/strong&gt; Dado que &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/pageGen.asp?SYS_PAGE_ID=479639#6&quot;&gt;este vereador&lt;/a&gt; vai estar presente, vale a pena perguntar: E o &quot;&lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/968&quot;&gt;deputado voador&lt;/a&gt;&quot;, também? Para que não se deixe esquecer o que não pode ser esquecido.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Fri, 03 Nov 2006 12:56:43 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;Porque o Porto não os merece&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1068</link>
 <description>&lt;p&gt;Porque para mim a Cultura não é entretenimento, porque o Rivoli é um símbolo da Cidade, porque não se retira a alma ao povo, porque não se explora a Torre dos Clérigos, porque simplesmente há salas de espectáculos fechadas que a CMP podia ceder à exploração, porque pagamos e vamos continuar a pagar a muita gente para seleccionar e promover espectáculos que eduquem e formem o povo, porque pagamos a vereadores e acessores que nem num recinto com nome feito conseguiram fazer nada e isso tambem é uma despesa sem receitas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deixo-vos com o passado, com o mérito e o orgulho, exposto num &lt;a href=&quot;http://cidadesurpreendente.blogspot.com/2006/11/o-coliseu-visto-por-domingos-alvo.html&quot;&gt;artigo de Carlos Romão&lt;/a&gt;, porque não há dinheiro que me pague a emoção destas fotografias.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Fri, 03 Nov 2006 12:44:32 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Pedro Lessa - &quot;Praças e trânsito&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1067</link>
 <description>&lt;p&gt;Mais uma vez recomendo a leitura da &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/11/03/porto/a_praca_tunel.html&quot;&gt;crónica do Arq.º Manuel Correia Fernandes&lt;/a&gt;, já devidamente apontada pelo Tiago, é pena é que as duas crónicas anteriores não tenham sido colocadas on-line, no JN. Como lá se pode ler, estas crónicas terão continuidade, a estar atentos portanto (esperemos que o Sr. Vereador também).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto ao trânsito, e consequente mobilidade no Porto, questionada por &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/1065&quot;&gt;Miguel Oliveira&lt;/a&gt;, temo, infelizmente, que será uma miragem muito, muito longínqua na nossa cidade. Numa Câmara que, à falta de políticas estratégicas, metropolitanas e de planeamento futuro (lembram-se das discussões aqui no blog nas eleições?), nem tem política de gestão corrente da cidade, a mobilidade é algo que passa ao lado dos ditos senhores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Concretizo com um pequeno exemplo elucidativo. Quantos dos portuenses saberão que já é possível chegar de carro a S.Bento/Mouzinho descendo pela Av. da Ponte? Imagino que poucos. De facto, já é possível a circulação nesta Avenida, mas em sentido contrário, proporcionando de futuro (espero eu) um descongestionamento no percurso que antigamente se fazia de quem do Jardim de S. Lázaro (agora, de quem vem da Ponte do Infante) se dirigia para a zona da Ribeira (Fontaínhas, Poveiros, S. Lázaro, D. João IV, Passos Manuel, D.João I, Av. dos Aliados, Praça, S. Bento e Mouzinho).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, mas, e cá vem o exemplo prático do total desinteresse dos serviços de trânsito, quem decidir tomar o novo percurso repara que desde os Poveiros até à Av. da Ponte ainda lá estão todos os sinais de trânsito proibido. É certo que menciona a Ponte Luiz I, mas a confusão generaliza-se e ninguém usa o novo percurso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, todos reparam que a cidade parou, que a cidade não tem funcionários que cuidem dela e no entanto cada vez há mais fiscais a multar quem não estorva, mais carros e furgões último modelo e por aí fora. Deve ser mais uma medida de apoio aos cafés na Baixa, porque quando numa rua de 50 metros chegam uns 6 ou 7 fiscais, depois lá vão todos para o café.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cumprimentos,&lt;br /&gt;
Pedro Santos Lessa&lt;br /&gt;
pedrolessa@a2mais.com&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Fri, 03 Nov 2006 06:58:26 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;Jornais de hoje&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1066</link>
 <description>&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=254e67b713b9f29882591e2805739cdd&quot;&gt;Renovação da Praça de Lisboa avança&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/11/03/porto/galeria_praca_lisboa_gestao_privada_.html&quot;&gt;Galeria da Praça de Lisboa com gestão privada e horário alargado&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/11/03/porto/aguas_porto_597_pessoas.html&quot;&gt;Águas do Porto com 597 pessoas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/11/03/porto/a_praca_tunel.html&quot;&gt;A praça e o túnel&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/11/03/porto/manutencao_jardins_a_concurso.html&quot;&gt;Manutenção dos jardins a concurso&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=46c9c02ec0bbbc829ac5c2f188af5f84&quot;&gt;Novas instalações do Centro de Saúde de Aldoar&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jornal.publico.pt/noticias.asp?a=2006&amp;amp;m=11&amp;amp;d=03&amp;amp;uid=&amp;amp;id=105455&amp;amp;sid=11638&quot;&gt;Rosa Escura&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=d11211ac9b1940c1d84354e7efea3ee9&quot;&gt;Matosinhos: Plano para dinamizar comércio&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jornal.publico.pt/noticias.asp?a=2006&amp;amp;m=11&amp;amp;d=03&amp;amp;uid=&amp;amp;id=105456&amp;amp;sid=11638&quot;&gt;Matosinhos: Concelho tem 346 restaurantes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/11/03/porto/concelho_mais_trezentos_restaurantes.html&quot;&gt;Concelho tem mais de trezentos restaurantes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Fri, 03 Nov 2006 03:39:23 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Miguel Oliveira - &quot;Mais uma vez Gaia a dar cartas&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1065</link>
 <description>&lt;p&gt;Agora na mobilidade e ambiente! Segundo &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/11/02/porto/miolo_centro_historico_sera_fechado_.html&quot;&gt;esta notícia&lt;/a&gt; a Câmara de Gaia pretende condicionar o trânsito no centro histórico. É um sistema semelhante ao usado nos bairros históricos em Lisboa controlado pela &lt;a href=&quot;http://www.emel.pt/&quot;&gt;EMEL&lt;/a&gt;. Óptima notícia do ponto de vista ambiental e ordenamento do trânsito, para quando se seguirá o Porto e em que zonas?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Gaia tem desenvolvido um grande trabalho nestes últimos anos,  sendo já a meu ver em alguns aspectos o concelho mais inovador e vanguardista da Área Metropolitana de Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;P.s. um site muito interessante e útil, aconselho-vos uma visita: &lt;a href=&quot;http://www.energiasrenovaveis.com/&quot;&gt;Energias Renováveis&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cumprimentos&lt;br /&gt;
Miguel Oliveira&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Thu, 02 Nov 2006 18:59:46 -0500</pubDate>
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<item>
 <title>De: F. Rocha Antunes - &quot;Para acabar de vez com a cultura?&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1064</link>
 <description>&lt;p&gt;Meus Caros&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A defesa dos interesses de cada um é uma das formas mais efectivas de participação na vida da cidade. Tenho apreciado a determinação com que muitos dos interessados em ocupar o Rivoli com os mais variados tipos de &quot;performance&quot; se têm expressado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu nunca percebi para que serve o &lt;a href=&quot;http://www.min-cultura.pt/&quot;&gt;Ministério da Cultura&lt;/a&gt;. É seguramente uma limitação minha, porque acho tão estranho existir um Ministério da Cultura como acharia estranho se existisse um Ministério do Civismo ou um Ministério da Liberdade. Mas se há alguma coisa para que devia servir era para ajudar a que fossem convenientemente usados espaços para todos os tipos de expressões colectivas que se dedicassem à importantíssima tarefa de nos entreter convenientemente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há várias salas de cinema fechadas nesta cidade que poderiam ser utilizadas por todos os grupos de artistas nisso interessados e tenho a ideia que a tal organização estatal que se encarrega destas matérias, o dito Ministério da Cultura, poderia arrendar a preços simbólicos aos infelizes proprietários desses mesmos espaços e de seguida disponibiliza-los-ia de forma igualmente acessivel. Nada custa imaginar a criação de vários circuitos de actuações vanguardistas em que se fosse ensaiando formas de expressão capazes de um dia sairem da marginalidade e evoluirem para um qualquer &quot;mainstream&quot;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A verdade é que quem não queira experimentar assistir a teatro experimental deixou de ter oferta entusiamante e com a provável excepção que justifica a regra (a &lt;a href=&quot;http://palmilhadentada.com/&quot;&gt;Palmilha Dentada&lt;/a&gt;) não se consegue ir ao teatro a não ser quando uma peça que vem do Brasil sobe uns dias ao Porto. Os tais públicos que tinham sido criados emigraram todos?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em nome da Cultura já se fizeram coisas estranhíssimas nesta cidade. A que mais me impressionou foi a encomenda que foi feita ao Arquitecto Solà-Morales para aquilo que depois foi baptizado como &lt;a href=&quot;http://www.edificiotransparente.com/&quot;&gt;Edifício Transparente&lt;/a&gt;. Há responsáveis por essa encomenda que nunca mais deram a cara para explicar aos seus concidadãos que decidiram pedir ao excelente arquitecto catalão um edifício que se limitasse a fazer o remate entre o verde e o mar. Sim, que assumidamente nunca teria uma função dita útil, quiçá, horror dos horrores, comercial. Isto foi o que foi encomendado, em nome da cultura, claro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Francisco Rocha Antunes&lt;br /&gt;
Promotor imobiliário&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;PS. O título deste post foi roubado a um livro de Woody Alen. &quot;Sem penas&quot; e &quot;Efeitos Secundários&quot; completam a trilogia de escritos humorísticos notáveis desse cineasta americano.&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Thu, 02 Nov 2006 08:16:48 -0500</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;Mais uma «ajudinha» à reabilitação da Baixa&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1063</link>
 <description>&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://dn.sapo.pt/2006/11/01/cidades/estadios_e_edificios_classificados_t.html&quot;&gt;Edifícios classificados vão ter de pagar imposto municipal&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto e a vontade que os bancos têm de financiar investimentos &quot;exóticos&quot; como os de reabilitação... Não basta um ou outro empreendimento avançar, é preciso muito mais. Eu sei que é um processo lento, mas ainda assim: venham os investidores estrangeiros, que os portugueses mal se mexem!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;PS:&lt;/strong&gt; Apesar de tudo há quem, mesmo com poucos meios, se esforce - &lt;a href=&quot;http://jornal.publico.clix.pt/noticias.asp?a=2006&amp;amp;m=11&amp;amp;d=02&amp;amp;uid=&amp;amp;id=105234&amp;amp;sid=11618&quot;&gt;Porto ganha espaço para tendências e música alternativas&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;PS 2:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://www.nytimes.com/2006/11/01/business/01venture.html?ex=1163134800&amp;amp;en=5b554bd8d62042d1&amp;amp;ei=5070&amp;amp;emc=eta1&quot;&gt;Venture Firm Is Giving Loans a Try&lt;/a&gt; - &lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;&quot;It will offer loans of up to $250,000 (...) The loans, which would be unsecured, would carry an interest rate of 6 percent (...) «We view this as a tool of access into deals rather than a money-making proposition»&quot;&lt;/span&gt; - &lt;a href=&quot;http://www.crv.com/&quot;&gt;gente&lt;/a&gt; com &lt;a href=&quot;http://www.crv.com/AboutCRV/QuickStart.html&quot;&gt;visão&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Wed, 01 Nov 2006 20:20:12 -0500</pubDate>
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 <title>De: Nuno Gonçalves - &quot;Porto Canal&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/1062</link>
 <description>&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/11/01/televisao/porto_canal_chega_a_oferta_analogica.html&quot;&gt;Porto Canal chega à oferta analógica no Norte&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nuno Gonçalves&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/53">2006-10-29</category>
 <pubDate>Wed, 01 Nov 2006 16:04:40 -0500</pubDate>
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