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 <title>A Baixa do Porto - 2006-04-30</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27/all</link>
 <description></description>
 <language>pt</language>
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 <title>De: TAF - &quot;Câmara do Porto é capa do DN&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/221</link>
 <description>&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://dn.sapo.pt/2006/05/06/nacional/exdirector_pj_combinou_rio_buscas_a_.html&quot;&gt;Ex-director da PJ combinou com Rio buscas à câmara&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;PS:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/pageGen.asp?SYS_PAGE_ID=455902&amp;amp;ID=1778&quot;&gt;A resposta de Rui Rio&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;strong &gt;PS 2:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://www.rtp.pt/index.php?article=237476&amp;amp;visual=16&amp;amp;rss=0&quot;&gt;Ex-director da PJ afirma nunca ter avisado Rio das buscas&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;strong &gt;PS 3:&lt;/strong&gt; &lt;a href=&quot;http://www.rr.pt/noticia.asp?idnoticia=164414&quot;&gt;Áudio na Renascença&lt;/a&gt; e &lt;a href=&quot;http://dn.sapo.pt/2006/05/07/sociedade/exdirector_judiciaria_porto_confirma.html&quot;&gt;mais um texto no DN&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Sat, 06 May 2006 07:22:44 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: David Afonso - &quot;Porto vazio&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/220</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060506-porto-vazio.jpg&quot; style=&quot;float: left; margin-bottom: 5px; margin-right: 15px;&quot; alt=&quot;Porto Vazio&quot; title=&quot;Porto Vazio&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ora aqui está uma boa ideia!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class=&quot;azulitalico&quot;&gt;«Domingo, a partir das 15:00h, a &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://lazer.publico.clix.pt/artigo.asp?id=148745&quot;&gt;Sem Mais Nem Menos&lt;/a&gt;*&lt;/strong&gt;, realiza um safari fotográfico, com partida das n/ instalações. O objectivo é realizar o maior número de imagens de edifícios abandonados no centro do Porto (não é, infelizmente, difícil), com câmaras digitais, telemóveis, etc.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Deste registo far-se-á uma exposição intitulada &quot;Porto Vazio&quot; que encherá as paredes do espaço num manifesto contra o actual estado de degradação a que chegou a cidade.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Há 3 percursos definidos embora os participantes sejam livres de realizarem as suas fotos em quaisquer outros lugares ou dias até à data limite da iniciativa.&lt;br /&gt;
O percurso 1 será: Cedofeita/ Carlos Alberto/ Carmo/ Taipas/ Miragaia.&lt;br /&gt;
O percurso 2 será: Pr. República/ Almada/ R. Fábrica/ Pr. Liberdade/ Aliados/ Sá da Bandeira.&lt;br /&gt;
O percurso 3 será: Marquês/ Sta. Catarina/ S. Lázaro/ Batalha/ 31 de Janeiro.&lt;br /&gt;
A participação é gratuita e enquadrada por fotógrafos e arquitectos.&lt;br /&gt;
Não é a qualidade artística das imagens que é mais relevante mas a documentação mais extensa possível do estado de abandono a que a cidade chegou.»&lt;br /&gt;
«Mesmo que não possa participar neste domingo, faça-nos chegar as suas imagens, entregando-as no nosso espaço até 4ª F. dia 11. A impressão pode ser feita em qualquer suporte, inclindo papel normal.»&lt;br clear=&quot;left&quot; /&gt;Mário Teixeira&lt;br /&gt;
[*Rua Mártires da Liberdade, 130]&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A propósito:&lt;br /&gt;
1. Um excelente exemplo do que se pode ir fazendo para revitalizar a cidade, inventando força onde outros vêem fraqueza: &lt;a href=&quot;http://casa-viva.blogspot.com/&quot;&gt;Casa Viva&lt;/a&gt;;&lt;br /&gt;
2. Em Lisboa são um pouco mais sistemáticos. Não é apenas um safari fotográfico de protesto, mas um movimento cívico (embora, actualmente, um pouco parado): &lt;a href=&quot;http://www.lisboa-abandonada.net/&quot;&gt;Lisboa Abandonada&lt;/a&gt;. O Porto, ainda mais do que Lisboa, precisa de uma coisa destas. Será que não se arranja por aí meia dúzia de entusiastas?...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;David Afonso&lt;br /&gt;
attalaia@gmail.com&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Sat, 06 May 2006 06:45:38 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Joaquim Jorge - &quot;Informação&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/219</link>
 <description>&lt;p&gt;Não entendo o que &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/arquivo/2006_02_19_blogporto.htm#114076120187027512&quot;&gt;querem dizer&lt;/a&gt; &lt;em &gt;&quot;que valia a pena coordenar o Clube dos Pensadores com iniciativas já existentes&quot;&lt;/em&gt;. Talvez se fosse a um debate verificasse a adesão das pessoas e a diferença entre o que é feito. Sinceramente não sei o que se está a fazer, por mim vou continuar a intervir e a proporcionar que os outros opinem e debatam.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o tempo vamos ver o que vai acontecer. Estou aberto a trabalhar em conjunto mas até agora ninguém me contactou ou falou em fazer algo. Vamos ver... o que isto dá, mas acho pouco pertinente falar de coisas que não se conhece.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Joaquim Jorge&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;--&lt;br /&gt;
Nota de TAF: este comentário refere-se a um &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/arquivo/2006_02_19_blogporto.htm#114076120187027512&quot;&gt;&lt;em &gt;post&lt;/em&gt; já antigo&lt;/a&gt;, a propósito &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=3043aba9040bb60790706fcd23d68f96&quot;&gt;desta notícia&lt;/a&gt;. Qualquer iniciativa destinada a reflectir sobre estes temas é positiva. Pretendi apenas sugerir que se coordenem esforços entre iniciativas semelhantes, ajudando a ganhar massa crítica para provocar impacto na região. Já agora, eu não estou envolvido na organização de nenhuma das que conheço.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Sat, 06 May 2006 06:25:26 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;Sejamos razoáveis...&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/218</link>
 <description>&lt;p&gt;Muito tenho aqui escrito contra vários aspectos da actuação do actual executivo camarário. Estou portanto à vontade para manifestar desagrado pela postura quase &quot;paranóica&quot; que vejo em alguns textos sobre as actividades da autarquia. Não tenho tido tempo para me debruçar sobre este caso com pormenor, mas veja-se &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/05/05/policia_e_tribunais/investigacao_conclui_estadio_bessa_e.html&quot;&gt;este artigo no JN&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;
&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;«Na altura foram apreendidos no gabinete de Teixeira um mapa de PDM &quot;proposto&quot; por Loureiro e um documento com os argumentos a favor da atribuição de capacidade construtiva no campo de treinos.»&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porquê as aspas no &quot;proposto&quot;? O Boavista não estará no seu pleno direito, tal como qualquer munícipe, de propor seja o que for quanto ao PDM? O facto de ter sido &quot;encontrado&quot; um documento do Boavista é algum problema? Se calhar até podiam também ter sido encontrados documentos meus, de José Pulido Valente, de Francisco Rocha Antunes, etc. Afinal todos nós fizemos propostas. ;-)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Poderá haver muitas outras razões de queixa, mas vamos ser razoáveis quanto aos argumentos que usamos!&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Fri, 05 May 2006 12:21:10 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;Seminário&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/217</link>
 <description>&lt;p&gt;&lt;img src=&quot;files/20060505-cimeira.jpg&quot; alt=&quot;Cimeira na Exponor&quot; title=&quot;Cimeira na Exponor&quot; /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/97&quot;&gt;há tempos&lt;/a&gt; tinha referido aqui a realização de um &lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://cimeira.exponor.pt/Actividadesparalelas/19deMaio/tabid/115/Default.aspx#4&quot;&gt;Seminário sobre Revitalização Urbana, Qualidade de Vida e Competitividade das Cidades&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; no âmbito da &lt;a href=&quot;http://cimeira.exponor.pt/default.aspx?language=pt&quot;&gt;Cimeira do Ambiente, Segurança e Qualidade&lt;/a&gt; que se vai realizar proximamente na &lt;a href=&quot;http://www.exponor.pt/&quot;&gt;Exponor&lt;/a&gt;. Fica agora aqui o &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/files/20060505-intermunicipal.pdf&quot;&gt;programa actualizado&lt;/a&gt;, em PDF.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Fri, 05 May 2006 10:57:04 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;Com amigos destes...&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/216</link>
 <description>&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.rtp.pt/index.php?article=237162&amp;amp;visual=16&amp;amp;rss=0&quot;&gt;Associação Comercial do Porto quer movimento para salvar Exponor em Matosinhos&lt;/a&gt; - Este assunto merece meditação séria a vários níveis. Entre outras razões, porque mais uma vez prova que um dos principais problemas do Norte são os próprios nortenhos. Ou melhor, são alguns nortenhos que &lt;strong &gt;ainda&lt;/strong&gt; têm peso político/económico e portanto poder de decisão. Faz algum sentido afastar &lt;a href=&quot;http://www.exponor.pt/&quot;&gt;uma estrutura destas&lt;/a&gt; do aeroporto, do porto de Leixões, do comboio, dos acessos à rede de estradas centrada na cidade do Porto, do metro, dos hotéis, ...? Do ponto de vista do interesse da região e do país, o que é que há em &lt;a href=&quot;http://www.cm-feira.pt/&quot;&gt;Santa Maria da Feira&lt;/a&gt; que justifique tal decisão? O &lt;a href=&quot;http://www.europarque.pt/&quot;&gt;Europarque&lt;/a&gt; é razão suficiente? Não haverá &lt;strong &gt;nenhuma&lt;/strong&gt; maneira de resolver as &lt;a href=&quot;http://maps.google.com/maps?f=q&amp;amp;hl=en&amp;amp;q=Matosinhos,+Portugal&amp;amp;ll=41.19829,-8.690851&amp;amp;spn=0.007798,0.020814&amp;amp;t=h&amp;amp;om=1&quot;&gt;limitações de espaço&lt;/a&gt; em Matosinhos que têm vindo a ser apontadas? Bem faz a &lt;a href=&quot;http://www.cciporto.com/pt/index.htm&quot;&gt;Associação Comercial&lt;/a&gt; em procurar que o bom senso prevaleça. E talvez fosse tempo de mudar a Direcção da &lt;a href=&quot;http://www.aeportugal.pt/inicio.asp?Pagina=/Areas/Universo/Apresentacao&amp;amp;Menu=MenuUniverso&quot;&gt;AEP&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/05/05/porto/saida_exponor_e_decisao_drastica.html&quot;&gt;Saída da Exponor é decisão drástica&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;Outros assuntos:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
- &quot;&lt;a href=&quot;http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/england/london/4828396.stm&quot;&gt;Jardinagem de guerrilha&lt;/a&gt;&quot; - com vídeo (via &lt;a href=&quot;http://dias-com-arvores.blogspot.com/&quot;&gt;Dias com Árvores&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=28e7824399e1180cc93ee245993019ee&quot;&gt;Rui Rio acusado de arrogância&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/05/05/porto/empresas_registadas_segredo.html&quot;&gt;Empresas registadas em segredo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=15013cbdce1d54d5d8716e95a035c0a9&quot;&gt;Oposição camarária exige esclarecimentos&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=11c484ea9305ea4c7bb6b2e6d570d466&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=59c357dbb1eb3b10c14e1bfe650604d7&quot;&gt;“Novo” Cinema Batalha inaugurado dia 11 com fado&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/05/05/policia_e_tribunais/investigacao_conclui_estadio_bessa_e.html&quot;&gt;Investigação conclui que Estádio do Bessa é construção ilegal&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/05/05/policia_e_tribunais/joao_loureiro_de_consciencia_tranqui.html&quot;&gt;João Loureiro &quot;de consciência tranquila&quot;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/05/05/porto/videovigilancia_ribeira_autorizacao_.html&quot;&gt;Vídeovigilância na Ribeira tem autorização do IPPAR&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/05/05/porto/reservatorio_agua_convertido_auditor.html&quot;&gt;Reservatório de água convertido em auditório&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/05/05/porto/a_arquitectura_museu.html&quot;&gt;A arquitectura em museu?&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Thu, 04 May 2006 20:01:38 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;Pergunta e outros&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/215</link>
 <description>&lt;p&gt;- Por que razão é que ninguém noticiou nos media (pelo menos tanto quanto eu tenha reparado) o aparente adiamento pela Câmara, há dias, da decisão sobre a Quinta da China?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=eccbc87e4b5ce2fe28308fd9f2a7baf3&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=1ab1a6d7363a743537fc7dc9a9b8050e&quot;&gt;SMAS do Porto registados como empresa municipal&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=677659&amp;amp;div_id=291&quot;&gt;Rio acusado de agir «à socapa»&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.rtp.pt/index.php?article=236984&amp;amp;visual=16&amp;amp;rss=0&quot;&gt;Rio transformou &quot;à sucapa&quot; serviços municipalizados em empresa&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://campo-aberto.blogspot.com/2006/05/livro-reflectir-o-porto-e-regio.html&quot;&gt;Livro - Reflectir o Porto e Região Metropolitana&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- Vários &lt;em &gt;posts&lt;/em&gt; a ler no &lt;a href=&quot;http://fontedasvirtudes.blogspot.com/&quot;&gt;Fonte das Virtudes&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/05/04/primeiro_plano/chefe_gabinete_rui_investigado_apito.html&quot;&gt;Chefe de gabinete de Rui Rio investigado no Apito Dourado&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://www.oprimeirodejaneiro.pt/?op=artigo&amp;amp;sec=c20ad4d76fe97759aa27a0c99bff6710&amp;amp;subsec=&amp;amp;id=2ef0cd392dfff460c33d3a80c54d6dd0&quot;&gt;Leilão na Árvore para pagar a artistas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jpn.icicom.up.pt/2006/05/04/cooperativa_arvore_leiloa_obras_para_pagar_dividas.html&quot;&gt;Cooperativa Árvore leiloa obras para pagar dívidas&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/05/04/porto/arvore_leiloa_obras_para_pagar_divid.html&quot;&gt;&quot;Árvore&quot; leiloa obras para pagar dívidas&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://jn.sapo.pt/2006/05/04/porto/artesao_quer_transformar_a_praca_cen.html&quot;&gt;Artesão quer transformar a Praça de Lisboa em centro de arte&lt;/a&gt; - Parece haver massa crítica para algo deste género. Eu também conheço &lt;a href=&quot;http://anacarvalho.com/&quot;&gt;mais gente&lt;/a&gt; que até já fez há dias uma proposta concreta à autarquia, compatível com esta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;PS:&lt;/strong&gt; Bem visto, &lt;a href=&quot;http://ablasfemia.blogspot.com/2006/05/notcias-no-relacionadas.html&quot;&gt;no Blasfémias&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;PS2:&lt;/strong&gt; A resposta da CMP ao JN - &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/pageGen.asp?SYS_PAGE_ID=455902&amp;amp;ID=1774&quot;&gt;JN lança suspeitas sobre Chefe de Gabinete do Presidente&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Thu, 04 May 2006 10:34:02 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Pedro Lessa - &quot;Os outros problemas do comércio tradicional&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/214</link>
 <description>&lt;p&gt;Esta questão dos horários oferece pouco de novo à discussão do funcionamento do comércio tradicional na Baixa. Contudo, nunca é demais discutir e fomentar este factor como impulsionador dos outros bem mais importantes. O exemplo do &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/204&quot;&gt;portal sugerido por Paula Morais&lt;/a&gt; seria bastante interessante e útil. Já aqui afirmei várias vezes que uma das possiveis metodologias a usar nesta discussão seria a de quantificar as condições que uma grande superfície oferece aos seus utentes e aplicá-las na Baixa. A questão dos horários, a meu ver, torna-se relativamente secundária, porque mesmo que fossem mais alargados, as pessoas não viriam na mesma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Falando no meu caso concreto por exemplo, tenho porta aberta em pleno Centro Histórico e não seria por estar aberto até às 22 ou 23 h que os meus clientes teriam mais facilidades de cá vir relativamente, por exemplo, a estacionamento. Não existe, seja dia ou seja noite.&lt;br /&gt;
Quando converso com clientes regulares, e muitas vezes já está a ser via telefone porque desistem de cá vir, os argumentos são sempre os mesmos: falta de estacionamento, parques caríssimos, espaço público sujo e deteriorado, sensação de insegurança enorme.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fazendo o paralelo com os shoppings, temos estacionamento de graça, corredores a serem limpos constantemente e segurança visível a todo o momento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enquanto a admnistração local se demitir das suas obrigações relativamente a questões como referi anteriormente, nunca a Baixa irá evoluir. E mesmo que sejam os próprios comerciantes a unirem-se para tomarem medidas que não lhes compete mas que quem de direito não toma, surgem entraves de toda a espécie para a sua concretização. Já existem exemplos no passado, desde a cobertura de ruas, contratação de segurança privada etc etc. que morrem à nascença. A título de exemplo, vamos ver o que dá a iniciativa da Associação de bares da Ribeira relativamente à instalação de um sistema de câmaras de segurança.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Cumprimentos,&lt;br /&gt;
Pedro Lessa.&lt;br /&gt;
pedrolessa@a2mais.com&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Wed, 03 May 2006 14:00:17 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Pulido Valente - &quot;Resposta&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/213</link>
 <description>&lt;p&gt;Cara Cristina,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;para começar tenho que dizer que os seus últimos contributos são ainda melhores que os anteriores. Obrigado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto ao que &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/192&quot;&gt;me diz&lt;/a&gt;: fui com o Dr. Paulo Duarte, como deve saber, consultar &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/177&quot;&gt;o processo&lt;/a&gt;. Como cada um tem a sua área por mim fiquei pelos aspectos relacionados com os terrenos a expropriar. Para ele ficou todo o amplo território da análise da correcção dos procedimentos burocráticos e políticos. Será ele a dizer algo sobre os inúmeros atropelos que detectou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto à parte urbanística a Cristina não quer que faça uma crítica ao projecto pois não? Acha que construir uma &quot;estrada de montanha&quot; em zig-zag para ligar a marginal do rio à zona das Fontaínhas é um empreendimento particular? Acha que pode a CMP delegar num investidor a tarefa e a responsabilidade de DECIDIR como deve essa ligação DEVE ser feita? Já sabe que o investidor, ao colocar a via no papel, vai levar em conta prioritariamente os seus interesses e portanto não é garantido que os interesses do ambiente, da cidade e dos cidadãos sejam contemplados DA MELHOR MANEIRA.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isto quanto à ligação rodoviária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto à colocação de uma ou mais frentes - consideravelmente extensas - de edifícios de seis e mais pisos pela encosta abaixo tenho a dizer o seguinte:&lt;br /&gt;
O anterior PDM considerava que &lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;&quot;o volume global ... das edificações a construir nas parcelas situadas nas vertentes abruptas sobre o rio Douro, com declive superior a 60º, será definida caso a caso pela Câmara Municipal.&quot;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como as normas provisórias não são aplicáveis (não interessa aqui dizer outra vez porquê) de nada vale que elas dêem a esta zona, na sua maior parte, a densidade construtiva maior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fica o aspecto paisagístico, ambiental, e de integração. Quanto a isso posso dizer que me parece incorrecto não procurar uma solução arquitectónica - aqui se vê como a arquitectura engloba o urbanismo porque não pode o urbanista não arquitecto inventar modelos de arquitectura específicos para cada caso pois deixaria de haver arquitectos - adequada ao território a invadir.&lt;br /&gt;
Não foi o caso pois usaram-se os tradicionais caixotes tão caros ao pato bravo impreparado e tacanho. Escolha péssima. Desrespeitadora do sítio, agressiva e desconhecedora das soluções usadas genericamente pela cultura popular e tradicional, culta, para casos destes. Conhece &lt;a href=&quot;http://es.wikipedia.org/wiki/Machu_Picchu&quot;&gt;Machu-Picchu&lt;/a&gt;, é assim que se escreve? As soluções portuguesas - das Azenhas do Mar, Sesimbra (arq. Conceição e Silva) etc. poderiam ter sido uma inspiração.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há outro aspecto a considerar que é o da vida que se pode fazer num terreno com aquela topografia que condiciona tanto a mobilidade das pessoas e máquinas automóveis. Claro que admito que um bom arquitecto que tenha tempo e condições para estudar a sério o assunto encontre para ali uma solução que considera a construção para habitação e comércio e lazer etc. Mas duvido que os índices alcançados fossem do interesse de um investidor. Porque aquele território é sensível e traz problemas vários entre os quais não é de esquecer a presença das linhas de caminho de ferro, para além da eventual ligação das cotas alta e baixa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Concluindo: a CMP, se entende que há a necessidade de fazer a ligação das zonas das Fontaínhas e da Av. Gustavo Eiffel terá que ser ela a fazer ou mandar fazer (com concurso público) o projecto.  Dada a dificuldade do território o aconselhável é o de se fazer o concurso público para uma UOPG - para utilizar os termos do PDM - para aquela área com a indicação da ocupação, dos modelos e das volumetrias. Enfim deve ser a CMP a fazer aquilo que a &lt;a href=&quot;http://www.mota-engil.pt/&quot;&gt;Mota-Engil&lt;/a&gt; pretende, alargando a área de intervenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Espero ter sido útil. JPV&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Wed, 03 May 2006 13:04:53 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: F. Rocha Antunes - &quot;A Essência do Comércio&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/212</link>
 <description>&lt;p&gt;Cara &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/211&quot;&gt;Cristina&lt;/a&gt;,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acredito que as suas preocupações são genuínas, mas por favor nunca fale em público em mais regulamentação. Acredite ou não há dezenas de pares de olhos que ao lerem o seu post estão a esfregar as mãos de contentes, a pensarem em formas maquiavélicas de garantir que os candidatos a comerciantes vão ter de explicar, direitinho, que mania é essa de quererem ganhar dinheiro, de passarem à frente dos outros comerciantes já estabelecidos, imagine-se até com vontade de lhes roubarem a clientela mais interessante… &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O comércio é uma actividade económica já suficientemente regulamentada. O que é preciso é que a regulamentação seja simples, clara e aplicável a todos, sem excepção. Mas a liberdade comercial é isso mesmo, uma liberdade, em que cada potencial comerciante imagina, sonha, visiona, delira, com a forma mais eficiente de seduzir, atrair, deliciar os consumidores que ainda não são seus consumidores. Essa é a essência do comércio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para que não pense que apenas os promotores imobiliários e outros capitalistas empedernidos como eu pensam assim, deixo aqui um trecho escrito por alguém que não pode ser metido no mesmo saco que eu e que definiu, brilhantemente, &lt;strong &gt;&lt;a href=&quot;http://webinsider.uol.com.br/vernoticia.php/O_marketing_nas_palavras_de_Fernando_Pessoa/id/1559&quot;&gt;A Essência do Comércio&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;“…Esta história, em aparência tão simples, encerra um ensinamento que todo comerciante, que não o seja simplesmente por brincar às vendas, devia tomar a peito, compreender na sua essência. Um comerciante, qualquer que seja, não é mais que um servidor do público, ou de um público; e recebe uma paga, a que chama o seu “lucro”, pela prestação desse serviço. Ora toda a gente que serve deve, parece-nos, buscar agradar a quem serve. Para isso é preciso estudar a quem se serve - mas estudá-lo sem preconceitos nem antecipações; partindo, não do princípio de que os outros pensam como nós, ou devem pensar como nós - porque em geral não pensam como nós -, mas do princípio de que, se queremos servir aos outros (para lucrar com isso ou não), nós é que devemos pensar como eles: o que temos que ver é como é que eles efectivamente pensam, e não como é que nos seria agradável ou conveniente que eles pensassem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class=&quot;azulitalico&quot;&gt;Nada revela mais uma incapacidade fundamental para o exercício do comércio que o hábito de concluir o que os outros querem sem estudar os outros, fechando-nos no gabinete da nossa própria cabeça, e esquecendo que os olhos e os ouvidos - os sentidos, enfim - é que fornecem os elementos que o nosso cérebro há de elaborar, para com essa elaboração formar a nossa experiência.”&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Leiam o resto que vale a pena. Ah, quase que me esquecia de dizer quem escreveu isto: Fernando Pessoa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Francisco Rocha Antunes&lt;br /&gt;
Promotor imobiliário&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Wed, 03 May 2006 12:44:16 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Cristina Santos - &quot;Não há Pomar na minha Rua!&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/211</link>
 <description>&lt;p&gt;Acredito que de uma maneira ou de outra o comércio da Baixa do Porto se revitalize, mas a liberalização do horário não é mais de que uma desculpabilização de entidades, que até hoje não conseguem traçar um projecto de revitalização do comércio urbano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A liberalização de horários é uma falsa questão, há muitos anos que os cafés podem funcionar ao Domingo, e é difícil encontrar cafés abertos nesse dia, os quiosques idem. Para além de que o comércio tradicional não se reduz às imediações dos monumentos, o comércio tradicional é um pilar na qualidade de vida dos centros urbanos. Tem que ser protegido de acordo com a importância que representa poder dispor de uma mercearia em cada quarteirão da Cidade, há zonas densamente edificadas onde não existe pomar, peixaria, nem nenhum tipo de comércio a retalho, isto tem custos enormes no tal «plano social» que outros países já analisam e debatem com afinco.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É urgente regulamentar o comércio interno nos grandes centros urbanos:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É preciso regulamentar o sentido da concorrência; é inadmissível que num mês se abram 4 Centros de Estética no mesmo quarteirão, as associações comerciais têm que orientar os associados, informar que não há interesse em concorrer com os produtos das grandes cadeias, importante é a especialidade, a diversidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois, e por muito que nos custe, essa regulamentação passa também por estagnar e limitar a construção de centros comerciais nos limites das grandes cidades - os centros comerciais são um atentado à coesão social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os que cercam a Cidade do Porto causam-nos diariamente problemas de tráfego, de ordenamento do território - de qualidade de vida. À partida dizemos – o comércio que se actualize, mas em última análise quem perde somos nós. Os centros comerciais periféricos foram implantados em terrenos baratos, acessíveis e lucrativos, não foi tida em linha de conta a sua integração no espaço urbano existente, o benefício que nos trazem tem uma duração limitada, trata-se de um investimento com uma esperança de vida na ordem dos 20 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema é que limitar a construção de centros comerciais não garante que as grandes cadeias de investimento se dispersem pelos centros das cidades - no Centro o custo de implantação rebenta com a escala dos interesses dos grupos - imaginem as perdas de emprego e movimento financeiro que a limitação aos shoppings acarretaria em países pobres, nos países pobres nem sequer com a Lei do trabalho nos podemos proteger.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O comércio dos centros urbanos afundou, apesar das inúmeras tentativas por parte de todos, só a Grécia e a Itália cresceram no comércio a retalho ou pequeno comércio, de resto todos se afundam e sucumbem a um capitalismo imparável, rentável e inevitável nos dias que correm.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O mesmo se aplica a outras áreas - construir na periferia/ abandono ruína do centro urbano -, mas escolher entre a nossa tradição e o conforto imediato que o novo mercado nos oferece … geralmente escolhemos o imediato, é natural perfeitamente aceitável, o que resultar dessas escolhas havemos de resolver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora o que está dar é grandes grupos e rotatividade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong &gt;Os horários quanto a mim não tem muito a ver com isto, já agora os Chineses tem alguma autorização especial para abrir em Domingos e Feriados?!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Wed, 03 May 2006 11:34:21 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: F. Rocha Antunes - &quot;Duas razões para os Dois sábados&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/210</link>
 <description>&lt;p&gt;Meus Caros,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A revitalização do comércio é, para mim, a peça central do processo revitalização da Baixa. Concordo que o regresso dos habitantes é o que vai permitir dar sustentabilidade de longo prazo, mas é sempre um movimento mais lento do que a revitalização do comércio. Os primeiros novos habitantes serão sempre de nicho de mercado, e o habitante médio vem depois de os pioneiros se terem estabelecido. São sempre uns anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O comércio na Baixa tem possibilidade de se desenvolver mesmo que os habitantes demorem algum tempo a reocupar o centro da região porque beneficia de duas vantagens que se tornarão cada vez mais evidentes: a nova centralidade regional e o turismo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nova centralidade regional, criada pelo Metro e pelos comboios suburbanos, permite que a área de influência de cada loja na Baixa tenha aumentado significativamente. Nunca a Baixa do Porto teve tanta gente como agora a atravessá-la, e com o Corte Inglês em Gaia isso vai ser ainda mais evidente. O conceito de área de influência é determinante na localização de qualquer estabelecimento comercial e define a área de comércio com que cada loja pode contar para desenvolver a sua actividade. Essa área costuma ser medida pelos tempos médios de acesso dos clientes à loja e que, com a introdução de transportes públicos qualificados, aumentou substancialmente. O que permite que qualquer estabelecimento comercial destinado a mercados mais segmentados de toda esta vasta região tenha na Baixa a melhor localização.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As condições desta nova centralidade comercial são uma excelente oportunidade de negócio que em nada perde, racionalmente, para os centros comerciais. São realidades complementares, dispensando a guerra clássica entre as duas situações. Vou exemplificar com um caso real: as lojas de roupa alternativa que existem na Rua Mouzinho da Silveira. Essas lojas destinam-se a um público específico e menos massificado e, como tal, não faz qualquer sentido estar presente nos diferentes centros comerciais, que têm regras de rentabilidade do espaço muito exigentes. Contudo, e uma vez que são centrais em relação a toda a região, permitem atrair consumidores de uma área alargada, viabilizando comercialmente o negócio. A Baixa tem, agora que a lei das rendas vai libertar milhares de espaços comerciais bloqueados, a oportunidade de um grande renascimento comercial: as rendas baixas, determinadas por uma enorme oferta, permitirão a comerciantes de todo o lado desenvolverem negócios que têm um mercado alargado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A segunda grande oportunidade é a do turismo. E o turismo é mais do que o turismo internacional, é também muito o turismo nacional e até, digo eu que moro no meio do Porto e vejo o desconhecimento que as pessoas desta zona têm da Baixa actual, do turismo local. Qualquer pessoa que decida passear no Porto tende a passar pela Baixa. Depende dos comerciantes criarem razões para que essas pessoas fiquem mais tempo e gastem mais dinheiro na Baixa do que gastam actualmente. E repitam a visita. E ainda mais importante, que digam aos amigos que a experiência foi boa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É claro que as obras terão de acabar, que a limpeza tem de melhorar, que o estacionamento selvagem tem de desaparecer, que as pessoas da Baixa se habituem a encarar os visitantes não como carteiras que podem ser aliviadas de forma expedita mas como carteiras que podem voluntariamente abrir-se. Mas tudo o que é preciso para que isso aconteça é que os comerciantes abandonem de vez a guerra de alecrim e manjerona que decidiram travar aos centros comerciais, aprendam com esses centros comerciais as lições de cooperação e coordenação de esforços comuns e se concentrem em fazer aquilo que é essencial: criar serviços e produtos que sejam experiências agradáveis e únicas para os consumidores. Essa é a chave do valor do comércio. E o segredo que permitirá libertar o enorme potencial de valor que todos reconhecem à Baixa do Porto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Francisco Rocha Antunes&lt;br /&gt;
Promotor imobiliário&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Wed, 03 May 2006 07:55:55 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Paula Morais - &quot;O funcionamento do comércio ao Domingo em Paris: o balanço de 10 anos de experiência&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/209</link>
 <description>&lt;p&gt;Caros participantes, e, em especial, cara &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/206&quot;&gt;Cristina Santos&lt;/a&gt;,&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o objectivo de trazer a este blogue mais alguma informação que considero ser deveras interessante a propósito do tema do &lt;a href=&quot;http://www.porto.taf.net/dp/node/204&quot;&gt;meu último &lt;em &gt;post&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;, e porque também entendo que é sempre possível aprender com o exemplo das experiências realizadas por aqueles que efectuaram mais cedo o mesmo percurso que nós, aproveito então para divulgar um documento elaborado pelo &lt;a href=&quot;http://www.crocis.ccip.fr/&quot;&gt;Centro Regional de Observação do Comércio, da Indústria e dos Serviços (CROCIS)&lt;/a&gt; da Câmara do Comércio e da Indústria de Paris, e intitulado &lt;em &gt;“&lt;a href=&quot;http://www.crocis.ccip.fr/publications/enjeux/enjeux33.pdf&quot;&gt;&lt;strong &gt;Rue des Francs-Bourgeois à Paris: 10 ans d’expérience d’ouverture dominicale&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;”&lt;/em&gt; (redigido em francês).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este documento, de 4 páginas, corresponde ao n.º 33 (Dezembro de 2001) da publicação &lt;em &gt;“Enjeux Ile-de-France: l’économie francilienne en bref”&lt;/em&gt;, e faz parte de um conjunto de documentos que a Câmara do Comércio e da Indústria de Paris publica periodicamente nos quais esta entidade reúne e sistematiza os principais dados da estrutura e conjuntura económica que permitem identificar e analisar as evoluções da mesma neste departamento parisiense.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como o próprio nome indica, este número é dedicado ao balanço dos 10 anos de experiência no funcionamento do comércio ao Domingo nas lojas situadas na &lt;a href=&quot;http://maps.google.com/maps?f=q&amp;amp;hl=en&amp;amp;q=Rue+Francs-Bourgeois,+Paris&amp;amp;ll=48.858165,2.360537&amp;amp;spn=0.003409,0.010407&amp;amp;t=h&amp;amp;om=1&quot;&gt;Rua Francs-Bourgeois em Paris&lt;/a&gt; (localizada no centro do Marais, próximo dos museus Picasso, Carnavalet e Victor Hugo), tendo sido elaborado com base num inquérito efectuado &lt;em &gt;in loco&lt;/em&gt; aos comerciantes. Após a apresentação do contexto jurídico, e da descrição das lojas que integram a rua, neste documento é possível obter dados sobre o número de lojas abertas ao Domingo, quais os respectivos horários de abertura, que adaptações em termos de organização interna foram realizadas, bem como que compensações e contra-partidas foram identificadas com o funcionamento do comércio neste dia da semana.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apenas a título de curiosidade, e para não me alongar muito, aproveito para destacar algumas informações que mais me chamaram a atenção:&lt;/p&gt;
&lt;ul &gt;
&lt;li &gt;- do número de lojas instaladas na rua (75), 88% abrem ao Domingo;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- a principal razão invocada pelos comerciantes com as lojas fechadas é a pesada penalização em caso de incumprimento da lei (depreendo que seja relativa a legislação laboral);&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- algumas lojas fecham à Segunda de manhã, e outras fecham à Terça (dia de fecho dos museus do quarteirão);&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- a oportunidade de trabalho em part-time, por ex. para estudantes;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- balanço final positivo;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- é dado destaque nos guias de turismo (principalmente japoneses) que as lojas abrem ao Domingo;&lt;/li&gt;
&lt;li &gt;- e claro, a expressão da gíria comercial muito representativa dos ganhos da actividade que é dita com entusiasmo pelos comerciantes &lt;em &gt;“C’est une rue à deux samedis!”&lt;/em&gt;.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Paula Morais&lt;br /&gt;
Arquitecta&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Tue, 02 May 2006 21:57:12 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: TAF - &quot;Apontadores&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/208</link>
 <description>&lt;p&gt;- &lt;a href=&quot;http://aptus.gotdns.org/nml/nortugal.info/view.asp?ID=1357&quot;&gt;1º trimestre 2006: Valor dos imóveis da AMPorto diminui 3%&lt;/a&gt; (por sugestão de José Silva)&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jpn.icicom.up.pt/audio/2006/05/02/rua_do_almada_novas_lojas_trazem_bichinho_a_baixa.html.pop&quot;&gt;Rua do Almada: novas lojas trazem &quot;bichinho&quot; à Baixa&lt;/a&gt; (áudio)&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.portugaldiario.iol.pt/noticia.php?id=676821&amp;amp;div_id=291&quot;&gt;Executivo aprova contas do exercício de 2005 com abstenção da oposição&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.rtp.pt/index.php?article=236615&amp;amp;visual=16&amp;amp;rss=0&quot;&gt;PS Porto propõe lançamento de concurso de ideias para vitalizar Praça de Lisboa&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.cm-porto.pt/pageGen.asp?SYS_PAGE_ID=455902&amp;amp;ID=1771&quot;&gt;Câmara inicia reforma interna&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jpr.icicom.up.pt/2006/04/faculdade_de_belas_artes_inaugurou_novo_edificio.html&quot;&gt;Faculdade de Belas Artes inaugurou novo edifício&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://sic.sapo.pt/online/noticias/vida/20060502+O+estado+dramatico+do+ensino+secundario.htm&quot;&gt;O estado &quot;dramático&quot; do ensino secundário&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://jpn.icicom.up.pt/2006/05/02/cinco_anos_sao_insuficientes_para_reabilitar_baixa_do_porto.html&quot;&gt;Cinco anos são insuficientes para reabilitar Baixa do Porto&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- &lt;a href=&quot;http://www.rtp.pt/index.php?article=236689&amp;amp;visual=16&amp;amp;rss=0&quot;&gt;Comissão de comemoração do 25 de Abril admite levar câmara a tribunal&lt;/a&gt; - Se a Comissão está convencida da sua razão, então faça de facto isso, em vez de apenas &lt;em &gt;&quot;não descartar essa possibilidade&quot;&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Tue, 02 May 2006 16:49:21 -0400</pubDate>
</item>
<item>
 <title>De: Rui Valente - &quot;Economia e debates&quot;</title>
 <link>http://www.porto.taf.net/dp/node/207</link>
 <description>&lt;p&gt;Sobre a cidade do Porto, é tanta a inépcia, tanta a orfandade, que prefiro não fazer comentários e deixá-los para aqueles que, de boa fé ou por optimismo exacerbado, continuam estoicamente convencidos que a autarquia lhes dá ouvidos. Lamento desapontá-los, mas não dá. Ou se der, será apenas para tentar controlar a &quot;fervura das águas&quot; deste Porto manso, quase irreconhecível para, em caso de ameaça de fogo deitarem mãos aos bombeiros, não vá dar-se um &quot;incêndio&quot;!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A decadência do país acelera e, na cidade do Porto, em particular, é multiplicada várias vezes, mas o lume mantém-se por enquanto brando, com a população estupidamente serena e apática. Tão serena como o país. Um país que se está a habituar com candura à perversão de tarefas e valores. Um país deprimido, mas igualmente inconsciente, que aplaude quem o flagela e que anda muito próximo de legalizar a irresponsabilidade dos seus governantes e, até, de pôr em causa o seu próprio sentido de existir. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De tanto se procurar esvaziar a função do Estado neste país, ao mesmo tempo que se hiper-valoriza o da iniciativa privada, já não se consegue bem perceber qual é o papel reservado aos políticos além daquele que todos conhecemos, que é o da preservação dos seus postos de trabalho (melhor dizendo, dos seus tachos!), isto, claro quando não fazem gazeta ao Parlamento...&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Curiosamente, agora não faltam comentadores políticos e políticos comentadores a defender a &lt;strong &gt;economia&lt;/strong&gt; como o salva-vidas justiceiro da pobreza e da exclusão social. Proliferam à velocidade da luz e multiplicam-se como coelhos!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para tentar ir de encontro a tamanha onda de euforia económica, lancei-me na busca e selecção de um empresário de &quot;peso&quot; da nossa praça e o primeiro que me ocorreu foi Belmiro de Azevedo. Depois, procurei a fórmula mais correcta para fazer a leitura da riqueza gerada por um dos homens mais dinâmicos da sociedade civil e tive algumas dificuldades. É que, tendo como certa a ideia de que Belmiro de Azevedo paga muito bem aos seus quadros superiores, de cuja competência não me atrevo a duvidar, não me pareceu honesto avaliar o nível médio dos rendimentos dos seus funcionários baseado nos &quot;comandos&quot;, mas antes calcular com quanto teriam de viver os seus empregados menos qualificados (como &quot;caixas&quot; de supermercados, funcionários Optimus, etc.) que são a grande maioria, e não tardei a reconhecer que eram pessimamente mal pagos. E é precisamente pelas classes mais baixas, pelo seu poder de compra, que se pode apreciar o nível de vida de um país. Daí, não ser disparatado concluir que um empresário pode ser eficaz a administrar algarismos e a produzir riqueza, mas não é forçosamente justo e competente a distribuí-la! Berlmiro de Azevedo é apenas um entre muitos! Será este o modelo de economia que vai salvar o país?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas, esta realidade é tanto mais grave, quanto os políticos, falhos de ideias e de  propósitos, tendem a auto-desresponsabilizar-se dos seus deveres e a passarem cada vez mais tempo em debates televisivos remunerados, filosofando sobre os problemas da humanidade com aparente sapiência ao mesmo tempo que engordam o seu pecúlio pessoal. A população assiste e aplaude.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;D. Afonso Henriques: por que raio quiseste armar-te em herói?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Rui Valente&lt;/p&gt;
</description>
 <category domain="http://www.porto.taf.net/dp/taxonomy/term/27">2006-04-30</category>
 <pubDate>Tue, 02 May 2006 12:57:38 -0400</pubDate>
</item>
</channel>
</rss>


