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 <title>A Baixa do Porto - 2006-07-30</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40/all</link>
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 <language>pt</language>
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 <title>De: TAF - &quot;No passeio de hoje da SRU&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/738</link>
 <description>&lt;p&gt;Por ter um compromisso para almoço, não pude concluir o &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/percursos/detalhes.php?id=11&quot;&gt;percurso de hoje da SRU&lt;/a&gt;. Aqui ficam duas fotos do ínicio, de qualquer modo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060805-sbento.jpg&quot; alt=&quot;Estação de Metro de S. Bento&quot; title=&quot;Estação de Metro de S. Bento&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060805-ponte.jpg&quot; alt=&quot;Ponte D. Luís&quot; title=&quot;Ponte D. Luís&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Sat, 05 Aug 2006 13:35:29 -0400</pubDate>
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 <title>De: Luís de Sousa - &quot;Ordem nas Ideias&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/737</link>
 <description>&lt;p&gt;O &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/729&quot;&gt;concurso&lt;/a&gt; quanto a mim não é de ideias, é de programa!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A verdade é que a Câmara não tem programa definido para a requalificação da Quinta do Covelo, procurando através de um concurso de ideias, que ninguém ainda percebeu muito bem como se processa e qual a finalidade, chegar a um programa que poderá ser a base da eventual realidade pretendida para o dito espaço.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A ideia não é mal intencionada, porém o molde de aplicação não é o ideal. Quando se fala na necessidade de dar oportunidade a todos de participar na discussão e na construção da cidade, pretende-se a possibilidade de em sede própria se proceder a uma discussão racional e faseada de vários reptos lançados pela Câmara na qualidade de entidade promotora do projecto. Emitidas, ouvidas e discutidas essas opiniões provenientes dos diversos actores sociais que juntos formam a Polis ou até a Metropolis, procede-se então à elaboração consciente, convicta e coerente de um programa base que sustente um posterior concurso público de arquitectura. Na minha opinião esta atitude já mostra um avanço em relação ao direito da livre concorrência entre arquitectos por parte da Câmara, contudo nos moldes menos indicados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Ordem dos Arquitectos com a sua intervenção, também ela bem intencionada, vem de certa forma dar uma machadada na formação dos políticos em relação ao conceito de concurso público de arquitectura. Porque quando falam na obrigação de constituição de equipas multidisciplinares por parte do arquitecto concorrente para ter acesso ao concurso, estão a proteger os grandes gabinetes, que têm consultores permanentes nas mais variadas especialidades, e a barrar o acesso aos jovens arquitectos que vêem a sua participação fortemente condicionada com a obrigatoriedade de encontrar consultores nas mais diversas áreas que se predisponham a consigo participar num concurso que à partida não sabe se ganha, ou se mesmo que ganhe se concretiza, pois com a mudança da cor partidária ou do lobby defendido pelas pessoas que conduzem os destinos autárquicos, o seu projecto pode ser relegado para a gaveta ou então ver-se anulado com um novo concurso para o mesmo problema, como já ocorreu no nosso País.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os concursos públicos não devem ter como finalidade a apresentação de um projecto de execução como muitos autarcas apelam, devem sim escolher o melhor conceito dos mais diversos pontos de vista (ambiental, económico, sociológico, antropológico) e então contratar o arquitecto vencedor para proceder à execução do projecto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ou acham que no concurso por convite que ocorreu no projecto da Casa da Música, os arquitectos Vinõly, Perrault e o próprio Koolhaas apresentaram propostas concretas dos seus projectos com o auxílio de consultores especializados nas mais diversas áreas munidos com estudos detalhados? Esses consultores entram realmente em acção numa fase mais avançada do projecto depois de escolhida a proposta vencedora e onde aí sim estas têm um papel importantíssimo na qualidade final da obra e em todo o seu processo de construção. Se permanecerem dúvidas convido-os a pesquisarem a proposta apenas de volumes que Óscar Niemeyer apresentou, e com a qual ganhou o concurso para a cidade de Brasília actual capital política do Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cumprimentos&lt;br /&gt;
Luís Sousa&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;P.S. Não se pode pedir experiência profissional a um arquitecto sem lhe dar a oportunidade do exercício da sua profissão.&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Sat, 05 Aug 2006 12:26:00 -0400</pubDate>
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 <title>De: Francisco Oliveira - &quot;Quinta do Covelo&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/736</link>
 <description>&lt;p&gt;Senhores Arquitectos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Permitam-me que quem nada sabe de arquitectura faça a seguinte interrogação: não se trata de um &quot;concurso de ideias&quot;? E assim for será o dono da obra que tem de dar as ideias do que quer em vez de serem os concorrentes a apresentarem as &quot;suas&quot; ideias?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Francisco Oliveira&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Fri, 04 Aug 2006 19:58:13 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: TAF - &quot;Apontadores para o fim de semana&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/732</link>
 <description>&lt;p&gt;- Vale a pena ver &lt;a href=&quot;http://video.google.com/videoplay?docid=4237353244338529080&amp;amp;q=ted+2006+video+Hans+Rosling&quot;&gt;este vídeo&lt;/a&gt; com uma apresentação excelente sobre alguns aspectos da evolução do mundo nos últimos anos. Estatísticas apresentadas como deve ser, provando que o bom design multimédia pode ser verdadeiramente útil. (Já não me lembro onde encontrei a referência.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=9977781606db85ace7aabcbbe1451799&quot;&gt;Entrevista com o novo reitor da Universidade do Porto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/08/04/porto/universidade_porto_quer_combater_ins.html&quot;&gt;Outra entrevista...&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=ed77915db49cc00d73cf5a0da66925cf&quot;&gt;Governo suspende PDM de Matosinhos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/08/04/porto/teatro_rivoli_teve_quase_espectadore.html&quot;&gt;Teatro Rivoli teve quase 400 espectadores por dia em 2005&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/08/04/porto/debate_sobre_o_pnpot_houve.html&quot;&gt;Debate sobre o PNPOT? Não houve...&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Fri, 04 Aug 2006 18:40:55 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: Luís Bonifácio - &quot;Fusão de freguesias urbanas&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/735</link>
 <description>&lt;p&gt;No Porto não sei bem como é, mas esta notícia &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/08/03/primeiro_plano/quatro_freguesias_podem_sair_mapa.html&quot;&gt;Governo quer fundir freguseias do centro histórico do Porto&lt;/a&gt; faz todo o sentido. Em Lisboa existem &lt;a href=&quot;http://novafloresta.blogspot.com/2006/08/as-autarquias-e-o-dficit.html&quot;&gt;estes 12 (Doze) exemplos&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Luís Bonifácio&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Fri, 04 Aug 2006 13:10:09 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: Pedro Aroso - &quot;Covelo&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/734</link>
 <description>&lt;p&gt;Caros Colegas &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/729&quot;&gt;Edgar Soares&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/731&quot;&gt;Pedro Lessa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cada classe profissional tem a Ordem que merece!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar da grande amizade que tenho pelo João Pedro Serôdio, a verdade é que a &lt;a href=&quot;http://www.oasrn.org/&quot;&gt;Secção Regional da Ordem dos Arquitectos&lt;/a&gt; mais não tem feito do que organizar umas exposições, conferências e festas (&lt;em &gt;I love Távora&lt;/em&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembram-se daquilo que aconteceu quando a CMP anunciou que ia entregar, de mão beijada, a &quot;Requalificação da Circunvalação&quot; a três &quot;jovens&quot; arquitectos? Na altura, a OA também emitiu um comunicado... Até hoje, nunca mais se ouviu uma palavra, ou seja, a Ordem cumpriu a sua obrigação e ponto final.&lt;br /&gt;
Com o &quot;Covelo&quot;, vai acontecer a mesma coisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pedro Aroso&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Fri, 04 Aug 2006 13:06:20 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: Rui Valente - &quot;Solidário com Pedro Lessa&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/733</link>
 <description>&lt;p&gt;Caro Pedro Lessa,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bem compreendo a &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/731&quot;&gt;sua angústia&lt;/a&gt; de jovem arquitecto. A sua, e a de todos (muitos) quantos estão &lt;strong &gt;de facto&lt;/strong&gt; fartos das incoerências e incompetências desta autarquia. Hélas, &quot;democracia&quot; oblige, não é? Esta democracia tem ratoeiras inadmissíveis, mas não se pode acordar a &quot;menina&quot;, porque ela está bem é a dormir...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pela minha parte já não perco mais tempo a falar de Rui Rio, nem com quem ainda lhe reconhece alguma validade. É tempo perdido. Quem quiser que se entretenha a descobrir-lhe virtudes, porque eu nunca dei para esse peditório nem penso vir a dar. Acabou. Rui Rio &lt;strong &gt;não é o Porto&lt;/strong&gt;, e o Porto é a única coisa que me interessa neste blog.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Só quero é transmitir-lhe o meu abraço solidário de portuense assumido e genuíno. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rui Valente&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Fri, 04 Aug 2006 13:03:44 -0400</pubDate>
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 <title>De: Pedro Lessa - &quot;Covelo&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/731</link>
 <description>&lt;p&gt;Caro Edgar Soares, infelizmente desta câmara já tudo se espera. Mesma depois daquela &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/369&quot;&gt;famosa tirada&lt;/a&gt; da excelentíssima figura, quando afirma que para intervir na Av. dos Aliados tinha que ser um arquitecto com experiência como o mestre Siza, porque os jovens arquitectos não têm capacidade para tal, vê-se agora a importância que se dá aos jovens arquitectos com este &quot;&lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/729&quot;&gt;concurso à portuguesa&lt;/a&gt;&quot;. Felizmente que a Ordem já vai estando atenta. Vai estando, agora. Agora...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se não temos arcaboiço para intervir em locais como a Avenida, se os concursos de ideias são o que são (deduzo que na cabeça do dito senhor será só para eles que temos capacidade) ao ponto de a &lt;a href=&quot;http://www.oasrn.org/&quot;&gt;Ordem&lt;/a&gt; os desaconselhar, consegue-se ter uma percepção do que é o mercado de trabalho na nossa cidade para nós jovens arquitectos. Quanto a este episódio da Quinta do Covelo, eu já tinha alertado, &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/150&quot;&gt;lembram-se&lt;/a&gt;?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda falta quanto tempo para o fim deste martírio? Parece-me uma eternidade, porque reflecte-se na nossa estimada cidade e ainda por cima nada podemos fazer por ela porque não temos capacidade... Como será o Porto daqui a uns anos? Esperemos que, pelo menos, sem estes caranguejos, que só andam para trás e como a burra que só faz para trás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cumprimentos,&lt;br /&gt;
Pedro Lessa.&lt;br /&gt;
pedrolessa@a2mais.com&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Fri, 04 Aug 2006 07:50:24 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: David Afonso - &quot;Entretanto, em Miragaia II&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/730</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060804-miragaia.jpg&quot; alt=&quot;em Miragaia&quot; title=&quot;em Miragaia&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda se lembram &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/655&quot;&gt;daquele caso&lt;/a&gt; que vos mostrei há pouco tempo em Miragaia? Pois o resultado final da «obra» foi o que se vê. Esconde-se a chaga, varre-se a porcaria para debaixo do tapete, disfarça-se a decadência. Enfim, longe da vista, longe do coração. Pelo menos não espetaram ali com um painel publicitário (até ver). Em definitivo, esta cidade não anda nada bem.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Fri, 04 Aug 2006 00:55:36 -0400</pubDate>
</item>
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 <title>De: Edgar Soares - &quot;Concurso Quinta do Covelo, palavras para quê?&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/729</link>
 <description>&lt;p&gt;Queria deixar aqui o parecer emitido hoje pela Ordem dos Arquitectos sobre o concurso de ideias para a Quinta do Covelo. Mais um tiro no pé no que respeita à credibilidade da CMP, SRU e entidades afins. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espero que o parecer da Ordem quanto às &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/635&quot;&gt;irregularidades do Programa VIV&#039;A BAIXA&lt;/a&gt;, seja tão assertivo quanto este.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Edgar Correia Soares&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;azulitalico&quot;&gt;&lt;strong&gt;COMUNICADO / Concurso Quinta do Covelo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;azulitalico&quot;&gt;&lt;strong&gt;Concurso de Ideias para a Requalificação da Quinta do Covelo / Porto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;azulitalico&quot;&gt;O Conselho Directivo Regional do Norte (CDRN) da Ordem dos Arquitectos, após análise do respectivo processo de concurso, &lt;strong&gt;considera não recomendável a participação, por parte dos membros desta Ordem, no Concurso de Ideias para a Requalificação da Quinta do Covelo, promovido pela Câmara Municipal do Porto&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;azulitalico&quot;&gt;Este entendimento do CDRN resulta das seguintes inconformidades no Processo de Concurso:&lt;/p&gt;
&lt;ul class=&quot;azulitalico&quot;&gt;
&lt;li&gt;- não exigência, aos concorrentes, de qualificação profissional específica compatível com a tipologia dos actos próprios a praticar no âmbito deste concurso;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;- não exigência, aos concorrentes, de constituição de equipa técnica multidisciplinar, considerada indispensável, em face da natureza do objecto do concurso;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;- falta de coerência entre o objectivo do concurso (recolha de ideias) e o grau de desenvolvimento pretendido das propostas (estudo prévio, traduzindo-se num concurso de projecto);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;- ininteligibilidade do regime de direitos de autor subjacente ao concurso, ao propor uma ambígua reserva de &#039;propriedade exclusiva&#039; a favor da Entidade Promotora;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;- não disponibilização de elementos informativos, suficientes, sobre a área objecto de estudo, em grau informativo compatível com o nível de exigência pretendido para a proposta (estudo prévio);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;- não especificação das habilitações profissionais do júri (nos termos do art.170.º, Decreto-Lei 197/99, de 8 de Junho, quando, como defendemos, &lt;em&gt;seja exigida uma habilitação profissional específica aos concorrentes, a maioria dos membros do júri deve possuir as mesmas habilitações ou habilitações equivalentes, devendo, sempre que possível, um deles ser indicado pela respectiva associação pública)&lt;/em&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p class=&quot;azulitalico&quot;&gt;Considera ainda este Conselho Directivo, em respeito ao &lt;em&gt;princípio da estabilidade&lt;/em&gt; consagrado no art.º 14.º do diploma supra referido, que as falhas acima indicadas apenas são passíveis de saneamento por intermédio da anulação deste procedimento e do lançamento de novo procedimento de concurso.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;azulitalico&quot;&gt;O Conselho Directivo Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos manifesta total disponibilidade para prestar aos membros da OA os esclarecimentos suplementares considerados necessários.&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;azulitalico&quot;&gt;O Conselho Directivo Regional do Norte da Ordem dos Arquitectos&lt;br /&gt;
Porto, 1 de Agosto de 2006&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Thu, 03 Aug 2006 19:09:04 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;Alguns apontadores&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/728</link>
 <description>&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/08/03/primeiro_plano/quatro_freguesias_podem_sair_mapa.html&quot;&gt;Governo quer fundir freguesias do Centro Histórico do Porto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/08/03/porto/novo_mercado_anjo.html&quot;&gt;Novo mercado do Anjo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://dn.sapo.pt/2006/08/03/cidades/cinema_aguia_douro_a_venda_tres_milh.html&quot;&gt;Cinema Águia d&#039;Ouro à venda por três milhões de euros&lt;/a&gt; (ver &lt;a href=&quot;http://www.cinemasdoporto.com/cinemas_Aguia.htm&quot;&gt;história&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://www.cinemasdoporto.com/aguiadouro/index.htm&quot;&gt;não só&lt;/a&gt; no &lt;a href=&quot;http://www.cinemasdoporto.com/&quot;&gt;Cinemas do Porto&lt;/a&gt; e a &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/394&quot;&gt;foto da entrada&lt;/a&gt; tirada por mim há pouco tempo.)&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Thu, 03 Aug 2006 11:09:23 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Luís Bonifácio - &quot;Mudança de Bitola&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/727</link>
 <description>&lt;p&gt;Relativamente ao &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/723&quot;&gt;último postal do António Alves&lt;/a&gt;. Ele não diz nenhuma asneira relativamente ao que se passa em Espanha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Portugal porém, todas as linhas possuem travessas para Bitola Larga, mesmo na actual (lenta) renovação da Linha do Norte as travessas têm furações únicas para via larga (1668 mm). Não possuindo furação dupla bi-bitola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como hoje em dia não se usam travessas de madeira, não é possível adaptar as existentes para a bitola europeia, pelo que a passagem de uma via de bitola 1668 mm para 1435 mm só pode ser feita retirando as travessas actuais, o que implica retirar e recolocar novamente o balastro (as pedrinhas onde se apoiam as travessas). No fundo estamos a falar de uma linha inteiramente nova!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando foi projectada a renovação da Linha do Norte foi proposta a utilização de travesas bi-bitola, mas tal não foi aceite. Desconheço a razão, mas não me surpreenderia que alguém quis poupar tostões numa obra de milhões.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Thu, 03 Aug 2006 07:50:46 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: David Afonso - &quot;8 apontamentos sobre a Baixa&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/726</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;em&gt;[Nota: estes apontamentos vêm a propósito de duas notícias sobre a baixa: uma no Público (Local Porto) de outra n&#039;O Primeiro de Janeiro. Ambas datadas de 31 de Julho. Creio eu]&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; A SRU está a ponderar a hipótese de demolir os pequenos quarteirões na Trindade, junto do Palácio dos Correios. As justificações avançadas parecem-me razoáveis. Contudo, confesso que fico um pouco apreensivo: É que a demolição, ainda por cima de quarteirões inteiros, deve ser o último recurso. Estarão esgotadas todas as outras possibilidades?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Os quarteirões em causa, assim à primeira vista, não aparentam um grau de degradação física superior a outros que a SRU se propõe a reabilitar em vez de demolir, o que demonstra o quão excêntrica é esta proposta quando comparada com uma prática de intervenção, já mais ou menos sistematizada, tendo por referência os quarteirões-piloto: recuperação dos quarteirões, respeitando a sua especificidade arquitectónica e aproveitando as potencialidades dos logradouros. Em contrapartida, o que é bem visível é a degradação social, exposta pela prática da prostituição. Mas para resolver este problema, será o camartelo o instrumento mais eficaz?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060803-trindade.jpg&quot; alt=&quot;na Trindade&quot; title=&quot;na Trindade&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; A SRU tem aqui um problema bicudo: o proprietário do edifício com maior presença no quarteirão não esperou por ninguém e iniciou ele próprio obras de reabilitação do seu imóvel (ver foto). Decisão de louvar e um exemplo para todos os proprietários da baixa. Agora com que cara vai a cidade (porque a SRU deve ser o nosso &quot;braço armado&quot;) dizer a este diligente proprietário que todo o seu trabalho e investimento será em vão porque aquilo tudo é para ir a baixo? Todos os recursos que temos – privados e públicos – são escassos e esta realidade devia exortar à planificação e à coordenação de esforços, caso contrário continuaremos a gastar muito para muito pouco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(OBS: sobre este assunto não há muito por onde se fugir: ou a obra é clandestina ou a obra se encontra devidamente licenciada. Se a obra é clandestina, o embaraço para a Câmara é enorme porque afinal de contas esta decorre literalmente debaixo das suas barbas, podendo até a fiscalização ser feita a partir da janela de um gabinete qualquer. Se obra é legal, então existiu uma falha de comunicação).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; Nisto de demolições na baixa já dava para uma grande exposição com sucesso garantido e que deixo aqui, à laia de sugestão, à SRU, à Câmara ou a quem tiver capacidade e vontade de se chegar à frente: O Porto Desaparecido – Uma Longa História de Demolições. Era só recolher informação iconográfica, cartográfica e escrita sobre a cidade demolida, juntar-lhe talvez alguns 3D e teríamos uma exposição interessante e pedagógica (não necessariamente apenas para os miúdos das escolas). Exemplos não faltam: Aliados (Bairro do Laranjal), Mouzinho da Silveira (Rio da Vila e margens), Praça do Infante, Estação de S. Bento (Mosteiro Avé Maria), Avenida da Ponte, Palácio de Cristal, Rua Álvares Cabral, etc. etc. A complementar esta exposição uma outra: O Porto Que Nunca Existiu – Uma Cidade de Papel. Esta seria feita a partir dos inumeráveis projectos para a cidade que durante séculos não saíram do papel. Qual seria o aspecto da cidade se todos os planos e projectos imaginados tivessem sido levados a cabo? Como seria o Porto com o Hospital de S. António construído segundo o projecto original? Se o plano das grandes avenidas tivesse saído do papel? Se os Aliados se tivessem prolongado por ali acima demolindo a Trindade? Se todas as pontes, túneis e teleféricos de Menezes tivessem sido levados a sério? Se todo o Bairro da Sé, numa febre racionalista, tivesse sido demolido (à imagem do que aconteceu à Alta da Coimbra)? Enfim, somos um pouco uma cidade feita à custa de demolições e projectos inacabados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(OBS: Há muito que alimento esta ideia. Se alguém achar que a coisa tem pernas para andar, estou pronto para o que der e vier. O meu contacto está aí em baixo.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; Voltando ao assunto inicial. Uma das vantagens da demolição daqueles quarteirões seria a libertação de espaço que permitiria a criação de espaços verdes. Eu gosto de espaços verdes. Não sei se o custo compensará, mas isso teria qualquer coisa de justiça poética: depois de a Metro ter imposto uma Avenida dos Aliados lítica e depois de Souto Mouro num rasgo de preguiça (daquela espécie de preguiça que só é consentida aos génios) ter plantado uma eira granítica e árida na frente da Estação da Trindade, alguém começa a sentir falta de verde. Já era sem tempo! Mesmo assim, continuo a ter algumas reservas quanto à ideia da demolição...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt; Só espero que a demolição do parque de estacionamento da Trindade seja mesmo para ir em frente (cá entre nós: já ouvi dizer por aí que esta demolição faz, já há algum tempo, parte dos planos da Câmara...). Aquele mono faz-me cá uma espécie...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt; A propósito de estacionamento: a cidade tem aqui mais uma equação irresolúvel. Sabendo que a capacidade de atracção da Baixa junto da classe média/alta e em particular, junto das famílias, será tanto maior quanto maior for a sua capacidade de assegurar estacionamento, a SRU, com toda a lógica, tem vindo a estudar soluções em que se assegure o estacionamento para residentes no próprio quarteirão ou nas suas imediações. Essas soluções passam por protocolos com os estacionamentos já existentes, pelo aproveitamento do miolo dos quarteirões, pela construção de estacionamentos especialmente vocacionados para residentes sejam eles subterrâneos ou em altura, e pela reserva de lugares na rua. Cada situação pede uma solução apropriada. Todavia e sem prejuízo desta estratégia, parece-me necessário acautelar os seguintes aspectos: a) Quantos lugares de estacionamento residencial se pode criar, sem ultrapassar a capacidade de escoamento da rede viária existente? É muito importante estudar esta questão, não vá uma solução se transformar num problema ainda maior. Quanto a mim parece-me óbvio que os lugares de parqueamento de nada servirão se os utentes não conseguirem lá chegar (este problema poderá ser mitigado através de uma mudança nos horários praticados e dos ritmos da cidade, isto é, pela diversificação social e económica e, como é óbvio, pelo aperfeiçoamento da rede de transportes públicos); b) Temo que em algum momento se caia na tentação fácil de se sacrificar o interior dos quarteirões para se criar aí estacionamento, em vez de estes servirem de espaços verdes e de lazer de uso comunitário (trata-se, de resto, de uma questão já por mim levantada aquando da discussão pública do &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/sub_menu_2_2.php&quot;&gt;Masterplan&lt;/a&gt; – Contrato de Cidade).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;8.&lt;/strong&gt; A recuperação da ideia lançada nos anos 90 (aquando da elaboração do estudo Flores/Mouzinho para o &lt;strong&gt;ProCom&lt;/strong&gt;) de se &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=9c2edc83c7982a962cb8889372687d49&quot;&gt;ligar através da rede de Eléctrico a parte alta da Baixa à parte baixa da Baixa&lt;/a&gt;, via Mouzinho da Silveira, é uma boa notícia. Devemo-nos congratular sempre que o bom senso marca pontos, mas (há sempre um &quot;mas&quot;) ao passar hoje pela Praça Almeida Garrett e pelo remate que se está a fazer a norte das ruas Mouzinho da Silveira/Flores no contexto da requalificação da Avenida da Ponte, não pude deixar de reparar que os carris não estão ser instalados! Voltamos à questão da escassez dos recursos disponíveis e da obrigação que a cidade tem de se organizar de modo a retirar o máximo proveito desses recursos. A refazer eternamente obras, qual Sísifo, é que não vamos lá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;David Afonso&lt;br /&gt;
attalaia@gmail.com&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Thu, 03 Aug 2006 07:42:24 -0400</pubDate>
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 <title>De: TAF - &quot;Coisas do Porto&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/725</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060802-roupa.jpg&quot; alt=&quot;Algures na freguesia da Sé&quot; title=&quot;Algures na freguesia da Sé&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Wed, 02 Aug 2006 18:56:18 -0400</pubDate>
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 <title>De: TAF - &quot;Notícias da SRU&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/724</link>
 <description>&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/pdfs/RelatorioActividades4.doc&quot;&gt;Relatório de Actividades&lt;/a&gt; (ficheiro Word)&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/verNoticia.php?noticia=165&quot;&gt;Aliados&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/40">2006-07-30</category>
 <pubDate>Wed, 02 Aug 2006 15:42:37 -0400</pubDate>
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