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 <title>A Baixa do Porto - 2006-07-16</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38/all</link>
 <description></description>
 <language>pt</language>
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 <title>De: Cristina Santos - &quot;Somos mesmo pequeninos&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/641</link>
 <description>&lt;p&gt;Quando os &lt;a href=&quot;http://www.rollingstones.com/home.php&quot;&gt;Rolling Stones&lt;/a&gt; vão à China a malta por cá sabe.&lt;br /&gt;
Falta menos de uma mês para a Big Band fazer furor no &lt;a href=&quot;http://www.fcporto.pt/Info/NovoEstadio/InfoEstadio.asp&quot;&gt;estádio do Dragão&lt;/a&gt;, e o que se sabe?&lt;br /&gt;
Que publicidade tem sido feita a este enorme evento para além da que foi feita há quase um ano atrás?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060722-rs1.jpg&quot; alt=&quot;Rolling Stones no Rio de Janeiro&quot; title=&quot;Rolling Stones no Rio de Janeiro&quot; /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;img src=&quot;files/20060722-rs2.jpg&quot; alt=&quot;Rolling Stones no Rio de Janeiro&quot; title=&quot;Rolling Stones no Rio de Janeiro&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060722-rs3.jpg&quot; alt=&quot;Rolling Stones no Rio de Janeiro&quot; title=&quot;Rolling Stones no Rio de Janeiro&quot; /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;img src=&quot;files/20060722-rs4.jpg&quot; alt=&quot;Rolling Stones no Rio de Janeiro&quot; title=&quot;Rolling Stones no Rio de Janeiro&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Será que ao menos se vão esgotar &lt;a href=&quot;http://www.plateia.iol.pt/compras/comprar_seleccao.php?id=1650&quot;&gt;os bilhetes&lt;/a&gt; e vamos encher o &lt;a href=&quot;http://www.fcporto.pt/Info/NovoEstadio/InfoEstadio.asp&quot;&gt;estádio&lt;/a&gt; e a cidade?&lt;br /&gt;
Era uma vergonha se tal não acontecesse.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cristina Santos&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Sat, 22 Jul 2006 11:40:09 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Pedro Lessa - &quot;Bolhão&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/640</link>
 <description>&lt;p&gt;Não percebo como ainda me surpreendo com as iniciativas desta câmara. Isto a propósito da &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/636&quot;&gt;constituição do Júri&lt;/a&gt; para as &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/verNoticia.php?noticia=143&quot;&gt;propostas do Mercado do Bolhão&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num concurso onde os critérios de avaliação incidem 70% em aspectos técnicos, não existe no referido Júri um único arquitecto. Todo este processo do Bolhão, desde quando a figura suprema desta câmara tomou posse, se tornou uma anedota de mau gosto, dando, como sempre, uma imagem péssima da nossa cidade. Quando até já existia um projecto, onde foram gastos quase 200 mil contos em honorários, não se percebe qual a intenção de o deitar para o caixote do lixo. Acompanhei de perto a evolução deste projecto, do arq. Joaquim Massena, o qual desde o início respeitava todo o Mercado numa perspectiva de Remodelação, mantendo-se praticamente inalterável, inclusivé mantinha toda a vivência interior num claro respeito e preservação dos seus comerciantes. Parece que agora querem transformar aquilo em mais um shopping.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A este propósito recomendo vivamente a este sinistro Júri, e a quem estiver interessado, uma visita ao &lt;a href=&quot;http://www.boqueria.info/&quot;&gt;Mercado Municipal de la Boqueria&lt;/a&gt;, em Barcelona, para se perceber o que é uma remodelação de um mercado tradicional, dentro da cidade, com os mesmos comerciantes e para as mesmas pessoas. Sempre que lá entrei o movimento era bastante intenso. É que só em Barcelona existem cerca de 40(!) &lt;a href=&quot;http://www.bcn.es/mercatsmunicipals/&quot;&gt;mercados municipais&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esperemos para ver o que dá este espantoso concurso, com este espantoso Júri. Claro que que nele não poderia faltar a personagem da Sra. D. Laura. Esperemos que a proposta vencedora não seja a do mesmo arquitecto que interveio recentemente no Cinema Batalha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cumprimentos,&lt;br /&gt;
Pedro Lessa.&lt;br /&gt;
pedrolessa@a2mais.com&lt;br /&gt;
www.architecturalroutes.com&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Sat, 22 Jul 2006 08:10:04 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: David Afonso - &quot;Casa do Livro&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/639</link>
 <description>&lt;p&gt;Gostei muito da ideia, &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/625&quot;&gt;da arquitecta Paula Morais&lt;/a&gt;, de se aproveitar o &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/pagegen.asp?SYS_PAGE_ID=451052&quot;&gt;Pavilhão Rosa Mota&lt;/a&gt; para aí se fundar uma Casa do Livro. O Porto é, historicamente, um importante pólo de produção e difusão do impresso. O livro e o periódico ocupavam, entre nós e ainda há pouco tempo, um importante papel não só cultural e sociológico, como também económico. É minha convicção de que o nosso atraso (em todos os campos) se prende com a decadência da cultura do livro. Ler um livro é um acto de liberdade fundador da própria cidadania. O livro é, ainda, a tecnologia mais acessível e mais democrática, com resultados comprovados ao longo da história e por todo o mundo. Este devia ser o nosso plano tecnológico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para além de tudo aquilo que a Paula já sugeriu, também me parece que valeria a pena ponderar a hipótese de se instalar, nessa Casa do Livro, o Museu da Imprensa onde este passaria a usufruir de instalações muito mais dignas e integradas num complexo instalado no coração da cidade. Os próprios jardins do Palácio de Cristal têm um grande potencial, já que neles poderia decorrer a Feira do Livro (já é hora de a libertar e a deixar respirar fora do pavilhão). Um outro sector a não perder de vista, até porque é cada vez mais importante, é o do livro usado e do livro raro. O Porto tem dimensão a mais para aderir ao conceito de &lt;a href=&quot;http://en.wikipedia.org/wiki/Book_town&quot;&gt;Book Town&lt;/a&gt;, mas tem a dimensão ideal para organizar uma &lt;em &gt;Feira Internacional do Livro Antigo&lt;/em&gt; e vou dizendo que o tipo de público atraído por eventos desta natureza não é nada desprezível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, estamos no domínio da utopia e não será com este executivo que estas ideias serão levadas a sério. Até porque não há dinheiro (se ainda fosse uma corrida de carros antigos...). O que importa agora é estarmos atentos às manobras para não se reeditar a história do velhinho Palácio de Cristal. Eu, por mim, desconfio desta Câmara e ainda mais da Parque Expo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;PS: Tomo a liberdade de deixar aqui um link para o meu blogue (em constante reconstrução) dedicado ao tema da &lt;a href=&quot;http://acidadeolivro.blogspot.com/&quot;&gt;história do livro&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;David Afonso&lt;br /&gt;
attalaia@gmail.com&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Sat, 22 Jul 2006 01:58:37 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;Apontadores&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/636</link>
 <description>&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/pageGen.asp?SYS_PAGE_ID=455902&amp;amp;ID=1870&quot;&gt;API fica no Porto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=cfccbd99c12b62e52952ea90a931a01f&quot;&gt;Nova API fica no Porto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/07/22/porto/ministro_promete_a_rio_investimentos.html&quot;&gt;Ministro promete a Rui Rio investimentos para o Norte&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=d3630e1fa02815511635c14f525e5c45&quot;&gt;Vigília pelo Teatro Rivoli&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/07/22/porto/teatro_rivoli_divide_produtoras.html&quot;&gt;Teatro Rivoli divide produtoras&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/07/22/porto/vigilia_contra_leilao_rivoli.html&quot;&gt;Vigília contra &quot;leilão do Rivoli&quot;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/07/22/porto/camara_esta_a_convidar_funcionarios_.html&quot;&gt;Câmara está a convidar funcionários a rescindir&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=92d4f1861e36915edd59ad541abb9e7c&quot;&gt;Ligação Porto/Vigo com apresentação agendada para Novembro&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=e4da3b7fbbce2345d7772b0674a318d5&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=1c9bead12dd156619d685bc43dffb958&quot;&gt;Planos Directores Municipais vão deixar de depender do Governo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=4b4f508d551c7adffef53f245fc3b06c&quot;&gt;Alteração de preços dos parques de estacionamento discutida no executivo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/document/449218/484048.pdf&quot;&gt;Prémio João de Almada 2006&lt;/a&gt; - PDF (não tinha ainda reparado nisto)&lt;br /&gt;
--&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/07/22/porto/estudo_defende_o_metro_para_ate_sant.html&quot;&gt;Estudo defende o &lt;strong &gt;metro&lt;/strong&gt; para já até Santo Ovídio&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/07/22/porto/exploracao_acaba_2009.html&quot;&gt;Exploração acaba em 2009&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/07/22/porto/revisao_linhas_para_gaia_e_maia.html&quot;&gt;Revisão das linhas para Gaia e Maia&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/07/22/porto/extensao_a_leca_analisada.html&quot;&gt;Extensão a Leça analisada&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/07/22/porto/ligar_boavista_e_parte_gondomar.html&quot;&gt;Ligar Boavista e parte de Gondomar&lt;/a&gt; - &lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;«a linha entre a Boavista e Matosinhos Sul é considerada &lt;strong &gt;prioritária&lt;/strong&gt; pelos quatro especialistas. (...) é destacado o facto da concretização da ligação &quot;poder constituir um importante factor de &lt;strong &gt;requalificação urbana&lt;/strong&gt; da zona Poente da Área Metropolitana do Porto&quot;. A equipa crê que esta ligação alternativa a Matosinhos é &quot;&lt;strong &gt;indispensável&lt;/strong&gt; para atenuar a pressão no segmento Senhora da Hora - Trindade&quot;, que, &quot;a médio prazo&quot;, será &quot;insustentável&quot;.»&lt;/span&gt; - é o &lt;a href=&quot;http://taf.net/opiniao/2005/02/metro-na-boavista-os-argumentos.htm&quot;&gt;descaramento&lt;/a&gt; total.&lt;br /&gt;
--&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/verNoticia.php?noticia=161&quot;&gt;Composição do Júri para as propostas do &lt;strong &gt;Mercado do Bolhão&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;&quot;&lt;strong &gt;Comissão de Avaliação:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Presidente - Dr. José Pedro Aguiar Branco&lt;br /&gt;
Vogal - Eng.º Rui Quelhas&lt;br /&gt;
Vogal - Sra. D. Laura Rodrigues&lt;br /&gt;
1º Suplente - Dr. Lino Ferreira&lt;br /&gt;
2º Suplente - Prof. Dr. Hélder Pacheco&quot;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este júri parece-me bastante &quot;exótico&quot; face aos &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/verNoticia.php?noticia=143&quot;&gt;critérios de avaliação das propostas&lt;/a&gt;...&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;&quot;a) Qualidade técnica do projecto: 40%&lt;br /&gt;
b) Solução técnico-financeira: 30%&lt;br /&gt;
c) Solução proposta relativamente aos actuais comerciantes: 15%&lt;br /&gt;
d) Prazo de vigência do contrato: 15%&quot;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Fri, 21 Jul 2006 20:29:19 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: José M. Varela - &quot;O futuro do Rivoli&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/638</link>
 <description>&lt;p&gt;Diz o &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/631&quot;&gt;Frederico&lt;/a&gt; que &lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;&quot;Assim, tem toda a lógica deixar a gestão do &lt;a href=&quot;http://www.rivoli.culturporto.pt/&quot;&gt;Rivoli&lt;/a&gt; para os privados, servindo o Estado apenas como apoiante de iniciativas que julge importante (como por exemplo, o &lt;a href=&quot;http://www.fantasporto.com/&quot;&gt;Fantasporto&lt;/a&gt;) através de incentivos, subsídios e não só, mas deixando a gestão para quem é especializado nisso&quot;&lt;/span&gt;. Sem querer estar agora a entrar na discussão das vantagens e inconvenientes da dicotomia público/privado, que certamente nos levaria muito longe, penso que o Frederico não se apercebeu, certamente porque fez uma leitura superficial, das eventuais consequências desta decisão na Animação da Baixa e na Cultura da cidade do Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde logo, não se trata aqui de uma concessão da gestão do Rivoli mas apenas dos dois auditórios de que o teatro dispõe. De acordo com a nota divulgada pela autarquia &lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;&quot;a CMP cede o Pequeno e o Grande Auditório e os equipamentos técnicos enquanto a autarquia assume a limpeza e a manutenção do edifício e ainda as despesas da água e luz, segundo a média de consumo dos últimos três anos. A CMP recebe ainda 5% do valor de bilheteira e, em contrapartida, a companhia fica obrigada a fazer um mínimo de 300 dias de espectáculo, onde devem estar incluídas pelo menos duas grande produções e dois espectáculos infantis. O Pequeno Auditório deverá ser dedicado a produções de carácter experimental&quot;&lt;/span&gt; mas a CMP continuará a manter as receitas das concessões das cafetarias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Parece-me que estas condições são bastante penalizadoras para quem ficar com a concessão dos auditórios e muito dificilmente as companhias de teatro do Porto terão condições para assegurar esta concessão. Mas pode ser que me engane.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto terá certamente consequências negativas, não só para o Fantasporto mas também para outros eventos como o &lt;a href=&quot;http://www.fitei.com/&quot;&gt;FITEI&lt;/a&gt;. É que desde que Rui Rio tomou posse que a CMP praticamente deixou de apoiar finceiramente alguns dos principais eventos culturais essenciais como sabemos para a animação da Baixa e para gerar algum fluxo turístico na cidade. Como contrapartida Rui Rio veio dizer que havia menos apoio financeiro mas, em contrapartida a CMP fornecia um importante apoio logístico nomeadamente &lt;strong &gt;através da cedência gratuita de salas como p. ex. o Rivoli&lt;/strong&gt;. Neste quadro há aqui uma alteração de fundo muito importante, uma vez que esta condição fica inviabilizada. Como não acredito que a CMP passe a substituir este apoio com o pagamento financeiro do aluguer da sala é urgente que se esclareça qual será o futuro destes eventos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se for concretizada esta intenção, que ditará fatalmente a extinção da Culturporto, deixa de fazer sentido haver um Vereador da Cultura em regime de permanência, uma vez que praticamente deixa de ter funções. Se eu estivesse no lugar do &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/pageGen.asp?SYS_PAGE_ID=479639#3&quot;&gt;Dr. Fernando Almeida&lt;/a&gt; a única saída honrosa era demitir-me.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nota Final: A &lt;a href=&quot;http://www.arvorecoop.pt/&quot;&gt;Cooperativa Árvore&lt;/a&gt; é uma das instituições culturais do Porto que mais tem prestigiado a cidade. A sua actividade é suficientemente conhecida para dispensar apresentações. Há alguns anos que a CMP tinha um compromisso com a Árvore no sentido de cedência de um imóvel nas Virtudes para ampliação das suas instalações. Com a tomada de posse do Dr. Rui Rio esta intenção foi colocada na gaveta. Numa das últimas reuniões de Câmara foi aprovada a venda do referido imóvel a uma entidade denominada &quot;Mira-Clube&quot; inviabilizando assim este importante projecto para a cidade. Será que foi por a Cooperativa Árvore não ter assinado o célebre &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/497&quot;&gt;protocolo&lt;/a&gt;?&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Fri, 21 Jul 2006 19:55:32 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;Privatizem a transparência do Estado&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/637</link>
 <description>&lt;p&gt;Antes de qualquer privatização gostava de ver uma regionalização, uma descentralização e distribuição equitativa da riqueza produzida.&lt;br /&gt;
Antes de privatizar apreciava ver esforços de combate à burocracia local, estudos sobre a eficiência, projectos.&lt;br /&gt;
Antes de privatizar gostava de ouvir os concidadãos pronunciarem-se, serem chamados à discussão.&lt;br /&gt;
Antes de privatizar gostava que a CMP apresentasse as contas do que recebeu para a referida infra-estrutura, quanto investiu, em que investiu e porque falhou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Decidindo privatizar, quanto se lucra com isso? E o que é vai tocar aos accionistas nesse negócio?&lt;br /&gt;
Sim porque nós somos accionistas do Rivoli, dos SMAS da Gestão das Obras Municipais, do Metro, nós todos juntos somos os principais accionistas.&lt;br /&gt;
A CMP não pode simplesmente apresentar falência de um gabinete, tem que apresentar contas e ideias aos investidores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vai concessionar e a quem? Ao «Tio Adolfo» que por acaso até ajudou à dispersão aquosa de dividendos? E com o negócio vai receber o suficiente par subsidiar futuras actividades? Então não há lucro? É uma troca?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Estado é o modo de ser ou de estar de algo ou de alguém, e nesta democracia o Estado é turvo, pérfido, fementido. Se o Estado fosse transparente todos viam através dele. Um Estado que esconde informação não é um parceiro leal, com que direito gere o nosso investimento, aliena-o sem nos devolver qualquer parte do investido, e ainda nos quer tapar os olhos dizendo que os dividendos vão ser novamente reinvestidos na mesma instituição que até agora não os soube gerir? E os nosso direitos enquanto herdeiros de património e investidores com taxas que podem atingir 40% do nosso rendimento?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais Transparência = menos sentimento de Estado. Se o Estado não se quisesse esconder do povo, não precisava de tantos funcionários públicos. Esperava de Rui Rio essa noção de rigor, o uso da transparência e não do escudo financeiro. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas como na sociedade empresarial global a lírica não faz sentido, espero que, para agradar ao nosso amigo Rui Valente, as nossas instituições não sejam privatizadas para Lisboa, para agradar à cidade em geral que a segregação em curso não resulte numa sala com permissão para espectáculos religiosos e sermões (dizem que este último fenómeno dá muito lucro) e, como nenhuma empresa é eterna, mais cedo ou mais tarde fecha ou passa actuações para maiores de 18, espero estar simplesmente triste pela perda de mais um bem por incapacidade produtiva.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Fri, 21 Jul 2006 19:53:22 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Edgar Soares - &quot;Chamo a isto SRUpção&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/635</link>
 <description>&lt;p&gt;É com enorme desilusão que leio &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/pdfs/regulamento.doc&quot;&gt;este regulamento&lt;/a&gt; do &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/sub_menu_4_1.php&quot;&gt;PROGRAMA VIV’A A BAIXA&lt;/a&gt;. Obviamente os arquitectos da &lt;a href=&quot;http://www.portovivosru.pt/&quot;&gt;SRU&lt;/a&gt; nunca leram o seu próprio regulamento de Deontologia, e como tal, deixo aqui um excerto dos dois para perceberem que este género de alegações e insinuações num regulamento não é aceitável.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Preâmbulo do PROGRAMA VIV’A BAIXA&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;b) Permitir o acesso a equipas projectistas nas áreas da arquitectura e da engenharia, com padrões de qualidade de serviço, cumprimento de normas e honorários favoráveis;&lt;br /&gt;
c) Promover a redução das taxas de licenciamento e agilizar procedimentos que facilitem a realização de obras de reabilitação do edificado;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Artigo 4º do PROGRAMA VIV’A BAIXA (Incentivos)&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;a) Aceder, com prioridade, às Equipas Projectistas instaladas na Loja da Reabilitação sita no Largo Duque da Ribeira;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;- ORDEM DOS ARQUITECTOS&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.ordemdosarquitectos.pt/upload/0043-deontologia.pdf&quot;&gt;Regulamento de Deontologia&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;Artigo 6.º - Publicidade&lt;br /&gt;
a) A publicidade só poderá ser de carácter informativo e não persuasivo;&lt;br /&gt;
b) Em caso algum se poderão estabelecer comparações com outros profissionais ou autorizarem terceiros a fazê-lo;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;Artigo 11.º - Deveres recíprocos dos arquitectos&lt;br /&gt;
d) Basear a concorrência entre colegas apenas na competência.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;- Recomendações sobre Ética e Deontologia da &lt;a href=&quot;http://www.uia-architectes.org/count-uia.shtml&quot;&gt;U.I.A.&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;Princípio 5 - Obrigações para com os Colegas&lt;br /&gt;
5.3 Regra: quando propõem os seus serviços os arquitectos não devem indicar honorários, a menos que isso lhes seja solicitado. Devem dispor de informações suficientes sobre a natureza e dimensão do projecto, antes de fazerem uma proposta de honorários, a qual deve precisar claramente o âmbito dos serviços a prestar. Tal atitude visa proteger o cliente e a sociedade de arquitectos pouco escrupulosos que apresentem estimativas de preço insuficientes.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveito também para agradecer à SRU por dificultar ainda mais esta luta, que também é nossa (dos outros arquitectos), em convencer promotores e clientes a recuperarem os seus imóveis na baixa. Digo dificultar porque obviamente não vou utilizar este tendencioso documento para os convencer &lt;strong &gt;que as equipas projectistas da Loja de Reabilitação são muito mais baratos, são os únicos que cumprem normas e que só através deles é que os projectos serão rapidamente e indiscutivelmente aprovados&lt;/strong&gt; como já aconteceu durante o vergonhoso &lt;a href=&quot;http://www.ccr-norte.pt/outrosic/urbcom.php&quot;&gt;Programa URBCOM&lt;/a&gt; (sobre este e outros assuntos relacionados falarei na próxima participação com um exemplo concreto).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este e-mail seguirá também para a &lt;a href=&quot;http://www.ordemdosarquitectos.pt/&quot;&gt;Ordem&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;
Edgar Correia Soares, Arquitecto&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Fri, 21 Jul 2006 18:11:58 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Miguel Oliveira - &quot;Enquanto o Porto adormece...&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/634</link>
 <description>&lt;p&gt;Gaia vai fazendo o &quot;trabalho de casa&quot; de forma exemplar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Duas notícias bem elucidativas:&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/07/21/primeiro_plano/centro_historico_gaia_acolher_hotel_.html&quot;&gt;Centro Histórico de Gaia vai acolher hotel de luxo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/07/21/primeiro_plano/masterplan_pronto_final_mes.html&quot;&gt;Masterplan pronto no final do mês&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entretanto saiu a &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/document/449218/483865.pdf&quot;&gt;revista da Câmara Municipal do Porto Nº11 - Julho/2006&lt;/a&gt;. Reparem como se promovem muitas obras privadas, que nada têm a ver com o município, excelente forma de propaganda de Rui Rio!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Miguel Oliveira&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Fri, 21 Jul 2006 18:03:43 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;Avisos para nós&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/633</link>
 <description>&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.guardian.co.uk/g2/story/0,,1825469,00.html&quot;&gt;Why would you leave a place like Wroclaw?&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jpn.icicom.up.pt/2006/07/21/em_portugal_nao_havia_lugar_para_mim.html&quot;&gt;&quot;Em Portugal nao havia lugar para mim&quot;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jpn.icicom.up.pt/2006/07/21/licenciados_sao_nova_geracao_de_emigrantes.html&quot;&gt;Licenciados são nova geração de emigrantes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Fri, 21 Jul 2006 13:32:56 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: F. Rocha Antunes - &quot;Terceiro mundo&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/632</link>
 <description>&lt;p&gt;Caro &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/630&quot;&gt;Eric&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acha mesmo que é do terceiro mundo prevenir o efeito que mil convidados fazem em qualquer arruamento, seja aqui seja em Luanda? Qualquer que seja a perturbação de trânsito é melhor prevenir do que ignorar. Ou será por ser alguém de uma família notável que incomoda? A décima sexta manifestação da função pública já não mereceu qualquer reparo. Devo ser do quarto mundo, não entendo a diferença. É que já nem no terceiro mundo se usa este jargão classista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Francisco Rocha Antunes&lt;br /&gt;
Promotor imobiliário&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Fri, 21 Jul 2006 12:52:07 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Frederico Torre - &quot;O papel do Estado e o Rivoli&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/631</link>
 <description>&lt;p&gt;Boa tarde!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como em tudo, a teoria económica clássica estará certa em muitas das coisas que defende e errada em muitas outras. Se há principio nesta teoria que tem tido evidência empírica a seu favor é a defesa de que, por norma, os privados gerem melhor (não só financeiramente, mas também em termos de qualidade de serviço prestado) que as entidades públicas. As explicações para isso são várias:&lt;/p&gt;
&lt;ul &gt;
&lt;li &gt;- O Estado não tem qualquer vantagem competitiva enquanto gestor de espaços culturais relativamente aos privados.&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Qualquer entidade privada, por ter como objectivo dar lucro, tem também por objectivo satisfazer os seus clientes, já que estes são o garante do primeiro.&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- As entidades privadas não estão presas a pressões políticas nem populismos, sendo normalmente melhores gestoras do dinheiro público, quando devidamente fiscalizadas.&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- Acima de tudo, o Estado é, por norma, incapaz de compreender os custos reais subjacentes a certas decisões, o que não acontece com os privados.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;E mais poderia ser dito, mas não quero deixar aqui nenhuma exposição teórica sobre teorias económicas. Peço apenas para se lembrarem do que aconteceu a muitas das empresas públicas entretanto privatizadas: conseguiram passar de prejuízos para lucros e ainda melhorar o serviço prestado. Tenho a certeza que, para cada caso em que tal não tenha acontecido, facilmente se encontram dois em que tal é verdadeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tudo isto para dizer que o Estado deve, na minha opinião, concentrar-se naquilo em que é insubstituível (Justiça, Segurança, etc) e naquilo em que os privados, seja por não deverem, seja por não poderem, não forem capazes de fornecer. Não quer isto dizer que o Estado não deve intervir nos outros sectores da economia quando achar que o interesse dos cidadãos não está a ser defendido, significa apenas que esas intervenção deve, digo eu, ser feita sem fazer do Estado gestor ou dono, já que nestes campos está mais que provado que o Estado é, no minimo, ineficiente, para não dizer imconpetente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, tem toda a lógica deixar a gestão do &lt;a href=&quot;http://www.rivoli.culturporto.pt/&quot;&gt;Rivoli&lt;/a&gt; para os privados, servindo o Estado apenas como apoiante de iniciativas que julge importante (como por exemplo, o &lt;a href=&quot;http://www.fantasporto.com/&quot;&gt;Fantasporto&lt;/a&gt;) através de incentivos, subsídios e não só, mas deixando a gestão para quem é especializado nisso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um Estado que quer fazer tudo é um Estado que não faz nada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Frederico Torre&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;--&lt;br /&gt;
Nota de TAF: de &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/621&quot;&gt;acordo&lt;/a&gt;. :-)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Fri, 21 Jul 2006 12:16:49 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Eric Blair - &quot;Quase morto no deserto, e o terceiro mundo aqui tão perto&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/630</link>
 <description>&lt;p&gt;Desposa amanhã uma das donzelas do clã &lt;a href=&quot;http://www.mota-engil.pt/&quot;&gt;Mota-Engil&lt;/a&gt;. Vai daí, com medo que não houvesse lugar para que os mais de mil convidados pudessem calmamente estacionar, vai de cortar a via pública por 24h, com o beneplácito da Câmara Municipal do Porto, que aliás fez deslocar 4 dos seus funcionários para a colocação de 2 placas de sinalização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contactada telefonicamente a CMP, informaram-me que é por &lt;em &gt;“razões de carga e descarga”&lt;/em&gt;. Talvez a dita donzela seja um pouco espaçosa. A ver vamos. Isto passa-se em Portugal. No Porto. Mais propriamente na rua de Sabrosa. Nem o José Eduardo dos Santos se lembraria de semelhante prepotência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Atentamente,&lt;br /&gt;
EB&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Fri, 21 Jul 2006 11:37:46 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Rui Valente - &quot;A Casa do Livro&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/629</link>
 <description>&lt;p&gt;A &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/625&quot;&gt;ideia da Arqª. Paula Morais&lt;/a&gt;, de transformar o pavilhão Rosa Mota num espaço dedicado ao livro (A Casa do Livro), onde poderiam ocorrer bibliotecas temáticas periódicas, é muito interessante, tendo em conta o local privilegiado onde se encontra, bastante apelativo à tranquilidade e à prática da leitura. Desse ponto de vista, parece-me mesmo estar melhor localizado do que a própria Biblioteca Pública Municipal do Porto, em S. Lázaro, hoje em dia antro de prostituição, sujidade e vadiagem. Resta saber se a rentabilidade de tal projecto suportaria os custos de manutenção (ainda que minimizados em relação ao Multiusos). Não sei se não seria de aproveitar a ideia para conjugar o tema do &quot;livro&quot; (por exemplo) com o tema da &quot;arte&quot; e articulá-los em simultâneo no mesmo espaço a fim de o tornar um pouco mais dinâmico e atractivo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De qualquer forma, estou inteiramente de acordo com a ideia de acabar definitivamente naquele espaço com a festa da Queima das Fitas ou qualquer outro tipo de manifestações, onde a balbúrdia e o álcool são o &quot;prato do dia&quot; garantido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema, nesta como em todas as obras pretensamente interessantes para o grande público, está sempre a jusante. Há sempre quem se prontifique a executá-las com ideias altamente arrojadas, mas depois de concluídas a frustração é quase sempre inevitável. Ora são os materiais seleccionados, ora são os acabamentos, fica sempre no ar uma imagem de inacabado, de mau gosto e de impreparação dos supostos responsáveis. Fica enfim a eterna imagem de que continuam a ser oferecidas &quot;pérolas a porcos&quot;, ou seja, a ser dada a primazia aos oportunistas e aos incompetentes. Mas como quem manda pode, e eu não posso mandar em quem manda, fico-me pela constatação dos factos e pelo meu impotente comentário...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rui Valente&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Fri, 21 Jul 2006 11:33:34 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;Mais um cheque em branco?&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/628</link>
 <description>&lt;p&gt;Sou a favor que se privatizem os serviços do Governo central que tem custos materiais e produtivos, já quanto à privatização de serviços próximos do cidadão, os do município acho que não muda nada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Privatizar numa maioria governativa nunca pode ser benefício, nem podemos encarar este facto com esta passividade, o municipio privatizou quase há um mês um bem natural que é de todos e nem sequer pediu a nossa opnião. Isto são assuntos para debater até à exaustão, para serem paulatinamente aplicados e verificados, lembrem-se que ninguém nos indemniza se falhar. Pode até estar muito correcto mas não é assim pela segregação, e depois pela pressão, que se privatiza aquilo que o povo manteve por tantos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não concordo com o método, não conheço a forma, e cheques em branco, a uma maioria que agora só se preocupa em descartar património, eu não assino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Repito o repto do Tiago quanto à &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/624&quot;&gt;pergunta de António Alves&lt;/a&gt; e pensem bem na descapitalização, se tem custos para o orçamento municipal também tem verba cabimentada no OE.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cristina Santos&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Fri, 21 Jul 2006 06:53:27 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Francisco Oliveira - &quot;Trânsito na Praça da Liberdade&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/627</link>
 <description>&lt;p&gt;A propósito do &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/623&quot;&gt;escrito pelo Sr. Luis Sousa&lt;/a&gt; e porque na última quarta-feira fiz a pé todas as ruas que ficam no interior do quarteirão Praça, Almeida Garrett, Flores, S.Domingos, Belomonte, Taipas, Cordoria e Clérigos, pude também verificar que neste momento há realmente muito trânsito no arruamento sul da Praça da Liberdade. Mas não fiquei muito preocupado porque também verifiquei que tal é devido às obras na Praça Almeida Garrett e pareceu-me que quando tudo pronto haverá fluência e parecerá que haverá menos trânsito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que me assustou foi o estado de degradação geral de todo o edificado naquele quarteirão. Eu sempre conheci como velhas as ruas de Belomonte, S.Miguel (eu tenho ideia de que já foi nesta rua o Arquivo de Identificação), S. Bento da Vitória, de Trás, Caldeireiros, etc, mas realmente nada foi feito durante mais de meio século ou mesmo mais. Não acredito que seja possível recuperar tudo, mesmo em meio século, e menos acredito que volte a haver tanto morador para encher tanta casa, já que as pessoas se vão aproximando dos seus locais de trabalho ou de maior oferta deste, e não vejo que incentivos possam ter para fazerem o contrário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto a zonas só para peões, é preciso muito cuidado para estabelecê-las. Santa Catarina melhorou muito com o estacionamento no Via Catarina e nos Poveiros. O mesmo aconteceu em Brito Capêlo, Matosinhos, depois dos estacionamentos que foram feitos nas proximidades. O Porto não é uma grande capital europeia como Londres, onde quem quer ir de carro à baixa até tem que pagar uma portagem. Somos pobres e somos pequenos como país e como cidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Saudações&lt;br /&gt;
Francisco Oliveira&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/38">2006-07-16</category>
 <pubDate>Fri, 21 Jul 2006 06:49:55 -0400</pubDate>
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