<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?>
<!DOCTYPE rss [<!ENTITY % HTMLlat1 PUBLIC "-//W3C//ENTITIES Latin 1 for XHTML//EN" "http://www.w3.org/TR/xhtml1/DTD/xhtml-lat1.ent">]>
<rss version="2.0" xml:base="http://www.porto.taf.net/dp">
<channel>
 <title>A Baixa do Porto - 2006-07-09</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37/all</link>
 <description></description>
 <language>pt</language>
<item>
 <title>De: Alexandre Burmester - &quot;Fora da Baixa também há Porto - 2&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/591</link>
 <description>&lt;p&gt;A GM teima em fechar a fábrica em Portugal. Esquece o papel social que as empresas têm e em particular com esta dimensão.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Estado Português não vai conseguir nada de útil levando a empresa a tribunal. Mas todos os Portugueses tem um argumento fácil e instrutivo a utilizar: &lt;strong &gt;&lt;em &gt;Não comprem mais nada à marca&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alexandre Burmester&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Sat, 15 Jul 2006 13:28:40 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Alexandre Burmester - &quot;Fora da Baixa também há Porto - 1&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/590</link>
 <description>&lt;p&gt;Se o ensino tem tão mau aproveitamento, é em particular no Português que se torna mais chocante. Os alunos não lêem, e se o fazem não entendem, o que faz também que pouco compreendam as outras matérias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O incentivo à leitura, e ao gosto pela língua, não pode é continuar a passar pela obrigatória matéria do Frei Luís de Sousa, Virgílio Ferreira ou Saramago (para ser moderno). Ensinem-lhes a ler a “Bola”, as instruções da Playstation, etc… que se começarem a entender poderão acabar no Camões…&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alexandre Burmester&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Sat, 15 Jul 2006 13:27:02 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;A pirâmide humana&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/589</link>
 <description>&lt;p&gt;A pirâmide humana é dos exercícios mais difíceis de concretizar. O equilíbrio de quem está no topo depende da união dos que estão por baixo. Se a base se separar quem está em cima fica suspenso, pode apoiar-se só em duas pessoas, mas isso é insuficiente para o espectáculo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para fazer a união em baixo, o artista do topo deve evitar debruçar-se muito para acautelar a queda, deve orientar o peso compensando as bases mais frágeis e deve manter o equilíbrio até ser visto pelos espectadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060715-cs.jpg&quot; alt=&quot;Pirâmide humana&quot; title=&quot;Pirâmide humana&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O último grito da pirâmide humana, o êxtase do êxtase, esta em prática na nossa cidade. A inovação é durante o espectáculo distribuir bolas aos espectadores, para que estes atirem de forma a dificultar o exercício – é engraçado –  o objectivo final é o artista do topo manter-se equilibrado no vértice perante a ofensiva que solicita.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É um espectáculo exigente e rigoroso, um show que tem que prosseguir mesmo perante &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/07/14/porto/sindicato_culpa_autarquia_pelo_afoga.html&quot;&gt;a morte de um dos artistas da base de apoio&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A grandiosidade e inovação do evento já garantiu aos artistas um contrato para mais 3 anos em cena.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;--&lt;br /&gt;
Cristina Santos&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Sat, 15 Jul 2006 13:21:31 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;A fotografia faz milagres...&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/588</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060714-aliados1.jpg&quot; alt=&quot;Avenida dos Aliados&quot; title=&quot;Avenida dos Aliados&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060714-aliados2.jpg&quot; alt=&quot;Avenida dos Aliados&quot; title=&quot;Avenida dos Aliados&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060714-aliados3.jpg&quot; alt=&quot;Avenida dos Aliados&quot; title=&quot;Avenida dos Aliados&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060714-bonjardim.jpg&quot; alt=&quot;Rua do Bonjardim&quot; title=&quot;Rua do Bonjardim&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060714-bonjardim2.jpg&quot; alt=&quot;Hospedaria Costa - Bonjardim&quot; title=&quot;Hospedaria Costa - Bonjardim&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Fri, 14 Jul 2006 19:30:40 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: António Alves - &quot;Imagem da Cidade&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/587</link>
 <description>&lt;p&gt;Na Boavista foram construídos 2 centros comerciais além do velho Brasília: o Península e o Shopping Cidade do Porto (Bom Sucesso). Este último também muito polémico. Mas o que não é polémico nesta terra?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas é verdade, estamos a perder tempo com o que não interessa. Devíamos estar a gastar o nosso precioso tempo a tentar compreender por que razão, a partir do meio dos anos 70 até aos nossos dias, gerações de portuenses se viram obrigados a sair do Porto; devíamos tentar compreender por que razão os jovens portuenses, na primeira oportunidade, se mudam para a Maia, Matosinhos e Gaia; devíamos também tentar perceber por que razão qualquer jovem de hoje, não nascido no Porto, não acha a nossa cidade atraente e só para cá virá viver se as circunstâncias da vida a isso o obrigaram. Serão, certamente, muitas e variadas as razões. Mas eu deixo-lhes duas perguntas: olham para a nossa Câmara e acham-na simpática? Dá ela uma imagem atraente da cidade?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;António Alves&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Fri, 14 Jul 2006 18:21:36 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Carlos Teixeira - &quot;Por falar na Batalha...&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/586</link>
 <description>&lt;p&gt;... lembrei-me agora que fui ao reaberto &lt;a href=&quot;http://www.cinemabatalha.com/&quot;&gt;Batalha&lt;/a&gt;, ou melhor, ao &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/448&quot;&gt;bar&lt;/a&gt; situado no topo do edifício.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O espaço, de reconfortante recordação, continua a ter como traço forte a imponente arquitectura que caracteriza os seus interiores [a minha visão leiga mas considerada geralmente de bom gosto] e tem agora as alas remodeladas com novas funcionalidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Infelizmente, porém, é com pesar que registo os incómodos de ver o chão sujo, que sinto o cheiro a lixo [sim, lixo, como o cheiro dos miseráveis contentores que tenho mesmo frente à minha porta] pelo edifício fora e mesmo no recinto ao ar livre. Não gostei também de ver as coisas por acabar. Ou se abre com a coisa pronta ou mais vale estar quieto e arrancar uma ou duas semanas depois. No entanto, sinto [espero] que poderá ter sido uma situação pontual e que terá já sido corrigida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estando assim corrigida, é um espaço a aproveitar e a dinamizar que tem muita coisa a dar ao Porto, conforme refere, muito a propósito, o &lt;a href=&quot;http://cidadesurpreendente.blogspot.com/2006/07/de-volta-ao-batalha.html&quot;&gt;Carlos Romão em &quot;reportagem&quot;&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
--&lt;br /&gt;
Cumprimentos,&lt;br /&gt;
Carlos José Teixeira&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Fri, 14 Jul 2006 18:12:13 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: José Paulo Andrade - &quot;As Faculdades de Medicina do Porto&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/585</link>
 <description>&lt;p&gt;Para variar um pouco do tema da localização do Corte Inglés e a perda de oportunidade (ou não) para o Porto junto envio &lt;a href=&quot;files/20060714-medicina.pdf&quot;&gt;um documento&lt;/a&gt; divulgado publicamente pelo Director da Faculdade de Medicina da Universidade do Porto bastante elucidativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de serem duas das mais produtivas faculdades em termos de produção científica e ensino, a &lt;a href=&quot;http://sigarra.up.pt/fmup/web_page.Inicial&quot;&gt;Faculdade de Medicina do Porto&lt;/a&gt; e o &lt;a href=&quot;http://www.icbas.up.pt/&quot;&gt;Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar&lt;/a&gt; estão a ser nitidamente prejudicadas em relação às outras faculdades de Medicina do país (incluindo as que se localizam em Braga e Covilhã).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;José Paulo Andrade&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Fri, 14 Jul 2006 18:05:13 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Pedro Lessa - &quot;Ainda antes dos carrinhos...&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/584</link>
 <description>&lt;p&gt;Cara &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/577&quot;&gt;Cristina&lt;/a&gt;,&lt;br /&gt;
ainda antes dos &lt;a href=&quot;http://www.circuitodaboavista.com/&quot;&gt;carrinhos&lt;/a&gt;, tema a que de certeza não voltarei (já disse tudo o que penso o ano passado), permita-me que lhe diga o seguinte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como sabe, nos tempos que aqui temos conversado nos últimos tempos, não tenho por norma entrar em diálogos. Mas abro uma excepção para lhe dizer que &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/576&quot;&gt;os meus votos de boa viagem foram sentidos&lt;/a&gt;. À parte a ironia, a comparação que fiz foi em termos de equipamento, que no caso em termos de infraestruturas, são bastante semelhantes, seja uma grande superficie comercial seja uma grande superficie cultural. Foi neste, e só neste, sentido que os comparei. Mas mesmo relativamente à Casa da Música, já se esqueceu da discussão que gerou na altura, com opiniões de que a localização deveria ser outra? Pois, era a isso a que eu me referia. À paralisia crónica, a aqueles que não querem mexer na cidade porque acham que faltam ao respeito(?) ao que está construído e em vias de extinção(?). A cidade do Porto tem por onde crescer e muito. Pode-se crescer sem ser geograficamente, e é com este tipo de crescimento que deixaria de &lt;em &gt;&quot;ter falta de ar, de limpeza, de pessoas, de paz...&quot;&lt;/em&gt; É deste crescimento que o Porto precisa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto à localização ideal para o Corte Inglês, que entretanto também se iniciou a discussão, é por demais evidente que a Boavista seria o local ideal, no seguimento dos &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/571&quot;&gt;factores indicados por P. Espinha&lt;/a&gt;. Aqui há uns bons anos, quando iniciei o meu curso, já o escritório onde trabalhava na altura, mandatado pelos espanhóis, tinha iniciado contactos exploratórios para ali instalar as extintas Galerias Preciados. Aquela zona, já na altura, tinha sido identificada por eles como zona ideal para estas grandes superfícies. Ainda existia a remise, e ainda nem se sonhava com casas da música e já a Boavista despertava interesse. Não é de agora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cumprimentos,&lt;br /&gt;
Pedro Lessa.&lt;br /&gt;
pedrolessa@a2mais.com&lt;br /&gt;
www.architecturalroutes.com&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Fri, 14 Jul 2006 12:39:14 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: F. Rocha Antunes - &quot;Preços&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/583</link>
 <description>&lt;p&gt;Caro &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/580&quot;&gt;Carlos Teixeira&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apenas uma correcção: eu considero que os preços que resultam de um mercado livre são uma resultante e não uma condicionante. Se uma determinada zona vale mais é porque os comerciantes vendem mais nessa zona que noutras. Apenas isso. O lazer, como sabe, é tão importante como actividade económica que já é equiparado, em importância, ao comércio retalhista. Mas ainda não são a mesma coisa, e sem cinemas e restaurantes temáticos, bares e outras actividades de lazer não existe lazer. Apenas comércio retalhista com um restaurante de apoio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caro &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/579&quot;&gt;Paulo Espinha&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Sonae abriu um centro comercial na Rua de Santa Catarina e não abriu nenhum na Boavista. Mas concordo consigo, chega de discussão sobre isto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Francisco Rocha Antunes&lt;br /&gt;
Promotor imobiliário&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Fri, 14 Jul 2006 12:36:35 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;Precauções do século XIX&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/582</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/578&quot;&gt;Este excelente texto da Arq.ª Paula Morais&lt;/a&gt; merece uma humilde ilustração, no Séc. XIX só havia plágios de projectos caso estes fossem plantados na mesma Rua e em solos idênticos, tudo era feito ao pormenor, por isso é que cada casa da Cidade é única.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso das fotos em anexo, é um prédio situado a escassos metros do encontro de várias águas de nascente, como não podia existir ventilação directa para as traseiras, pelo encosto directo ao terreno vizinho, na construção foram feitos dois pequenos túneis de ventilação que desembocavam com chaminés no terreno vizinho situado a uma cota mais alta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060714-cs3.jpg&quot; alt=&quot;Cave de prédio do séc. XIX&quot; title=&quot;Cave de prédio do séc. XIX&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060714-cs1.jpg&quot; alt=&quot;Cave de prédio do séc. XIX&quot; title=&quot;Cave de prédio do séc. XIX&quot; /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;img src=&quot;files/20060714-cs2.jpg&quot; alt=&quot;Cave de prédio do séc. XIX&quot; title=&quot;Cave de prédio do séc. XIX&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acontece que, passado um século, o terreno vizinho foi vendido e o construtor do Séc. XX resolveu entupir as ventilações deste prédios com entulho da obra que realizou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os pavimentos do piso térreo apodreceram, as paredes ficaram fulminadas, coincidência ou não quando a obra de recuperação começou já o inquilino do rés-do-chão estava em tratamento com um cancro no pulmão, morreu 2 meses após a conclusão. Não sei se existiam gases, mas por precaução abriu-se o alçapão e os respiros da fachada frontal que haviam sido tapados por serem considerados as causas da humidade e apodrecimento, e só passadas 4 semanas é que se desceu para essa espécie de cave.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No fim só foi possível desobstruir uma das chaminés e construir uma desembocadura a 80cm do solo, mesmo assim e por precaução colocaram-se alguns tubos de ventilação para as laterais e drenagens interiores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pé de alto começa em 2 metros e termina em 1 na parede frontal. Se o dono da obra não fosse um octogenário o mais natural era que exigisse o aproveitamento deste compartimento, como aliás começa a ser rotina em alguns restauros que vejo pela Cidade.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Fri, 14 Jul 2006 12:27:35 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Carlos Teixeira - &quot;Acerca de: «Olhem que não...»&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/580</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/575&quot;&gt;&lt;strong&gt;F. Rocha Antunes&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; escreve, e bem, acerca da justificação da procura de espaço comercial baseada no preço. O factor preço do metro quadrado é realmente condicionante da prática comercial &lt;strong&gt;mas não é, por si, impedimento à força empreendedora e desafiadora do mercado&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A análise que descrevo cinge-se simplesmente à capacidade que o comerciante médio tem de inovar - falo dos já existentes na área referida, a de Sta. Catarina, Batalha, Sá da Bandeira, Av. dos Aliados, Trindade, Clérigos, etc. - e que não me parece ser característica visível.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pensando que &lt;strong&gt;um centro comercial pratica alugueres de muito maior custo e que, ainda assim, a massa criada pela aglomeração de lojas permite não só a sobrevivência conjunta mas também o aumento do volume de negócios &lt;/strong&gt; [o caso da Av. da República é paradigmático dado o conceito &lt;a href=&quot;http://www.elcorteingles.pt/&quot;&gt;ECI&lt;/a&gt; ser diferente do centro comercial &amp;quot;normal&amp;quot; e influir positivamente no restante comércio circundante], porque não é tal prática utilizável numa rua ou área geográfica circundante?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Creio que o principal impecilho ao desenvolvimento da área de Sta. Catarina e circundantes é &lt;strong&gt;o marasmo em que os lojistas se detiveram e a falta de apoio específico das entidades relacionadas&lt;/strong&gt;. Daí o &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/568&quot;&gt;meu apontamento&lt;/a&gt; acerca da falta de um grupo de pressão eficaz que permita a negociação de bonificações básicas como as que se concedem à abertura de determinados espaços.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É evidente que tais bonificações sugerem contrapartidas: &lt;strong&gt;a visível adopção de estratégias de dinamização da área e a manutenção do espaço&lt;/strong&gt;, por exemplo, entre outras. Remeto esta ideia para a imagem do que se passa em ruas de Milão, Paris, Amsterdão, entre outras, ruas que chegam a ser &amp;quot;telhadas&amp;quot; originando um espaço fechado mas não claustrofóbico, isto é, uma clara delimitação de um terreno que se identifica de imediato com a actividade comercial e que atrai milhares de visitas diárias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos teriam a ganhar com isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reportando-me ainda ao &amp;quot;&lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/568&quot; title=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/568&quot;&gt;Acerca da Baixa do Porto?&lt;/a&gt;&amp;quot;, devo acrescentar ainda que&lt;strong&gt; não é, de todo, da minha preferência a situação da Boavista&lt;/strong&gt;. Creio que a actividade comercial se predispõe muito mais à Baixa do Porto. A Boavista, embora possuidora de um &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/571&quot;&gt;excelente interface de transportes públicos&lt;/a&gt; [o melhor da área metropolitana], não me parece &amp;quot;prendada&amp;quot; para este tipo de actividade. É mais zona de passagem que outra coisa. Tenho a impressão que transformar a área [leva tempo, muito...] num &lt;strong&gt;misto de pólo cultural e &amp;quot;Wall Street&amp;quot;&lt;/strong&gt; seria muito mais eficaz [...este delira! (eu sei, eu sei...)], mantendo a área interessante para a prática do lazer mediante a &lt;strong&gt;manutenção eficaz dos espaços verdes, zona histórica, palácios e ligações ao rio&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, quero apenas fazer um reparo a uma das ideias que F. Rocha Antunes apresenta, a da diferença entre espaço de lazer e espaço comercial. São conceitos cada vez menos diferenciados. Não é o facto de existir um cinema ou não que influi, directamente, na afluência de público. Se assim fosse, estava Sta. Catarina muito bem com o Batalha reaberto e as restantes casas na área, Rivoli, T.N. S. João... e por aí fora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É um facto que o &amp;quot;cidadão comum&amp;quot; cada vez tem menos disponibilidade de tempo e dinheiro para os espectáculos e nem sequer é incentivado a tal. &lt;strong&gt;Resta-lhe ver montras, montras bonitas, com coisas bonitas [e de preferência baratas] em ambiente saudável, atraente e acolhedor. Chamativo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É disso que falo.&lt;br /&gt;
--&lt;br /&gt;
Cumprimentos,&lt;br /&gt;
Carlos José Teixeira&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Fri, 14 Jul 2006 07:48:40 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Paulo Espinha - &quot;Última nota e juro que não escrevo + sobre...&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/579</link>
 <description>&lt;p&gt;Caro &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/575&quot;&gt;Francisco Rocha Antunes&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como é sabido, não sou um especialista em mercado imobiliário, contudo tenho muitos contactos com os maiores grupos económicos a intervir no mercado comercial de média e grande dimensão.&lt;br /&gt;
Segundo os americanos - &lt;em &gt;No Parking, No Business!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
Transportando isto para o modelo europeu desenvolvido - Sem Mobilidade, Não Há Negócio!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A minha experiência diz-me que a grande dimensão comercial necessita absolutamente de determinados requisitos que não são os das pequenas lojas tradicionais. Assim, a decisão da localização de uma área comercial acima dos 50.000m2 de área de vendas tem tal relevância que consegue distorcer os valores de mercado, pelo que aquilo que escreveu não contradiz o que eu escrevi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Independentemente dos preços que refere, a verdade é que:&lt;/p&gt;
&lt;ul &gt;
&lt;li &gt;1) a primeira opção dos profissionais do El Corte Inglês foi a Rotunda,&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;2) uma loja El Corte Inglés não é uma pequena loja a retalho,&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;3) eu &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/571&quot;&gt;comparei&lt;/a&gt; a Rotunda com a localização em Gaia.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Isto é, entre a Rotunda e Gaia - não tenho qualquer dúvida!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora:&lt;/p&gt;
&lt;ul &gt;
&lt;li &gt;a) a opção Boavista - não era opção por causa do Presidente da CMPorto;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;b) a opção do Palácio dos Correios e da Av. da Ponte Luís I - não eram opções por questões de mobilidade;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;c) a opção do espaço aéreo da Trindade - não era opção por questões de propriedade.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Logo, acabou por ser a opção Gaia. E não quero dizer que não seja um êxito:&lt;/p&gt;
&lt;ul &gt;
&lt;li &gt;- a loja mais próxima está em Vigo;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- a transformação do mercado resultante da instalação da Loja (isto é, &lt;em &gt;a posteriori&lt;/em&gt;) é uma realidade.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Um abraço&lt;br /&gt;
Paulo Espinha&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Fri, 14 Jul 2006 07:41:43 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Paula Morais - &quot;Um inquilino que não paga renda&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/578</link>
 <description>&lt;p&gt;Caros participantes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tive hoje a &lt;a href=&quot;http://www.naturlink.pt/canais/Artigo.asp?iArtigo=3488&amp;amp;iLingua=1&quot; title=&quot;http://www.naturlink.pt/canais/Artigo.asp?iArtigo=3488&amp;amp;iLingua=1&quot;&gt;oportunidade&lt;/a&gt; de descobrir que a cidade  do Porto é uma das duas únicas cidades do País que mede os níveis de radioactividade natural presente na água canalizada. Apesar de se tratar de um  assunto diferente daquele que tem sido debatido ultimamente aqui no blogue,  fiquei com alguma vontade de partilhar esta minha descoberta, e, uma vez mais, utilizei o subterfúgio de um trocadilho no título do post para captar a vossa  atenção ;-), afinal a nova “Lei das Rendas” acabou de entrar em  vigor...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Concretamente o que é medido na água é a quantidade de &lt;strong&gt;radão&lt;/strong&gt; (&lt;em&gt;Radon-222&lt;/em&gt;, Rn), um gás radioactivo natural (parente do  urânio), incolor, inodoro, e sem sabor, presente na água oriunda de nascentes  radioactivas, e, também, nos solos e rochas graníticos, bem como, de acordo com algumas entidades com responsabilidades na matéria (como a &lt;a href=&quot;http://www.epa.gov/&quot; title=&quot;http://www.epa.gov/&quot;&gt;EPA&lt;/a&gt; e o &lt;a href=&quot;http://www.unscear.org/unscear/index.html&quot; title=&quot;http://www.unscear.org/unscear/index.html&quot;&gt;UNSCEAR&lt;/a&gt;), igualmente presente no ar interior de muitos  edifícios, construídos com produtos de granito, ou implantados em solos deste material.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É pois precisamente este ponto, o radão presente no  interior de edifícios, o centro da minha reflexão. Sendo facilmente comprovável que a maior parte dos edifícios implantados na Baixa do Porto são constituídos  por elementos de granito, estando também a maior parte deles implantados em  solo granítico, penso estar assim justificada esta minha preocupação. Aliás, de acordo com a &lt;a href=&quot;http://www.proteste.pt/map/src/348991.htm&quot; title=&quot;http://www.proteste.pt/map/src/348991.htm&quot;&gt;DECO-Proteste&lt;/a&gt; (em parceria com o &lt;a href=&quot;http://www.ineti.pt/&quot; title=&quot;http://www.ineti.pt/&quot;&gt;INETI&lt;/a&gt;), o distrito do Porto faz parte  das áreas que apresentam níveis elevados de concentração deste gás radioactivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De facto, com base no “princípio da precaução”, que se suporta na existência de potenciais riscos para a  saúde humana derivados da inalação deste gás radioactivo (por exemplo, o aumento do risco de desenvolvimento de cancro do pulmão, principalmente para as crianças), a União Europeia também manifestou preocupações sobre o tema.  Inclusive publicou em 1990 a &lt;a href=&quot;http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CELEX:31990H0143:PT:HTML&quot; title=&quot;http://eur-lex.europa.eu/LexUriServ/LexUriServ.do?uri=CELEX:31990H0143:PT:HTML&quot;&gt;&lt;em&gt;Recomendação  n.º 90/143/Euratom&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, relativa à protecção da população contra a exposição interior ao radão, e na qual apela para a adopção de &lt;em&gt;boas práticas&lt;/em&gt; na construção e reabilitação de edifícios de forma a controlar os níveis de radioactividade provocada por este gás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de não ter sido adoptada por nenhum documento  legal em Portugal, um facto muito curioso, pelo menos para aqueles que estudaram os métodos e sistemas construtivos de alguns edifícios portuenses do século XIX, é que já nessa época, no Porto, as regras da &lt;em&gt;arte de construir&lt;/em&gt; adoptavam as recomendações necessárias à protecção dos “&lt;em&gt;problemas e riscos para a saúde das pessoas vindos do chão&lt;/em&gt;”, como me dizia um construtor civil portuense com 98 anos de idade e 91 de  experiência na área da construção de edifícios. Esse sistema construtivo consistia na sobrelevação do edifício em relação ao solo, através da construção de uma cave, geralmente com um pé-direito muito baixo (inferior a 2 metros), em cujas fachadas opostas se instalavam grelhas de ventilação permanente. Ou seja, exactamente o sistema recomendado um século depois pelas diferentes entidades  (EPA e UE) para os edifícios sujeitos à presença do radão. Concordo pois com a &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/558&quot; title=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/558&quot;&gt;Cristina&lt;/a&gt;, quando refere que o Porto tem “&lt;em&gt;que crescer no mesmo sítio como uma árvore&lt;/em&gt;”, que temos de “&lt;em&gt;alimentarmo-nos das raízes, da conservação do ar e do solo&lt;/em&gt;”, e acrescento, devemos também de olhar para o que temos e aprender com o nosso património.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Paula Morais&lt;br /&gt;
Arquitecta &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nota: Sobre o tema Porto+Gaia, limito-me a deixar um  desenho que elaborei em 1992 para um exercício da disciplina de Desenho quando  frequentava a faculdade de arquitectura. Naquela altura de forma inocente, e  agora de forma mais consciente, continuo a entender, à semelhança do desenho,  que se trata do mesmo território e do mesmo espaço físico (representados com o  mesmo tipo de linha), como duas “fracções autónomas” pertencentes  ao mesmo “condomínio”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060713-desenhopm.jpg&quot; alt=&quot;Porto+Gaia&quot; title=&quot;Porto+Gaia&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Thu, 13 Jul 2006 19:58:58 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;Por falar na Avenida...&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/577</link>
 <description>&lt;p&gt;Ora caro Pedro Lessa, &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/524&quot;&gt;a questão do Lobby vai ser estruturada depois das férias&lt;/a&gt;, e apadrinhada com um bom jantar entre todos, com ideias e sugestões.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não estamos só a falar do Corte Inglês, estamos a falar de uma dinâmica em que todos contribuem com o seu ponto de vista, o meu é fraquinho, mas já aprendi muitas coisas com as vossas respostas. Francamente não preciso nem sinto falta do tipo de movimento &lt;em &gt;shopping center&lt;/em&gt;, o que eu sinto falta é do respeito pela Cidade, pelo que está construído e em vias de extinção. Sinto falta de ar, de limpeza, de pessoas, de paz... talvez eu seja apenas uma egoísta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora, caro Pedro, &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/576&quot;&gt;comparar o Corte Inglês com um dos melhores museus da Europa&lt;/a&gt; é quase como dizer que preferia o centro comercial à Casa da Música. Ou é isso ou o Pedro está a concordar comigo, se queremos deixar o parque e a Casa da Música livres para acompanhar o rejuvenescimento da Cidade, talvez seja melhor não colocar lá nenhum Corte Inglês, nem mesmo outro &lt;a href=&quot;http://www.dolcevita.pt/centro.aspx?sid=ebfdfbcd-f93f-4d6e-a8ad-002cf0cb1a0d&amp;amp;cntx=kUfBV%2BAvfItfC9E%2FYdcRPzMepxnj9VBR2Ll0oh2np1Pc%2BgARGYil9lEZWFn9JzBm&amp;amp;lang=1&quot;&gt;Dolce Vita&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bem passemos à próxima: &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/pageGen.asp?SYS_PAGE_ID=455902&amp;amp;ID=1859&quot;&gt;o Grande Prémio da Boavista em 2 fins de semana consecutivos&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um abraço,&lt;br /&gt;
--&lt;br /&gt;
Cristina Santos&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Thu, 13 Jul 2006 19:55:15 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Pedro Lessa - &quot;Conversa de surdos&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/576</link>
 <description>&lt;p&gt;Comungo da &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/564&quot;&gt;opinião do A. Burmester&lt;/a&gt;, também eu não percebo esta discussão sobre o Corte Inglês. Todos percebemos as vantagens se ele tivesse ficado no Porto (nem todos), mas enfim, está em Gaia e deixem-no lá estar. Foi uma oportunidade perdida, agora temos é de olhar para o futuro, planeando-o no presente. A História encarregar-se-á de fazer os seus julgamentos. Continua a haver cá no Burgo adeptos da paralisia total, porque o Porto não tem para onde crescer (?!?).&lt;br /&gt;
Não seria mais interessante e importante continuar a discussão do &lt;em &gt;Lobby&lt;/em&gt;? Discutir como todos nos podemos envolver neste movimento? Como poderemos dar o nosso contributo? Parece-me, de todo, que sim.&lt;br /&gt;
Por isso deixemo-nos de (passe a expressão) conversas de surdos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveito para desejar boa viagem à &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/572&quot;&gt;Cristina Santos&lt;/a&gt;, e que não se assuste com o &lt;a href=&quot;http://www.guggenheim-bilbao.es/&quot;&gt;Guggenheim&lt;/a&gt;. É que ele está mesmo dentro de Bilbao, e também não tinha sítio para crescer, mas ele está lá. Ninguém se lembrou de sugerir que o fizessem em San Sebastian ou Biarritz. Lá está, são as tais diferenças de mentalidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cumprimentos,&lt;br /&gt;
Pedro Santos Lessa.&lt;br /&gt;
pedrolessa@a2mais.com&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.architecturalroutes.com/&quot;&gt;www.architecturalroutes.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/37">2006-07-09</category>
 <pubDate>Thu, 13 Jul 2006 15:57:22 -0400</pubDate>
</item>
</channel>
</rss>


